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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

O Blog trata de brincadeiras artísticas, escola, paradadegonta e bisbilhotices. Costumo dizer "arte sem arte é uma nova forma de arte". Dizer o que vai na alma ..é sentir o que me rodeia. email: ag_silva@hotmail.com

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124º Aniversário da Freguesia de Parada de Gonta

 

 

Quem passar por Parada de Gonta vê na sede da Junta de Freguesia as bandeiras hasteadas ao vento como acto oficial da elevação a Freguesia de Parada de Gonta. As crianças das EB1 e Pré-escolar na sede de Freguesia hastearam as bandeiras enquanto outras cantavam o hino nacional num acto oficial com todo o simbolismo, assinalando o 124º Aniversário da elevação a Freguesia de Parada de Gonta.

Foi no dia 29 de Maio de 1884 que Parada de Gonta foi elevada a Freguesia pela mão de Tomás Ribeiro. 

A Junta de Freguesia comemorou a data com um programa recheado de eventos que tinha como tema “JUNTOS PELO AMBIENTE”.

Programa

09.00h – Hastear da bandeira com hino nacional cantado pelas crianças;

09.30h – Montagem da exposição com trabalhos feitos pelas crianças sobre o ambiente;

11.00h – Inauguração da exposição pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tondela, Dr. Carlos Marta;

11.30h – Inauguração dos painéis sobre o ambiente;

12.30h – Almoço;

14.00h – Visita guiada a locais históricos da aldeia;

15.30h – Filme infantil.

Foi uma comemoração que teve como objectivo sensibilizar as crianças para a data da elevação a Freguesia e para os problemas do ambiente que a todos afecta. São as crianças do presente o futuro do amanhã e é nelas que se depositam as esperanças dum futuro melhor. A sua sensibilização aos problemas ambientais é um dever dos adultos e das instituições para que não se cometa o mesmo erro da sociedade actual, muito egoísta e nada amiga do ambiente.

Os agradecimentos do Executivo da Junta de Freguesia às entidades convidadas, Dr. Carlos Marta, Presidente da CMT, Engª Carla Pires, Vereadora da CMT, ao Sr. Luís Sá, Presidente da Assembleia de Freguesia, ao Eng. Marco, Presidente da Associação “Os Amigos de Parada de Gonta”, ao Eng. Filipe e Prof. Mariana, em representação do Rancho Folclórico de Parada de Gonta, ao Sr. David, em representação da ADRC de Parada de Gonta, ao Filipe da Associação os amigos pela sua grande disponibilidade no apoio técnico e na cedência das instalações da sede da Associação “Os Amigos”, às Educadoras e Professoras do 1º ciclo, a todos os auxiliares de acção educativa como ao pessoal do serviço de refeições da ASSODREC, ao Padre João e ao Sr. Rodrigo Xavier, correspondente do Jornal de Tondela.

Aos alunos aquele agradecimento especial e que sejam recordadas pelos adultos as frases por eles deixadas na apresentação do power point sobre o ambiente.

 

VER POWER POINT "O AMBIENTE VISTO PELAS CRIANÇAS"

 
Ver Fotos da Comemoração do 124º Aniversário

Ver vídeo do Hino Nacional

O Ambiente visto pelas crianças

Postal de Parada de Gonta..19

Foi a festa do 30º Aniversário do Rancho Folclórico de Parada de Gonta que se realizou no dia 25 de Maio de 2008.

Foi uma festa que os paradenses recordarão tal foi a alegria e boa disposição que se prolongou por várias horas nas instalações da ASSODREC, apesar do tempo não estar nada convidativo e por isso a festa teve que ser mudada do laranjal, belíssimo espaço ao ar livre, para dentro das instalações.

