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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

O Blog trata de brincadeiras artísticas, escola, paradadegonta e bisbilhotices. Costumo dizer "arte sem arte é uma nova forma de arte". Dizer o que vai na alma ..é sentir o que me rodeia. email: ag_silva@hotmail.com

Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

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Halloween em Parada de Gonta-2010/Postal de Parada de Gonta...70

 

 

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Ainda continuam por cá..

Pediam gostosuras!.. Quem não desse... nem que fosse apenas um sorriso, levava com  travessuras.

Foi assim que novamente um grupo de jovens e não só comemorou uma tradição Celta dos povos que habitaram a actual Irlanda, popularizada com as abóboras e a famosa frase "Doces ou Travessuras" pelos Estados Unidos da América, mas que já tem muita aceitação por cá, principalmente por jovens que gostam de se divertir e assustar.

Este é um grupo e cada vez são mais que todos os anos se manifesta pelas ruas de Parada de Gonta assustando quem passa. São jovens que gostam de se divertir e fazem-no tão bem que a sua representação até parece real.
São a maioria deles pertencentes ao grupo de teatro da ACR “Os Amigos de Parada de Gonta”. Estão de parabéns pelo que fazem e pela criatividade que apresentam nos seus trajes.

 

Ver halloween 2006

Ver halloween 2007

Ver halloween 2008 

Baile de Halloween - 2010

 
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Organizado pelo grupo de Inglês do 2º e 3º ciclos, foi comemorado o hallowe’en na escola EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto, com um desfile de máscaras e trajes do dia das bruxas, onde os alunos perfilavam perante dezenas de colegas. Além do 2º e 3º ciclos  participaram também 2 turmas do 1º CEB, o 3º e 4º anos que muito contribuiram para animar a festa.
O dia foi dedicado ao Hallowen na decoração dos espaços da escola, na construção dos adereços e nos preparativos para o baile e desfile. Pelas 15. 30h, o baile começou num ambiente fantasmagórico de monstros e bruxas em todos os cantos da escola e com música tenebrosa. Pareciam bruxas andantes tal era o seu aspecto e a forma como dançavam ao som daquela música.
Também houve desfile onde compareceram algumas dezenas de alunos que fizeram o melhor para mostrar as suas propostas fantasmagóricas. Muitos foram os aplausos dos colegas, professores e funcionários  que não se feizeram rogados e aplaudiram a criatividade dos colegas. 
Estão de parabéns todos os participantes pela criatividade e imaginação demonstrada e ainda pela forma elevada como mostraram as suas criações.
VER VÍDEO
 

Os buracos na ADD

 

 

Hoje dia  29 de Outubro (no cronograma 31)  é o prazo limite segundo o Desp.14420/2010 de 15 de Setembro que fixa os prazos máximos para se pedir aulas observadas e entregar os objectivos individuais, sendo estes facultativos.
Todos os professores são avaliados, desde os coordenadores e relatores aos contratados passando pelos elementos do orgão de gestão. O director pelo director regional, o subdirector e adjuntos pelo director, o coordenador pelo director, o relator pelo coordenador e os professores pelos relatores.

Diferenças entre o actual ciclo de avaliação 2009/2011 e o passado ciclo de avaliação de 2007/2009 são significativas e têm repercusão  a nivel de carreira, com a extinção das categorias de  professor e professor titular.

No ciclo de 2007/2010 considerava-se haver um grande filtro que fazia a divisão na carreira a partir do 7º escalão.

No actual ciclo de avaliação 2009/2010 podem-se considerar que existem três filtros ao 3º, ao 5º   e ao 7º escalão, sendo que é obrigatória a observação de aulas na passagem ao 3º e 5º escalão e  cota para progressão na passagem ao 5º e 7º escalão,  embora exista  um topo mais alargado na carrera que vai ao indice 370. Os objectivos individuais passam a ser facultativos ao contrário do ex.ciclo de avaliação que se consideravam obrigatórios.

As estruturas de avaliação do actual modelo são: Director Regional, Director, Coordenador, Relator, CCAD e Júri de avaliação, enquanto que no outro eram só o Director, Coordenador e CCAD.

Para o actual modelo foram definidos  os Padrões de Desempenho Docente que é preciso ter em conta.

Os procedimentos são idênticos entre os dois ciclos a nivel de instrumentos de registo, calendarização, tempo de avaliação e recurso.

Para quem julgava que o caminho estava  mais facilitado para chegar ao topo da carreira bem que se enganou porque os  buracos são vários e dificeis de ultrapassar durante o percurso.

Se tudo correr bem sem qualquer percalço na carreira são precisos 34 anos para chegar ao topo..

