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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto no que me rodeia! Arte e Educação de mãos dadas! Arte sem Arte é uma nova forma de Arte!. email: ag_silva@hotmail.com

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A.Freg. de Parada de Gonta

Salão vazio.

 

Salão onde se ia realizar a Assembleia de Freguesia de Parada de Gonta. Foi adiada por falta de quórum, e esta eh??

Bastou jogar o Benfica X Sporting para que a maioria das pessoas e da assembleia deixasse caír a máscara da responsabilidade. A mania do português é falar muito e dizer aquilo que não faz....Responsáveis todos dizem que são...mas sê-lo, aí é que a porca torce o rabo.


Instrumentos para a avaliação de professores

 

 

É na partilha que está a nossa mais valia. Alguns amigos que quiseram partilhar...

 

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE - 1

 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE - 2

 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE - 3

 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE - 4

 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE - 5

 

PLANO DE AULA
LISTA DE OBSERVAÇÃO DE AULA ASSISTIDA

COMO E QUANDO OS ITENS A OBSERVAR

 

PORTEFÓLIO - 1

PORTEFÓLIO - 2

 

OBJECTIVOS INDIVIDUAIS - 1

OBJECTIVOS INDIVIDUAIS - 2

OBJECTIVOS INDIVIDUAIS - 3

 

GRELHA DE AVALIAÇÃO - 1

GRELHA DO PCE - 2

 

ADD / SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

MODELO ADD

 

RECOMENDAÇÕES CCAP - 1

RECOMENDAÇÕES CCAP - 2

RECOMENDAÇÕES CCAP - 3

RECOMENDAÇÕES CCAP - 4

 

 

 


O Regresso do Pinóquio VII

 

 

Pinóquio VII

Já muito se escreveu sobre ( Pinóquio I ), ( Pinóquio II , ( Pinóquio III ) e (Pinóquio IV), nome fictício dado ao aluno, que regressou e se vai arrastando novamente na escola sem regra nem lei.

Pinóquio é um aluno que vem de uma família desagregada e cuja família vive do rendimento de inserção social.

Pinóquio não pode justificar o seu ambiente familiar, para ser um aluno violento, cruel, mentiroso, larápio, sem princípios e perturbador do bom funcionamento da sala de aula. Tem todos os maus vícios que qualquer adulto sem princípios poderá ter: fuma, diz asneiras, faz chantagem com os colegas, traz utensílios proibidos para a escola e não respeita funcionários e professores.

Começa assim a sua primeira história em 25 de Outubro de 2006 e passados 2 anos continua na mesma.
Pinóquio em Junho de 2007, através de um mandato do tribunal foi para outra escola, com um currículo mais prático de acordo com as suas necessidades específicas a pensar na sua plena integração. Mas Pinóquio cresceu ao sabor do vento tendo como família os grupos que o ensinaram a desenrascar-se em certas situações. Não teme a lei nem aceita as regras da sociedade. Por isso, pinóquio na nova escola continuou a fazer aquilo que lhe apetece. Faltava às aulas, não acatava ordens de ninguém e até foi proibido de entrar em vários locais onde se situava a escola. Para ele tudo se podia comprar sem pagar. A escola e as grandes superfícies de comércio estavam em estado de alerta.

Quando houve oportunidade a escola para onde ele tinha sido enviado através do tribunal, recambiou-o novamente para a sua escola de origem.

É produto do meio e a escola da sua área de residência terá de o aguentar enquanto estiver dentro da escolaridade obrigatória. As instituições vocacionadas para estes casos que tanto apregoam a forma de lidar com estes alunos ficaram sem soluções.

Pinóquio agora está no seu meio e vive como peixe na água. Falta às aulas, salta a vedação da escola, fuma, bebe álcool, ameaça os mais novos, faz o que lhe apetece e nada o atemoriza.

Como é que o pinóquio tem dinheiro para estes vícios é que ninguém sabe mas é de desconfiar.

O mais grave é que já tem um seguidor e os dois juntos estão a deixar a pacata escola em estado de alerta.

 


16º Jantar Anual - Feira de S.Mateus - Viseu

 

 

Foi o 16º jantar anual de S.Mateus deste grupo.