Quem ia chegando verificava que no laranjal estava exposto o museu do rancho (com artefactos bastante antigos oferecidos pelas gentes de parada) e alguns artesãos trabalhando nas artes tradicionais. Por volta das 13 horas foi servido o almoço a centena e meia de pessoas, passando-se de seguida à festa abrilhantada com os Cantares das Terras de Tomás Ribeiro, Grupo Cantorias de Vila Chã de Sá e o Rancho Folclórico de Parada de Gonta.

Finalmente o bolo de Aniversário.

Estiveram em representação da Câmara Municipal de Tondela o Dr. José António e a Dr. Lurdes, representantes da Freguesia e representantes das Associações Paradenses.

Parabéns a este Rancho Folclórico que tem levado bem longe o nome de Parada de Gonta.

 

Demonstração do Kit de Incêndios-Parada de Gonta

Foi a 1ª demonstração do Kit de Incêndios que a Junta de Freguesia fez, desde que o adquiriu, ao povo de Parada de Gonta.
A cargo do Sr. Rogério, do Sr. Antero Cortês e dos futuros Sapadores Florestais Carlos (filhós) e Alexandre pela Junta de Freguesia, no Largo da Bomba e sob o olhar curioso de dezenas de Paradenses, deu-se a conhecer como funciona o Kit de Incêndios numa 1ª intervenção a uma situação de emergência.
Este Kit e como o nome indica tem várias funções de prevenção e preparação de caminhos para passagem numa possível situação de emergência. Pode limpar caminhos, desentupir agueiros, desbastar mato e além de 1ª intervenção, ao serviço dos bombeiros, poderá fazer o rescaldo dum incêndio.
É uma mais valia para Parada de Gonta que esperemos que seja só precisa para prevenção e limpeza.

Lider e Lideranças..que futuro?

    Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de Abril, vem completar o quadro de mudanças introduzidas na organização e na autonomia dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

A questão que se levanta é se precisamos de gestores ou lideres nas escolas? 

    Baseado num trabalho de 2005 e a conclusão é a seguinte: 

     A nova socialização conduzirá os sujeitos para a mudança e inovação permanentes.
     A esse tipo de contexto dificilmente se adaptará a ideia de gestor, entendido como alguém que, nele próprio, detém as soluções.
     O líder será aquele que, cada vez mais, aceita partilhar o poder interno para que possa mobilizar a adesão dos subordinados aos objectivos da organização. O líder será alguém que influência mais do que comanda e que detém mais autoridade do que poder.
    É preciso ter em conta a importância que a liderança passou a ter nas organizações actuais, pela necessidade permanente de mudança e exigência de inovação.
    Parece-nos que hoje e, tendo em conta este conceito de desenvolvimento dinâmico e imparável na gestão moderna das organizações, os aspectos de liderança assumem-se como absolutamente preponderantes em qualquer estratégia de sucesso organizacional.
     Contudo em casos específicos como a escola, reconhecemos a sabedoria que transparece nas palavras “a qualidade Educativa não se impõe - constrói-se colectivamente - cabendo às lideranças educativas (gerais e intermédias) o papel de motor enriquecedor em geral e em cada um dos colaboradores” (Castro, 1998).
    Em jeito de síntese, fazemos nossa a afirmação de que a liderança se deve conjugar no plural e sendo essa arte levar os outros a querer fazer algo que estamos convencidos que deveria ser feito, assim, transcrevemos a opinião de Costa que, em nosso entender, espelha na perfeição o conceito de líder(s) transformacionais: “ O líder (os lideres) é alguém que aceita o risco da inovação, que se entusiasma, que aspira a transformar o real, que se emociona, que é pró-activo, que interage respeitando as crenças e as convicções do outro” (Jorge Costa, 1999)

 

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Ordem dos Professores, para quando?

João Grancho, presidente da ANP, disse que, segundo o estudo, "quase 80% dos professores querem um sistema de auto-regulação, uma Ordem dos Professores". "Como ponto de partida para este sistema, enfatizamos (ANP) a criação de um código deontológico para a profissão de docente, que é a única que trata da formação das pessoas que não tem um código".