 

"Arte por um Canudo 2"

Protecção Civil mostra-se na Escola

Protecção Civil mostra-se às escolas e alerta alunos para vários perigos
Ao toque da sirene de emergência, alunos, professores e funcionários da Escola Básica 2,3 Dr. Mota Pinto, na Lajeosa do Dão, concelho de Tondela, concentraram-se junto ao gimnodesportivo para integrarem um simulacro de incêndio, seguido de evacuação.
A combater o 'incêndio', que deflagrou nos balneários, estiveram os bombeiros de Tondela, auxiliados pela secção da Lajeosa do Dão, que extinguiram as chamas e ainda fizeram uma evacuação de um aluno que tinha ficado 'encurralado' nos balneários, a quem foi prestada a devida assistência.
A iniciativa foi promovida pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) que, em colaboração com o Governo Civil de Viseu, realizou acções de sensibilização sobre diversos temas e deu a conhecer aos mais novos os meios existentes no distrito para garantir a segurança da população.
Assim, além de sessões teóricas sobre a evolução da sinistralidade no país e no distrito, os alunos foram sensibilizados para alguns comportamentos que devem ter para evitar situações de risco, como por exemplo, a utilização do cinto de segurança, atenção a atravessar passadeiras e saídas dos autocarros.
A ANPC também deu a conhecer o Sistema Nacional de Protecção Civil, ou seja, quais os agentes e o papel de cada um deles, o que significa protecção civil e consciencializou os alunos sobre os perigos a que estão sujeitos.

Sessões práticas e teóricas
Estas acções inserem-se no plano de actividades da ANPC, que optou por concentrar no mesmo dia acções teóricas e situações mais práticas. Na parte mais prática, além do simulacro, os alunos tiveram a oportunidade de ver as viaturas e o material utilizados na protecção e socorro das pessoas.
Da exposição de viaturas fizeram parte uma carrinha da Protecção Civil, utilizada para comandar as operações quando há grandes incêndios, duas viaturas do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) com o respectivo equipamento, carros da Brigada de Trânsito e da Guarda Nacional Republicana (GNR) e uma moto também da GNR. A parte prática foi a mais empolgante para os alunos, pois puderam contactar com os veículos e entrar em alguns, socializar com um cão labrador utilizado em buscas, fazer um teste de alcoolemia e equiparem-se a rigor com colete à prova de bala (com sete quilogramas de peso), capacete, escudo e bastão.
A ANPC tem mais três sessões deste género agendadas para o distrito, mas a entidade está disponível para fazer acções mais específicas nas escolas que assim o desejarem.  

 

 

Reportagem feita por Catarina Tomás Ferreira do Diário  de Viseu

Ai os sapatos!..

 

Não, não é uma ilusão..é mesmo o que pensam que é. São os sapatos de um professor na recepção a certas entidades que visitaram a escola. Pois aconteceu mesmo. Hoje dia 27 de Outubro, numa accção organizada na escola pela Protecção Civil para sensibilização dos alunos da EB 2,3 Prof. Dr. C. Mota Pinto, lá estava o professor na recepção aos convidados. Alguns dos convidados e  muitos dos alunos até repararam nos sapatos trocados que o professor tinha mas nada lhe disseram.
Foi preciso um dos alunos dos NEE (Necessidades Educativas Especiais) chamar a atenção do professor acenando-lhe para os sapatos. Logo o professor se apressou a repor a identidade verdadeira aos seus pés. Até porque os sapatos eram bem diferentes sendo um castanho e o outro preto.

Faz-me lembrar o conto de Hans Christian Anderson “O Rei vai nú”, todos olham mas ninguém vê.

Por e-mali chegou-me a foto aqui exposta com os suguintes dizeres “ Oi Agostinho, aqui vai a prova provada da troca de sapatos...Para o caso da familia não acreditar! Até amanhã.”

 

Obs:Hoje o horário de trabalho  foi das nove da manhã às nove da noite e depois admiram-se da troca de sapatos!.

Como se faz o pão?

Como se faz o pão?

Se não sabem, nós podemos contar, e até explicar….

Somos o Jardim de Infância de Parada de Gonta, e para comemorar o Dia da Alimentação efectuámos uma visita de estudo à Padaria do Jumbo, em Viseu para assistirmos ao processo de fabrico do Pão. Nesse dia convivemos com padeiros e pasteleiros e interagimos com os ingredientes …, e de massa nas mãos pusemos mãos à obra.

E assim se caminha no Jardim de Infância no real e no concreto, rumo ao futuro…

Fiquem connosco, e as nossas fotografias!

 

Parada de Gonta, 22 de Outubro de 2010

 

OBS: São muitos os emigrantes que gostam de ver fotos dos seus netos, filhos dos seus amigos, filhos de familiares e por isso com autorização do Blogue "As Nossas Vozes", do Agrupmento de Escolas da Lajeosa do Dão, vou colocando neste espaço as fotos dos alunos das escolas de Parada de Gonta..