São dezasseis os anos que este grupo se junta para confraternizar na feira de Feira de S.Mateus. O registo destes encontros só existe a partir do 12º encontro e é uma perda para o portefólio de família que se está a construir, mas se levar em linha de conta que na altura ter uma máquina fotográfica já era um investimento de certa monta, compreende-se a razão. A ementa ao longo destes dezasseis anos sem interrupção (ver 12º encontro, 14º encontro e 15º encontro) foi sempre a mesma "frango no churrasco" e ninguém quer outra porque foi assim o combinado há já uns anitos atrás. Depois do repasto a volta do costume pelos cantinhos da feira, as exposições, o artesanato, os carrosséis, que eram a fonte de atracção dos nossos mais pequenos mas que agora mais crescidos, seus gostos já são outros, um deles acabou Engenharia Química com Mestrado incluído na Universidade de Coimbra o outro anda na Universidade de Aveiro e traz companhia como mostra na foto e por fim, como todos os anos se faz, apreciam-se umas farturas antes de rumar novamente  para casa.

O meu lema é: as amizades são construídas na base das raízes por nós lançadas e se estas forem de acordo com os  princípios de solidariedade, continuam por longos anos….

Fotos do Jantar de S. Mateus.16º

Observação: Certos actos tem que se referir e não podemos deixar passar sem os denunciar, como aconteceu este ano na Feira de S. Mateus, o que me leva a reflectir na crise de valores que existe neste mundo da globalização, mais conhecido por capitalismo selvagem, porque não olha a valores para obter o lucro. Vem isto a propósito da crise financeira que está a perturbar o sistema mundial e a pôr em causa o modelo em vigor, levantando a questão se não é antes uma crise de valores que está implantada? O lucro está acima de qualquer valor, e o que se passa é porque o homem é ambicioso, não é capaz de se regular e continua a querer sempre mais, seja da forma que for, o que interessa é o lucro. Dizem os gestores de topo que o mercado só funciona assim, mas também funciona só para o seu lado, porque quando as coisas não correm bem, nem precisam de ser responsabilizados pelos seus actos de gestão, saem e levam consigo uns bons milhões, por isso continuam a defender este modelo.

Passando à feira de S. Mateus, como atrás tinha dito a nossa ementa é sempre a mesma (frango no churrasco) e sempre no mesmo restaurante. Como éramos 6 pessoas, pedimos 2,5 frangos para a mesa com o respectivo recheio e o nosso espanto foi que um dos frangos não tinha coxas nem asas. Solicitamos a presença do empregado, que nada tinha com isto e perguntamos se já tinha vindo tudo, respondendo que sim. Então, perguntamos se algum dos frangos era “perneta ou aseta”, porque faltava essas partes. Depois chegaram à conclusão que faltava. Foi a 1ª vez que isto aconteceu, se calhar das outras vezes nem se reparava, mas são fruto da ganância e da crise de valores estes estratagemas para obtenção fácil do lucro. No próximo ano já não vamos ao mesmo restaurante, é o nosso protesto de nos tentarem enganar.

Outra que deixou perplexo quem entrava no recinto da Feira de S. Mateus, foi o pagamento na chamada "feira dos feirantes", que é a última semana desta longa feira anual e dedicada aos comerciantes, que ao longo dos 600 anos nunca se pagou, a não ser este ano. Aqui poder-se-á dizer, que o dinheiro canta mais alto ou a tradição já não é o que era.

 

 


Objectivos Individuais e a 1ª semana de aulas.