Segundo o Jornal de Noticias de 17 de Maio , O estudo baseado numa amostra de educadores de infância e professores do Ensino Básico e do Secundário e que João Ruivo considerou "marcante por não existir nenhum sobre a matéria, com rigor científico, desde 1990", revela ainda que 61% não sente que o seu trabalho seja reconhecido pela sociedade.

 

Baseado num trabalho de 2005, com uma amostra muito mais pequena mas os resultados continuam a ser os mesmos, sendo a conclusão o seguinte:

O inquérito revela que a maioria dos professores estão de acordo com um código deontológico, e tudo farão para valorizar os princípios que se estabelecerem nesse código.

Aquela imagem passada para a sociedade até agora, era com efeito, de um funcionário público que cumpre ordens e reivindica direitos. Ora, essa imagem faz parte do passado e o professor precisa de ser visto como um profissional da sua área que intervém na sociedade para que sejam cumpridos os valores éticos de igualdade de oportunidades educativas para todos os cidadãos e, ao mesmo tempo, prossecução dos padrões de excelência educativa a que todos podem chegar. É este o ideal inspirador que corresponde à nova concepção de professor. Igualdade, isenção, profissionalismo, são o mote para uma nova filosofia de professor.

E agora, o que se pode fazer com um instrumento deste tipo? Está nas mãos dos professores dignificarem e valorizarem a carreira docente e pressionarem no sentido de que esta classe precisa de um Código Deontológico.
Poderá também, ser utilizado como um instrumento de investigação para melhor medir as sensibilidades dos professores e a evolução das suas reacções.
Poderá ainda ser também, ponto de partida para outros códigos mais elaborados que os vários intervenientes na educação requeiram.
Para quando a ordem?

 

       

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Provas de aferição a L.P. e Mat.

 

Dia 16 e 20 de Maio de 2008, os alunos do 2º Ciclo vão fazer as provas de aferição a Língua Portuguesa e Matemática para medir as suas aprendizagens a nível nacional. A partir daqui vão também aparecer os famosos Rankings para posicionar segundo os seus critérios as melhores escolas.

Têm os professores feito diversas reuniões para que estas provas corram dentro do rigor que é exigido. Estas  comparandas com os exames do 9º ano, são muito mais rigorosas a nível de regras e qualquer falha nessas regras por parte do aluno é logo convidado a sair da sala. Os professores com regras muito rígidas que têm que cumprir e qualquer falha pode levar a um processo de incompetência. Até aqui tudo bem há que cumprir.

O que torna este processo muito sério, rígido e ridículo é na sequência do texto que os professores vigilantes têm que ler em voz alta aos alunos, vem este parágrafo e cito Uma outra coisa que eu tenho de vos dizer é que esta prova é muito importante, ainda que dela não dependa a vossa transição para o 3º Ciclo – 7º ano de escolaridade. As informações que forem obtidas com esta prova vão permitir melhorar o trabalho dos professores”.

Parece ridículo que depois de regras tão rigidas a nivel de procedimentos da realização da prova, se convide os alunos a facilitarem a sua atenção/concentração porque as consequências não são para eles, talvez a intenção seja dizer que é para os professores.

Rigidez e facilitísmo é como 2 em 1. Uma no cravo (para os alunos) outra na ferradura (para os professores) também vale.

 

Autonomia nas escolas, para quando?