 

Foram ao meu bolso!..

 

Creio que muitos portugueses desconhecem, assim como eu desconhecia e se a comunicação social sabe, é grave, porque não informa os portugueses.
No passado Sábado, dia 9 de Outubro, dirigi-me à loja do cidadão em Viseu para comprar o chip electrónico, por causa do meu filho que estuda na Universidade de Aveiro. Como o carro não está em nome dele, não tem direito àquela isenção de 10 passagens e embora tenha residência em Aveiro, não pode usufruir dessa isenção. Começa aqui o ridículo da situação. Se o carro estivesse em nome dele, usufruía dessa isenção, mas que raio de principio! Se ele é estudante como é que ganha para ter um carro em nome dele! Ridículo!..

Podem sempre dizer como o governo diz quando quer tirar a água do capote. Tem alternativas? Vai de transporte público! Isso é que era bom? Transportes das aldeias para as cidades, não funcionam. Seria muito difícil o rapaz vir o fim-de-semana de Aveiro a Parada de Gonta e por isso a opção num carro já entradote.

Continuando, nesse mesmo Sábado, não foi possível comprar o dispositivo electrónico, porque havia uma avaria no sistema informático e como não há hipótese de fazer isto durante a semana, porque sou um comum cidadão e as minhas horas de trabalho parecem que coincidem com estes locais onde se pode comprar o dispositivo, pensei, lá vai o filhote apanhar umas multas de 0,30€ além do pagamento das portagens, até a situação da compra do chip estar resolvida.

Hoje, Sábado, dia 23 de Outubro, dirigi-me novamente à loja do Cidadão em Viseu e qual o meu espanto quando a funcionária me diz, que está tudo sinalizado no meu nome as passagens que o carro já teve pelas portagens (entrada e saída de Aveiro são várias as portagens) e se eu queria pagar com a referido acréscimo ou multa como lhe queiram chamar.
Respondi que julgava que avisavam para casa quando se tinha que ir pagar embora soubesse que ia fazer com multa de 0,30€ por cada passagem. Diz-me a senhora, não, não, quando isso acontecer já leva uma coima de 25€ por cada vez que lá tenha passado. E explicou-me o que eu não sabia e como eu, a outros que lá estavam: Até aos 5 dias úteis por cada passagem, poderão pagar com multa de 0,30€, mas não são avisados para isso e creio que muita gente inocentemente ainda está à espera de ser avisada para pagar julgando que a multa é de 0,30€ por cada passagem.

Aqui falha a Comunicação Social que o seu papel devia ser informar acautelando muitos milhares de pessoas para o que vai acontecer.

Outra, lembram-se quando da discussão dos chips se estes deviam ser obrigatórios ou não? Pois nessa altura falava-se que os chips, se fossem obrigatórios, o seu valor era abatido conforme as portagens.

Agora podem não ser obrigatórios, todos têm a liberdade de escolha, o seu valor é de 27€ sem abatimentos nas portagens, mas quem não os comprar sujeita-se a ter que andar a pagar as passagens sabendo a trabalheira que isso dá e se por algum motivo não o consegue fazer apanha com uma coima, que o leva a pensar..mas que raio de liberdade é esta!

Alerto que são 25€ de coima quando forem avisados para pagar por cada passagem.

Mais vale prevenir...não vá o diabo tecê-las.

 

"Arte por um Canudo 2"

ADRC - Nova temporada.

CARREGAR NA IMAGEM PARA IR PARA O BLOGUE DA ADRC

O blogue da ADRC de Parada de Gonta tem novo visual e propõe-se a dar noticias actualizadas sobre a Associação Desportiva.

O inicio da temporada é já no Domingo.Venha ao Estádio Thomaz Ribeiro e conte com uma surpresa...

 

Uma pequena maravilha do longínquo ano de 1946

Folha de Tondela-nº1114-31/3/1946.Foot-Ball.
No passasdo domingo esta risonha aldeia, recebeu a visita do simpático agrupamento,Clube Desportivo de Canas de Sabugosa o qual realizou uma partida amigável com o grupo local. O team da nossa aldeiatriunfou brilhantemente marcando dois tentos contra um do adversário.Ao jogo assitiram muitas centenas de pessoas ávidas de presenciar este match.A primeira parte terminou em empate a 1-1.= tento da vitória foi obtido na segunda parte.
Pelo team local alinharam:Cete, Felicio e Parente; Pombo, Faria e Eduardo, Elisio, Teixeira, FariaII, Abilio e Antero.

Dia das Sopas

Fazendo parte da comemoração do Dia Mundial da Alimentação e do programa da Semana da Alimentação que se está a comemorar na EB 2,3 Prof. Mota Pinto, hoje foi o dia dedicado às sopas. Sopas para todos os gostos e em cada uma um folheto sobre o seu valor nutritivo.