 



     Depois da 1ª semana de aulas, os professores começam a preparar-se para os primeiros passos da avaliação. Existe uma certa ansiedade e murmura-se sobre os aspectos da avaliação e das suas consequências se as coisas correrem mal. Uma coisa é certa, a preocupação da melhor forma de como se vão dar as aulas parece que desapareceu. Todos procuram inteirar-se é da forma como se elaboram os Objectivos Individuais, mesmo os mais cépticos que sempre julgaram que este processo não tinha pernas para andar.
Um alerta!..Cuidado com objectivos individuais muito ambiciosos, porque é deles que vai saír uma boa parte da avaliação. Devem ser realistas, concretizáveis e de acordo com as características dos alunos que se tem. Um bom indicador das características dos alunos e do meio onde estão inseridos é o Projecto Curricular de Turma.
O Projecto Educativo é um dos referenciais de indicadores das metas para a Escola/Agrupamento, e é nele que se vai buscar a maioria das informações sobre o que se pretende para a escola, mas o PCT é mais específico para uma turma. Por exemplo, uma das metas à disciplina x é chegar aos 90% de sucesso, porque nos tês últimos anos a média dessa disciplina x, foi de 85%. Quer isto dizer que nas turmas da disciplina x, a média do sucesso nos níveis foi de 85%, e pretende-se como diz no Projecto Educativo chegar aos 90% de sucesso, mas imagine-se que uma das turmas incluídas nessa média, conseguiu só 50% de sucesso, por aqui se verá que será muito difícil alcançar a meta do Projecto Educativo. Se no PCT estiverem explicitadas as dificuldades dessa turma, o objectivo já poderá não ser o do Projecto Educativo.

Para elaborar os objectivos individuais, temos que nos cingir aos seguintes referenciais:

Ficha de Avaliação Diagnóstica da Turma;

Projecto Curricular de Turma;

Projecto Educativo;

Projecto Curricular de Escola/Agrupamento;
PAA.

 

A todos um BOM TRABALHO.

 


Guia Para Pais/Encarregados de Educação

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Guia para Pais/Encarregados de Educação, elaborado pela Prof. Lúcia Almeida, Coordenadora dos Directores de Turma e Coordenadora da Biblioteca da EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto - Lajeosa do Dão.
Foi apresentado no dia da recepção ao caloiro este guião aos Encarregados de Educação para sensibilização dos mesmos no melhor acompanhamento dos seus educandos.


VII encontro de Prof. Cooperantes de Angola

 

Foi lindo vê-los ao fim de vinte e oito anos.

 

Foi o VII encontro de Professores Cooperantes de Angola na década de 80.

Ao abrigo dum acordo de Cooperação entre o Governo Português, representado pelo Presidente da República Portuguesa, General Ramalho Eanes, e o governo Angolano, representado pelo Presidente Engº José Eduardo dos Santos, naquele ano de 1979, dirigiram-se para Angola, centenas e centenas de professores portugueses com aspirações de cooperar na ajuda a um país irmão e de satisfazer  ou melhorar a sua vida profissional.

Foram anos de muitas alegrias e também de muitas dificuldades, mas sempre com aquele espírito de luta por aquilo que acreditavam, que fez nascer entre eles durante os anos que lá estiveram, laços de solidariedade e uma união tão forte que ainda hoje se mantém.De 3 em 3 anos, juntam-se para recordar os velhos tempos e dar um abraço de amizade entre eles.
Este encontro realizou-se na Cidade da Póvoa de Varzim, nos dias 12, 13 e 14 de Setembro de 2008 e teve a presença de seis dezenas de cooperantes de todo o país.

Embora seja o VII encontro, existem sempre caras novas, que por um motivo ou outro,  não puderam ir aos  encontros anteriores, e então, quando se encontra um amigo ao fim de 28 anos, é de uma sensação estranha ver aquela cara já marcada pelas estrias do tempo, aquela cabeça já parca em  cabelo e aquela barriguinha bem saliente, é mesmo de estranhar!.

Foi o que aconteceu com alguns...incluindo eu.

O próximo será organizado no Algarve em 2011 pela Helena Ferrajota e pelo Paulino. 

Parabéns ao Manuel Alberto e Né pelo excelente programa que disponibilizaram para este encontro de cooperantes.
Até à próxima.

 Ver mais fotos do encontro

Ver o excelente artigo "Ficou o sonho, a amizade e a camaradagem"


Recepção ao caloiro!..

 

Logo pela manhã, Pais/EE e filhos esperavam com ansiedade este tão desejado dia: o primeiro dia na Escola Básica do 2º e 3º Ciclos de Lajeosa do Dão!