Baseado num trabalho

Escolas/Agrupamentos construíram o seu projecto educativo na base do cruzamento de perspectivas e posições diversas (professores/as, alunos/as, pais, agentes da comunidade) na base do diálogo dentro da escola e desta para a comunidade.
Passados alguns anos sobre o Decreto-Lei 115-A/98 de Maio, existe a opinião generalizada dos professores, dos alunos, dos encarregados de educação, das autarquias, de especialistas na educação e também de alguns estudos sobre o caso de que a autonomia não funciona e só está no papel.
Se houve as condições necessárias para que a autonomia fosse realmente implementada nas escolas, então o que falhou?
É reconhecido por todos que a máquina do Ministério da Educação é tenaz e burocrática e não consegue desenvencilhar-se dos seus próprios tentáculos habituados ao poder. Sendo assim, não quer deixar que as próprias escolas decidam por elas, e então continuam a ser geridas pelos decretos-lei, despachos e circulares, ofícios e outros diplomas que de uma forma mais ou menos directa vão condicionando o modo de actuação das escolas / agrupamentos.
Também se reconhece que a falta de iniciativa e a falta de capacidade de tomar decisões da actual gestão das escolas é um facto evidente, não sabendo ou não querendo tomar outro rumo que não seja as orientações do Ministério da Educação, continuando-se assim com um seguidismo ao centralismo do Ministério da Educação.
Os órgãos que o próprio decreto – lei implementou como as Assembleias de Escola e os Conselhos Locais de Educação, nada fizeram para que essa autonomia fosse conquistada. É legitimo afirmar que as assembleias de escola ainda não sabem bem qual o seu papel e não passam de mais um órgão decorativo das escolas. Também é reconhecida a sua dificuldade para reunir com todos os elementos que a constituem, sendo por isso um órgão com pouca ou nenhuma intervenção na escola.
Por tudo isto, outra questão que se levanta é a de que se realmente as autarquias juntamente com as assembleias de escola e conselho municipal da educação querem mesmo ter essa responsabilidade nas grandes orientações da escola e na condução da autonomia da escola / agrupamento?

 

Agora o novo Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de Abril que regulamenta o regime de autonomia, administração e gestão das escolas, publicado no Diário da República, visa reforçar a participação das famílias e das comunidades na direcção estratégica dos estabelecimentos de ensino, favorecer a constituição de lideranças fortes e reforçar a autonomia das escolas.
Onde já ouvi e vi isto!..

Será que é mesmo? Para quando?

Carregar onde diz SCRIBD

 

 

Projecto Educativo,um Caminho rumo à Autonomia - Upload a doc
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Ficha de Avaliação de Professores (Corrigida)

Depois de muitas e muitas reuniões entre Coordenadores/Coordenadores e Coordenadores/Departamentos chegou-se á versão final da Ficha de Recolha de Informação VIII, mais conhecida por – “FICHA DE AVALIAÇÃO DE PROFESSORES DO E PELO COORDENADOR”. As diferenças em relação à primeira são pouco visíveis mas chegar a consenso entre muitos professores e atender a cada uma das partes é que levou o seu tempo. Depois desta é preciso partir para outra grelha que meça e quantifique com objectividade os parâmetros/itens de avaliação. Ainda não foi aprovada em Conselho Pedagógico, mas devido ao consenso que se chegou entre Departamentos tudo leva a crer que sim.GRELHA de AVALIAÇÃO do COORDENADOR / FICHA DE AVALIAÇÃO MOD. VIII

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"Bitaites" sobre a entrevista a MLR

 

Parafraseando um comentador da nossa televisão vou dizer alguns “bitaites”, porque o que vi e ouvi na TVI, no programa cartas na mesa, foi aquilo que eu julgava impensável. Não sou comentador mas tenho opinião como qualquer outro cidadão, embora a quente porque resolvi logo escrever sem ouvir outra qualquer opinião.

Na entrevista que a Ministra da Educação deu na TVI, sobre a alçada da analista Constança Cunha e Sá, meteu-me dó as incongruências do que se lá dizia, ao ponto da Ministra da Educação estar a defender os relatórios da Avaliação PISA, quando estes têm sido atirados contra os professores para justificar as medidas tomadas por este ministério da educação. Afinal não estamos tão mal como isso e situamo-nos na abrangência dos países que mais têm afinidades com Portugal, que são os países do sul da Europa. Pois a questão que se levanta é se não estamos tão mal e até estamos dentro dos parâmetros dos países que nos servem de referência, o porquê de tanta celeuma e tanta hipocrisia contra a escola e o seu sistema de ensino?