Dia da Fruta

 

Na sala de professores da EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto - Lajeosa do Dão também se comemora a Semana da Alimentação com o Dia da Fruta. Ditado Inglês "One apple a day keeps de doctor a away".

Esta fruta foi doada pela Camara Municipal de Tondela para comemoração do Dia Mundial da Alimentação, a qual o Agrupamento agradece e que hoje foi distribuida aos alunos, professores e funcionários, integrada na semana da Alimentação Dia da Fruta.



Rankings das Escolas/Distrito de Viseu - 2009/2010

Esta Sexta-Feira, foi marcada pelos rankings das escolas do Jornal Público e como qualquer cidadão interessado nas questões da educação, também fica o registo duma opinião minha, que embora não seja isenta, é uma opinião que pode ou não ser considerada, tudo depende do ponto de vista de quem a lê.

Não vou questionar a fidelidade dos rankings, embora continue a achar que não é justa a dicotomia Público vs privado.

De qualquer forma, tenho de falar na escola onde estou inserido e que também fez as tais provas para a classificação dos rankings. Como já tinha referido num post sobre rankings do ano passado, é uma escola bem do interior, onde a maioria dos alunos se levantam por volta das 7 da manhã e só chegam a casa por volta das 7 da noite, não têm uma biblioteca municipal, não têm cinema nem qualquer evento cultural típico de uma cidade, não faz segregação de qualquer tipo aceitando todos os alunos que nela se queiram inscrever, muitos dos alunos não conhecem o mar nem nunca foram a um cinema. É uma escola que muitos dizem que tem as horas contadas e os encarregados de educação quando podem deslocam os seus filhos para a cidade. Lá aprendem melhor porque são escolas com melhores recursos, é o que dizem. Também concordo que as escolas nas cidades tenham melhores recursos mas só a nivel do meio onde estão inseridas, porque a nivel de aprendizagens já duvido e se nos fiarmos nos rankings, vemos que a escola inserida num meio desfavorecido até ficou bem à frente da maioria das cidades do seu Distrito.

Das 64 escolas do distrito de Viseu, a da Lajeosa do Dão, ficou num honroso 21º lugar e a nível nacional das 1295 escolas ficou na 325ª posição, descendo ligeiramente em relação ao ano passado. Embora os professores sejam os mesmos costumamos dizer que também vai muito das fornadas.

Ver caixa 

 