Um dia para nunca mais esquecer, porque tudo ia ser novo e diferente! Tão lindos e tão singelos com os olhitos a transbordar de curiosidade e de aventura… Sabia-se que, tal como de costume, iam ser recebidos com “pompa e circunstância”, porque eram (e são os caloiros).

Lá bem no fundo adivinhava-se-lhe a inquietação: “como irá ser o baptismo? Quem será o meu padrinho?” Por sua vez, os Pais/EE esperavam certezas e alguém que lhes indicasse agora o novo percurso escolar dos seus “meninos”.

 A festa foi preparada em segredo pelas directoras de turma dos 5º e dos 9º anos (Dr.ª Lúcia Almeida, Dr.ª Margarida Henriques e Dr.ª Antonina Rodrigues, com a colaboração dos nossos alunos finalistas do 9º ano e do 2º CEF (com a sua Directora de turma, D.ª Conceição Elias).

Não se tratava de um dia qualquer… Importava dar força a estes pais e pedir-lhes a sua ajuda nesta tão nobre missão de educadores. Na verdade, “A família também ensina. Ensina com os hábitos que adquiriu, com os valores que pratica, com a linguagem que usa, com as regras que institui. (…)”. Foi nesta linha que decidimos apostar, envolvendo os “pais” e os “filhos”, tendo pensado numa recepção que conjugasse os interesses destas crianças, as histórias e os livros (uma vez que durante estes anos eles foram os leitores mais interessados e participativos, através dos Baús Pedagógicos deixados nas escolas EB1) e a necessidade de um estreitamento, cada vez maior, entre a Escola e a Família.

O dia começou com a recepção de todos os Pais/EE e alunos do 5º ano, na sala de Grandes Grupos, por parte do Presidente do Conselho Executivo, tendo-se seguido a apresentação das respectivas directoras de turma e um breve encontro com a turma e seus Pais em salas distintas. Pelas 10:15m, dirigiram-se então à sala dos Alunos onde já se encontravam os respectivos padrinhos, os alunos do 9º ano de escolaridade.

Após os juramentos de padrinhos e afilhados deu-se início à prova “De livro fechado, não sai letrado” em que cada aluno do 5º ano retirava de dentro de um baú um livro e tinha que percorrer com o livro na cabeça (e sem a ajuda das mãos) um labirinto até chegar “à outra margem” onde se encontravam os padrinhos. A cada título do livro correspondia um padrinho, pelo que à medida que cada aluno fazia a sua prova, ia encontrando o seu “protector” que logo se apressava a levá-lo ao alguidar para receber uma boa colherada de água do Sr. Luís Caetano, vestido a rigor, conforme já vem sendo uso nesta escola!

Findo o baptismo, foi feita uma visita guiada à escola com dois pontos de paragem obrigatórios: um no refeitório, onde decorreu uma acção de sensibilização sobre a alimentação, dinamizada pela Dr.ª Maria Nunes e Drª Maria Trigo, e outro na Biblioteca para apelar ao estreitamento de laços entre a Família e a Escola, ao papel dos pais na promoção da leitura e no desenvolvimento pessoal e social dos seus educandos, dinamizada pela Dr.ª Lúcia Almeida, enquanto coordenadora daquele serviço e coordenadora dos Directores de Turma.

A manhã terminou com um buffet na Biblioteca preparado pelos nossos finalistas do Curso de Educação e Formação e pela nossa cozinheira e ainda com a distribuição de um guião aos Pais/EE e um convite para a sua visita na próxima exposição a realizar naquela BE/CRE, de 13 a 31 de Outubro.

A todos os caloiros, votos de um Bom Ano Escolar!


5 dicas para a des..avaliação..

 

 

 

 

 

 

O post em baixo é do Prof. Ramiro Marques, também penso assim… mas duvido que se consiga sem ser penalizado.
O Coordenador funciona como uma salsicha, é avaliado pela Inspecção no seu desempenho como Coordenador na forma como faz a avaliação aos elementos do Departamento, nas aulas que dá, pelo Presidente do Conselho Executivo no seu desempenho com a Coordenação e na forma como faz a avaliação aos elementos do Departamento e ainda pelos seus pares de Departamento.
Digo,  não é fácil e é preciso bom senso neste imbróglio em que estamos todos metidos. Mas se todos cumprirmos com os procedimentos que hão-de ser negociados entre avaliadores e avaliados creio que o bom senso imperará.