Constança Cunha e Sá foi tão branda que parece que o que está a ser feito no ensino está muito bem conduzido ao ponto de ser a ministra a defender a escola, os alunos que não são tão maus e até os professores.

Mas muitas incoerências ou falta de conhecimento se verificam no discurso da ministra da educação, quando fala no novo estatuto dos alunos e da consequência das faltas.
Diz a ministra que no anterior estatuto os alunos eram avisados só quando chegavam ao limite das faltas, não é verdade e qualquer professor responsável, nomeadamente o Director de Turma, avisava os encarregados de educação até à primeira falta para saber a razão dessa falta, a não ser que o encarregado de educação apresentasse de imediato a justificação. O professor era penalizado se não actuasse dessa forma quando o encarregado de educação soubesse das faltas do seu educando e não tivesse sido avisado.
Agora quando se diz que o encarregado de educação é avisado à primeira falta, tudo não passa do mesmo com a agravante que as faltas justificadas ou injustificadas equivalem ao mesmo, podendo mesmo ser favorecidos aqueles que sistematicamente têm faltas injustificadas com as tais planos de recuperação para poderem fazer os exames.

Quando falo em falta de conhecimento da realidade por parte do ministério, falo em casos concretos que parece que o ministério não sabe ou não quer saber, como o caso dum aluno ( como muitos que há) já de si conflituoso, com uma educação muito baixa, com uma série de reprovações e que tem o suporte favorável da família, então as coisas mais se agravam. Este aluno na passada sexta-feira tinha teste a uma disciplina que diz que não gosta e depois de estar na escola, quando chegou a hora de ir para o teste pura e simplesmente chamou a mãe que não queria fazer o teste e a mãe veio buscá-lo sem justificação nenhuma. Só se viu a Directora de Turma “quase” a ter um ataque de nervos.
Já em tempos atrás, mais precisamente o ano lectivo anterior, depois de muitas tentativas da Directora de Turma para que a encarregada de educação viesse à escola tratar assuntos do seu educando, nunca apareceu, até que um dia foi retirado um maço de cigarros ao seu educando e quase de imediato apareceu na escola a exigir o maço de tabaco do seu filho.
Com esta realidade o que se pode fazer? Protecção de menores, psicólogos, escola segura, e outras mais, tudo já foi tentado. De que vale avisar os encarregados de educação se muitos deles têm esta atitude.

Outra das incoerências deste ministério é que não se deve reprovar um aluno, porque ele não aprende mais e fica muito caro aos contribuintes mas exige rigor e qualidade no ensino. Como se deve responsabilizar um aluno que não quer se responsabilizado e os encarregados de educação não ajudam? Os professores têm que arranjar estratégias de forma que ele ultrapasse a atitude que tem para não reprovar – diz a ministra.
O que vamos ver futuramente é um sucesso enorme porque os professores também são adaptáveis e em vez de atribuírem o nível negativo ao aluno que não se empenha, vão-lhe atribuir o nível mínimo para passagem, embora saibam que este aluno não merecia ser aprovado, mas para as estatísticas serve muito bem. Duma escala de 1 a 5, os alunos com 3 serão futuramente os que no passado não seriam aprovados. Todos ficam contentes e acaba a contestação.

Miminhos para o Dia da Mãe

Miminhos para o dia da mãe.

Com um pouco de paciência e alguma imaginação pode-se fazer pequenas lembranças que se tornam enormes devido à intenção com que são feitas. São lembranças feitas pelos alunos da EB 2,3 Prof. Mota Pinto - Lajeosa do Dão, para o Dia da Mãe.

 

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