Lista e Posição das Escolas do Distrito de Viseu

Do lado esquerdo posição no distrito e no lado direito posição a nivel nacional

1- Colégio Lamego 22

2- Colégio da Via-Sacra (Viseu) 40

3- Colégio da Imaculada Conceição (Viseu) 48

4- Esc. Sec. de Tondela 66

5- Escola Básica n.º 2 de Oliveira de Frades 81 -

6- Esc. Básica e Sec. Eng. Dionísio Augusto Cunha 101

7- EB n.º 2 de Campo de Besteiros 133

8- Esc. Sec. Alves Martins 134

9-EB Aristides Sousa Mendes (Cabanas de Viriato) 160

10- Escola Básica n.º 2 de Castro Daire 165

11- EB Infante D. Henrique (Viseu) 174

12- EB Grão Vasco 181

13- Esc. Sec. de São Pedro do Sul 210

14- Esc. Sec. de Nelas 221

15- Escola Básica de Ínsua 243

16- EB Aquilino Ribeiro (Vila Nova de Paiva) 249

17- EB do Viso (Viseu) 263

18- EB do Caramulo 277

19-Esc. Sec. de Carregal do Sal 312

20- EB Dr. Fortunato de Almeida 315

21- EB Prof. Dr. Carlos Mota Pinto (Lageosa do Dão) 325

22- Esc. Sec. Frei Rosa Viterbo (Sátão) 326

23- Esc. Sec. de Santa Comba Dão 342

24- Esc. Sec. Dr.ª Felismina Alcântara (Mangualde) 346

25- EB e Secundária de Oliveira de Frades 350

26- EB Dr. José Lopes de Oliveira (Mortágua) 362

27- Externato D. Afonso Henriques 390

28- EB Ana de Castro Osório (Mangualde) 423

29- Esc. Sec. Emídio Navarro (Viseu) 429

30- EB Gomes Eanes de Azurara (Mangualde) 436

31- Escola Básica de Penedono 461

32- EB D. Duarte (Viseu) 475

33- Esc. Sec. Viriato (Viseu) 487

34- Esc. Sec. Latino Coelho 511

35- Esc. Sec. de Castro Daire 646

36- EB de Santa Cruz da Trapa 659

37- EB n.º 2 de Sátão 715

38- EB Dr. Azeredo Perdigão (Abraveses) 717

39- Esc. Sec. de Vouzela 772

40- Escola Básica General Serpa Pinto, Cinfães 778

41- Esc. Sec. Dr. João Lopes de Morais (Mortágua) 790

42- Esc. Sec. de Molelos 791

43-Escola Básica Gomes Teixeira (Armamar) 817

44- EB Integrada com Ens. Sec. Jean Piaget (Viseu) 844

45- EB de Campia 852

46- EB de Ferreira de Aves 1199

47- Escola Básica n.º 2 de Santa Comba Dão 168

48-EB n.º 2 de Carregal do Sal 874  

49- Escola Básica Padre João Rodrigues 888

50- Esc. Sec. de Vila Nova de Paiva 896

51- EB e Secundária de Moimenta da Beira 925

52- Colégio Imaculada Conceição (Lamego) 957

53- EB n.º 3 de Mundão 1009

54- EB e Secundária da Sé (Lamego) 1044

55- EB de Mões 1109

56- EB de Lamego 1110

57- EB de Souselo 1130

58- EB n.º 2 de São Pedro do Sul 1137

59- Esc. Sec. Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende 1157

60- EB D. Luís de Loureiro (Silgueiros) 1176

61- Esc. Básica e Sec. Dr. José Leite de Vasconcelos 1191

62- EB e Secundária de São João da Pesqueira 1213

63- Esc. Sec. D. Egas Moniz 1223

64- EB e Secundária de Penalva do Castelo 1224

65- Escola Básica e Secundária Abel Botelho 1259

 

"Arte por um Canudo 2"

Progressão 2010-Clarificação precisa-se..

Sem entrar em grandes pormenores a questão actual que se coloca aos Directores de Escola é se os professores que perfaziam o tempo de permanência no escalão no ano civil de 2010, se progridem ou não?

 "O Decreto-Lei n.º 270/2009, de 30 de Setembro, estabeleceu, na alínea b) do nº 6 do artigo 7º, uma regra transitória em matéria de progressão na carreira para os docentes que, no ano civil de 2010, perfaçam o tempo de serviço necessário para progredirem ao escalão seguinte e tenham obtido na avaliação do desempenho do ciclo de avaliação de 2007-2009 a menção qualitativa mínima de Bom.”

 Até aqui tudo bem.. e de acordo com aquela norma, a progressão dos docentes por ela abrangidos depende, além  da obtenção de uma menção qualitativa igual ou superior a Bom de uma apreciação intercalar do desempenho, realizada a requerimento dos interessados.

Com a saída do “Decreto-Lei n.º 75/2010 de 23 de Junho” as coisas complicaram-se e a interpretação dos dois diplomas está a gerar certa confusão e um mal-estar nos docentes que são abrangidos.

Escolas que dizem que a regra transitória do Decreto-Lei 270/2009, de 30 de Setembro, aplica-se independentemente da saída do “Decreto-Lei n.º 75/2010 de 23 de Junho, progredindo todos os professores através duma apreciação intercalar. Outras dizem que progridem todos com excepção daqueles que vão para o 3º, 5º e 7º escalão, outras ainda dizem que a partir de 23 de Junho ninguém progride.

É preciso que a tutela clarifique estas situações o mais rapidamente possível, porque as várias situações se encontram contempladas, o que cria um mau estar nos professores ao serem confrontados com a mesma situação mas resolvida de forma diferente conforme a escola onde se encontram.

 

Nota: O seu a seu dono "projecto do despacho para clarificação"

 

Progridem todos com a "apreciação intercalar" à excepção daqueles que vão para o 3º, 5º e 7º escalão a partir de 1 de Setembro.

44º Convívio do GT

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Jantar   organizado pelo Grupo do Tacho de solidariedade com a ADRC de Parada de Gonta. Foram três dezenas os convivas que apareceram neste apelo de solidariedade com a ADRC que inícia a nova época futebolistica na distrital de Viseu. Quisemos mostrar que estamos presentes e solidários com a Associação e desejar-lhes boa caminhada na época que se inicia.Como tem sido apanágio do grupo foi um jantar que decorreu com animação e alegria, e durou com a discussão do tema "Crise Associativa" até às tantas num café de Sabugosa.

Tabela Salarial dos Professores

Salário iliquido

 

Para que fique claro..porque não há nada a esconder nos salários dos profesores como na maioria das profissões. Não existem ajudas de custo nem qualquer outro tipo de extra. Quanto ao último indice ou seja ao topo da carreira que eu saiba ainda ninguém lá chegou.

Retirado do blogue "Pé-ante-Pé"

Testemunho impressionante.