Nem sempre é assim e apesar da minha abertura com todos os Elementos do Departamento, já vou tendo alguns aborrecimentos quando peço documentos, que são obrigatórios mesmo para apresentar em Conselho Pedagógico.
Sempre
fomos um Departamento unido que se ajudavam uns aos outros e em certas actividades quando a sua preparação ia muitas vezes pela noite dentro, todos o faziam com gosto. Agora, com a divisão da carreira em Professor Titular, as coisas começaram a piorar e muito mais quando esteve subjacente que o Coordenador (Prof. Titular) ia avaliar todos os elementos do Departamento, mesmo que fossem de grupos diferentes do seu.
Sempre disse aos colegas que é uma tarefa que me foi imposta e não tenho nenhum prazer na avaliação, mas se as regras foram mudadas, eu fui um dos que lutei contra elas, neste blogue e na manifestação de 8 de Março, coisa que esses colegas não fizeram, apesar de eu os incitar que isto da avaliação era para levar até ao fim se não nos impuséssemos. É o que está a acontecer e o processo é irreversivel com este governo.

O meu prazer de dar aulas foi trocado pelos aborrecimentos constantes a que estou sujeito.

Como diz o provérbio “A procissão ainda vai no adro”, porque quando as coisas aquecerem vai mesmo queimar. 
Apoio Ramiro Marques, vamos todos deixar as fichas de avaliação e planificações:

http://evtagostinho.no.sapo.pt/planificacao1.htm

http://www.scribd.com/people/documents/405367/folder/14085

 

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Prof. Ramiro Marques

1. Não há apenas uma forma de luta eficaz. A luta pela alteração do Decreto Lei 15/2007 e do Decreto Regulamentar 2/2008 exige a simultaneidade de várias tácticas: a luta sindical, por meio de marchas e greves, o processo negocial, a subversão interna do processo em cada escola, a resistência passiva contra os adesivos e todos os exagerados e a divulgação pública por todos os meios - jornais e blogs - dos excessos, dos atropelos, das injustiças e das perseguições.

2. Os avaliadores devem pôr-se de acordo sobre os documentos a exigir aos avaliados. Esse acordo deve fixar uma agenda minimalista de forma a que ninguém seja obrigado a fazer mais do que aquilo que a lei obriga. Os avaliados que apresentem mais documentação do que a fixada pelos avaliadores não serão prejudicados nem beneficiados por isso.

3. Esse acordo sobre os mínimos e os máximos deve incluir os seguintes aspectos: número de planificações e aulas assistidas. As planificações exigidas devem ser apenas aquelas que correspondam às aulas assistidas e estas devem ser fixadas por acordo entre o avaliado e os avaliadores. De forma a facilitar a vida a todos os colegas, os planos e os materiais de apoio devem ser divulgados e partilhados na escola e na Internet. Sugiro que façam a divulgação no scribd. Com a divulgação dos planos e dos materiais de apoio na Internet, o tempo que os professores gastam com a fase prévia ao processo de ensino (vulgo preparação das aulas) reduz-se e as energias podem ser aplicadas na relação pedagógica e no processo de ensino. Convém lembrar que as planificações escritas não servem para nada: não acrescentam qualquer mais valia ao processo de ensino e à relação pedagógica. Os planos de aula não necessitam de ser escritos. O processo de planificação pode e deve ser feito mentalmente: leituras, organização das ideias e dos conceitos, faseamento das tarefas e recolha de materiais de apoio. Eu só fiz planificações escritas no estágio. Depois disso, planifico as minhas aulas mentalmente, recorrendo ao processos descrito atrás.  Conheço professores que enchem os dossiés de planos escritos extremamente complexos e que são fracos na leccionação e na relação pedagógica. Todos os grandes mestres que eu tive e todos os grandes professores que eu conheci se recusavam a fazer planos de aula escritos. Uma coisa é preparar uma aula; outra é elaborar um plano escrito. O professor não precisa de garrotes. A aula acontece e uma certa margem de liberdade e de espontaneidade é necessária para que aconteçam coisas brilhantes e criativas.