A “Oportunidade”
A palavra “oportunidade” vem sendo demasiadamente prostituída, de há uns tempos para cá. Refiro-me sobretudo ao modo como é usada e aplicada nos cursos do programa “Novas Oportunidades”, com que lido diariamente e que sem excepção me deixam prostrada, no anseio, que me guia, de concretizar boas práticas profissionais. O que parecem não perceber os vários responsáveis pela criação e pela organização das “oportunidades” é que esta é uma palavra selectiva: não chama toda a gente. Ora, pelo contrário, toda a gente é chamada às “Novas Oportunidades”, com o aceno luminoso de um salário mensal e de um diploma, ao fim de pouco mais de um ano de comparência à formação. Digo comparência, porque pouco mais é necessário.
Passo a explanar alguns dos graves problemas que corrompem um projecto cujo ideal é bonito, mas estropiado pela sua implementação cega:
1. A selecção dos adultos (penso nos EFA e nos RVCC, mas os CEF também cabem aqui) é, geralmente, pouco criteriosa, juntando num mesmo grupo pessoas com níveis de formação assaz distintos, dificilmente conciliáveis. Além disso, a sua formação humana é bastas vezes precária e a disposição para o trabalho, habitualmente, nula. Há dias, houve quem, num arroubo de sabedoria, me aconselhasse a não levar aquilo “tão a sério” (por “aquilo”, referia-se ao cumprimento de horários).
2. Muitos deles estão ali porque foram coagidos pelo IEFP, tendo como única motivação o dinheiro que lhes cai na conta todos os meses, procurando todos os subsídios a que vagamente ouçam poder ter direito. Se conseguirem a certificação no final, é ouro sobre azul. Se a sala estiver equipada de computadores e o curso até for ligado à área tecnológica da informática, então vamos a transformar o espaço de formação num escritório pessoal, de que não podem ser dispensadas as redes sociais nem o MSN. Se o formador pedir trabalho pelo meio, terá de esperar por uma pausa nos contactos de monta que se estabelecem ali, mesmo por quem não conhecia os equipamentos informáticos, mas que depressa chega com deslumbramento ao maravilhoso mundo novo das tecnologias.
3. Os referenciais são abstrusos, incoerentes, irreais e ocos. Além da regular discrepância entre os conteúdos propostos e o tempo de duração do módulo (ora são em demasia para as horas previstas, ora as horas excedem em muito o necessário), os vários módulos repetem pontos uns dos outros, não se percebe uma linha sequencial de matérias nem de nível de dificuldade – e todos têm de ser adaptados aos chamados “temas de vida” e “actividades integradoras”, que limitam confrangedoramente o trabalho de formação.
4. O conceito-chave de “competência”, que norteia todo o programa, está orientado para práticas profissionais, sociais e pessoais que não contemplam a cultura nem o conhecimento – a base sólida de toda a formação.
5. Se existem adultos que não correspondem aos objectivos dos módulos, se não se esforçam nem apresentam trabalho, não podemos pensar numa “não validação”, porque, como me disseram recentemente numa reunião, “não é suposto haver não validações”. Se o formando ultrapassa o limite mínimo de faltas que podia dar, é convidado a assinar algumas horas, na tentativa de que se salve ou permaneça um tempo mais no curso, de modo a não prejudicar as entidades formativas, que são avaliadas em função do número de validações atribuídas e da quantidade de burocracia que fazem nascer. Invariavelmente, são os próprios formandos que acabam por desistir – uns porque percebem que não podem ficar ali sentados sem fazer nada; outros porque depressa detectam o calibre de alguns dos colegas de grupo e não estão para aturar delinquentes.
6. A avaliação dos adultos é feita bastante em função de “reflexões” que têm de redigir com regularidade, juntamente com documentos de “auto-avaliação” – quando poucos têm bases para realizar semelhante exercício ou se interessarem sequer por ele. A lei do menor esforço impera, e é corrente a confissão de “não senti dificuldades”, que isenta o indivíduo de desenvolver o pensamento. Ademais, quase ninguém sabe pensar nem escrever, e o que custa é sabiamente evitado.
7. Nos módulos de Linguagem e Comunicação/CLC, a colaboração nas actividades integradoras resume-se a um “redigir textos”, que, na maior parte dos casos, acaba às costas do formador: as lacunas de expressão e de correcção escrita são tais que é necessário reescrever os textos (ou linhas) entregues pelos formandos, de modo a que se tornem apresentáveis ao exterior.
8. Muitos adultos com o 6.º ano chegam a obter, num período de poucos meses, o diploma do 12.º ano, contando a sua história de vida e fazendo pesquisas na Internet. Raros são os chumbados, findo este percurso, justificando-se, muitas vezes, a certificação, pelos psicólogos e engenheiros envolvidos na avaliação, com o sentimento de “valorização pessoal” que daí advém para os “adultos”.
9. Os formadores são tratados como peças num jogo de xadrez: têm de se desdobrar para chegar a todo o lado e inventar disponibilidade para quem, em muitos casos, não a valoriza. Em múltiplas entidades, não sabemos quando vamos receber, o que frequentemente acontece com um atraso de 4 e 5 meses para com o período de trabalho realizado – porque os subsídios do Estado não chegam e as entidades que gerem vários cursos não têm meios para adiantar pagamentos. Algumas, que o têm, não sentem essa preocupação. Em todos os casos, a prioridade é o pagamento aos ditos “adultos” que, se não recebem no final do mês, boicotam a formação.
10. Os formandos têm sempre razão. Estas são apenas algumas das dificuldades com que o profissional de educação/formação se vê a braços, se quiser trabalhar e ainda não tiver lugar nas escolas públicas – ou se simplesmente escolher outros percursos de trabalho. Salvaguardo as excepções que existem para todo o panorama descrito, tão mais dignas de menção quanto é negro o quadro com que contrastam – quer entre os formandos, quer entre as entidades formativas. Em todo o caso, a situação é inegavelmente preocupante, fazendo-nos cúmplices da proliferação, no nosso país, de uma estufa de párias, que não sabem dar valor à aprendizagem e se iludem quanto às suas “competências”, com a subscrição do Estado e uma palmadinha nas costas. Ainda assim, não deixo de sonhar com o dia em que a palavra “oportunidade” seja limpa e volte a brilhar. Trabalho para isso a cada minuto.
(autor/a que solicitou anonimato)

Retirado do blog "A Educação do Meu Umbigo"

 

"Arte por um Canudo 2"

Postal de Parada de Gonta..66 /Rio Pavia - Anos 60

Caro Dr. Agostinho:

De vez em quando, não tanto nas vezes dos quandos que desejava, mas nos quandos que as vezes me têm permitido, aqui tenho vindo ao "Arte por um canudo" perguntar pelas novas da minha terra.

Tão relevante têm sido, também, assim o confesso, o rebuscar, "nos fundos dos meus baús", as memórias que por lá  fui arrumando, amontuadamente.  

Por coincidência ou não, nos últimos tempos, tropecei nuns arrumos que por lá escondi, e que devo ter feito lá pela década de 60 do século passado. 

O assunto é o mesmo que hoje apoquenta, angustiadamente, duas moças, que identificou como Rita e Bárbara, e que se debruçaram sobre estado calamitoso em que se encontra o nosso Rio Pavia.    

As moças têm toda a razão em alertarem a comunidade para o problema.
O Rio Pavia não deixa ninguém indiferente.

Ontem, como hoje, o Pavia sempre foi tema de respeitos e de amizades dos paradenses para com ele, principalmente dos jovens.

Também os jovens de há meio século podiam falar do Rio Pavia da maneira como lhe mando, porque o Pavia Rio era o que documentam as fotografias que aqui lhe remeto. 

Porque há profundas razões para as preocupações da Rita e da Bárbara, que deixam o apelo às autoridades, aqui deixo um pequeno contributo do tempo em que as cidades não tinham ainda as ETARs a funcionar. 

A "arteagostinho" caberá, se assim o entender, proceder ao arranjo gráfico do conjunto, e dar-lhe o uso que lhe aprouver,  num contributo para a consciencialização do problema, com a ajuda do "Arte por um canudo". 

Um abraço

 

São estes momentos que obrigam à continuação do Blogue. Um agradecimento especial ao Paradense que enviou as fotos e o poema.

Muito obrigado Dr. Riquito

O POST a que o Dr. Riquito faz referência é este Alerta de 2 jovens Paradenses

 

 PAVIA  RIO

 

As águas andadas, paradas

Nas planuras das levadas,

Deste meu rio Pavia,

São águas puras e calmas,

Capazes de limpar as almas,

De todas as vidas sombrias.

 

Preguiçoso em seu leito,

Neste curso mais estreito,

Do moinho dos Romões;

Vêm dos Saguchos ao Vieiro,

Bordejado de amieiros,

Beijar choupos e chorões.

 

Quando desce os degraus,

Das represas de calhaus,

As mães de água dos moinhos;

É melodia - cantata,

Em pequenas cataratas,

Bailando em torvelinhos.

 

Moinhos de mós cansadas,

Com tremonhas já caladas,

Ninguém melhor do que tu,

Recebes com devoção,

O milho do nosso pão,

E o tornaste em “sagu”.

 

É nas invernias cheias,

Som e água ali sem peias,

Que se torna mais troante;

Transborda fora do leito,

Arrasta tudo a eito,

Segue lesto a jusante.

 

E nós ouvimos à noite,

Ninguém haver que se afoite,

A calar a sua voz;

São os serões ao borralho,

Ou as jogadas do baralho,

A sonhar verões p’ra nós.

 

Quando então chega o calor,

E tu, dolente tenor,

Regressas ao curso normal,

Descemos adentro de ti,

E a “mimosa” sorri,

Espreitando do pinhal.

 

Entre nós e a natura,

Há devaneio que dura,

Os tempos de mocidade;

Mas o meu rio Pavia,

No amor ele porfia,

Por ser lugar sem idade.