4. Distribuir, na medida do possível, as percentagens de Excelente e de Muito Bom de forma equitativa de modo que todos os professores tenham oportunidades semelhantes, ao longo da sua carreira, de terem o mesmo número de excelentes e de muitos bons. Esta medida é mais fácil de aplicar, como é óbvio, nas escolas pequenas.

5. Melhor ainda do que a dica número 4, seria os avaliadores concordarem em utilizar apenas a menção de Bom para todos os avaliados. Isto exigiria que estes assinassem uma declaração e afirmar que recusam as menções de Excelente e de Muito Bom. Se o movimento alastrar, todo o edifício da avaliação burocrática entrará em ruptura e o descrédito será total.

Quer colaborar com mais dicas? Acha que estas dicas são viáveis?

 

 


Os filhos de Parada de Gonta.

 

Não podia deixar passar este poema dedicado a Parada de Gonta...É dum filho da terra onde as saudades apertam.

 

PARADA és como dantes
Paraiso dos que la moram
És Mãe dos teus emigrantes
Filhos que sempre te adoram

Se eu pudesse PARADA
Mandava-te ladrilhar
Com pedras de diamante
Para o teu Povo passar

O Grupo do tacho é sinal
Onde a amizade vale tudo
Tens noticia semanal
De Arte por um Canudo

Aquele abraço do Zé Carrapato

 


As Dinâmicas Organizacionais de Escola e o Modelo ADD

Dá para entender que o processo de avaliação vai ter que se fazer com este modelo que nos foi imposto e o que se pretende é que haja bom senso entre todos e respeito pelo trabalho de cada um.

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Formação

Neste meu regresso à escola, como era supostamente ser, fui parar a uma acção de formação de 2 dias, com o título “As Dinâmicas Organizacionais da Escola e o Modelo de Avaliação de Desempenho Docente”.

Como fiz na outra acção de formação de 3 dias “Avaliação do Desempenho Docente e Supervisão Pedagógica”, vou depois tentar fazer uma conclusão dos trabalhos efectuados com ou sem grupo.

Serve o presente para que outros nas mesmas circunstâncias que eu possam ter outros pontos de vista na Avaliação dos Docentes pelo Coordenador do Departamento.

Neste primeiro dia foram dadas 2 tarefas:

Tarefa 1

. Elaborar um guião para a elaboração de Projectos Educativos, tendo em conta:

- As dimensões da autonomia, da mudança e da ADD;

- Os planos do “Processo” e do “Produto”;

- Concatenar o guião com “regime de autonomia, administração e gestão (Dec. Lei 75/2008).

Tarefa 2

. Planificar o processo ADD como Projecto de Escola

Ou

. Delinear a estratégia para a elaboração do PEE.

 


Recomeça a Escola


REGRESSO ÀS AULAS (Desenho feito com lápis de cor)
 

   VEJO COM PRAZER,  ESTE DESENHO QUE FIZ A LÁPIS DE COR, APARECER EM MUITOS BLOGUES, QUE FALAM NO REGRESSO À ESCOLA DOS PROFESSORES, ALUNOS E COMUNIDADE EDUCATIVA. AINDA BEM PORQUE A INTENÇÃO ERA MESMO ESSA, FALAR DA ESCOLA, DIVULGAR O BEM MAIS PRECIOSO QUE TEMOS DE SUPORTE PARA O FUTURO.

  É NO DIA 1 DE SETEMBRO, QUE OFICIALMENTE COMEÇA O ANO, MAS  SÓ PARA PROFESSORES, NÃO PARA ALUNOS, NA PREPARAÇÃO DO ANO LECTIVO.

   DESEJO E FAÇO VOTOS PARA QUE TODOS OS ACTORES EDUCATIVOS, TENHAM UM BOM INÍCIO DE ANO LECTIVO E QUE NO FIM NOS CONGRATULEMOS PARA  QUE O ANO TENHA SIDO MUITO POSITIVO PARA TODOS OS ACTORES.

  QUEM GANHA É O PAÍS!..


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