 

Mais uma vez Obrigado!..

Dr. Riquito

Lajeosa a ler mais...

Lajeosa a ler mais…

Retratos de um concelho - Tondela a ler mais

“O mundo é um livro, e quem fica sentado em casa lê somente uma página”.

Santo Agostinho

Nos dias de hoje, já ninguém questiona a importância da leitura na formação e na educação dos nossos jovens. Ler significa conhecer, para depois reflectir e crescer em conhecimentos. Diríamos que a leitura é um mar de possibilidades que nos transporta ao conhecimento, mesmo inconsciente, do mundo que nos rodeia.

Na verdade, lemos todos os dias de diferentes modos, mensagens visuais, auditivas, corporais, mas pegar num livro e viajar num tempo e num espaço diferente do que nos é perfeitamente habitual tem sido esquecido. Pegar num livro e ler aos colegas, aos filhos, aos pais, aos amigos ou simplesmente ler para nós próprios.

É sempre um prazer que é preciso descobrir para desfrutar.

Lembro-me tão bem, quando eu professora saía com os meus alunos, cada um com o seu livro preferido debaixo do braço e íamos à procura do melhor sítio para viajar…

A mais bela experiência de leitura aconteceu-me em 1992 quando cada um de nós trepou para cima de uma laranjeira e, refastelados, abrimos os livros e… lá fomos ouvindo bocados de histórias do Pedro, da Maria, do João, da professora…

Mais tarde, idealizámos uma revista mensal e… fizemo-la toda à mão com primeira página, ilustração, passatempos, textos informativos e textos em prosa e poesia. Vendemo-la aos pais, aos tios, aos avós…

            Hoje, o tempo na escola dissipa-se por entre os toques, os mails, as buscas e as cópias na Internet, dando a triste sensação de que já foi tudo inventado e que não vale a pena imaginar, criar, fantasiar. Os alunos acordam cansados e não sorriem. Andam carregados de manuais que não lêem e de cadernos que odeiam. E afinal, apesar dos seus computadores portáteis, alguns não sabem pesquisar!

            São estas as maleitas do nosso tempo que é preciso começar a prevenir, desde cedo, em casa, na família e em toda a comunidade.

 

           É urgente ler mais.

          Como diz o pedagogo Paulo Freire “ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens educam-se entre si, mediatizados pelo mundo”. É urgente dar o exemplo, porque a família é um tesouro que é preciso continuar a estimar, porque a educação, como diziam os nossos avós começa em casa, com as regras, com os usos e costumes, com o exemplo.

Em traços gerais, são estas as linhas do nosso projecto “Lajeosa a Ler mais”. Queremos ir mais longe, abrir as portas ao mundo, de mãos dadas com pequenos e grandes leitores. 

Queremos muito que todos comecem a ler mais: em casa, nos jardins de infância, nas escolas do 1º CEB, na escola EB 2,3, nos cafés, no jardim, no concelho de Tondela, porque a educação é sobretudo um processo contínuo de desenvolvimento social e o “grande segredo para o aperfeiçoamento da humanidade” (Kant).

Falo de um projecto anual do Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão, dinamizado pela Biblioteca desde os “baús pedagógicos”, aos “autores em destaque”, às “olimpíadas da leitura”, às “histórias contadas a meias”, às “histórias lidas pelos pais”, à “biblioteca aberta aos pais” (empréstimo domiciliário de livros), à “manta da leitura”, à “casa da leitura da Bli” (biblioteca itinerante para os jardins de infância e escolas do 1º CEB), ao “ciclo de cinema na escola – outras leituras”, faz sentido o grande encontro entre pais, escola, alunos, professores, comunidade. Mas também falo de um grande projecto concelhio “Retratos de um concelho – Tondela a ler mais” que conta com actividades partilhadas ao longo do ano, fruto das parcerias entre todas as bibliotecas escolares do concelho, a Biblioteca Municipal, a Câmara Municipal de Tondela, escritores e associações culturais locais.

             Boas leituras!

A coordenadora da Biblioteca

Lúcia Almeida


Os Pinóquios das TVs

Afirmações como a de Miguel Sousa Tavares na 2º feira e as de Silva Lopes de hoje, 5ª feira, nas TVs, merecem resposta de reposição da verdade das organizações de professores. As coisas que eles dizem..o deficit é culpa dos professores porque fizeram aquelas grandes manifestações e o governo teve que claudicar. Só para lhes lembrar, até porque eu participei nessas manifestações, e o que me levou lá e creio que a todos os professores foi o mau estar que se criou nas escolas com a famosa ADD, avaliação de desempenho docente, que era inútil, burocrática e injusta.

Espera-se uma resposta dos sindicatos que até foram apelidados de lobbies dos professores.

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