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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto e ao que me rodeia! Educação é a minha paixão! Arte e Educação de mãos dadas! email: ag_silva@hotmail.com

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Viagem de Estudo a Lisboa

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No âmbito das disciplinas de História, Formação Cívica e Língua Portuguesa, as turmas do 9ºA e do 2º CEF realizaram uma visita de estudo a Lisboa, nos dias 16 e 17 de Novembro, com o intuito de ficar a conhecer o passado e o presente desta cidade!

Na Terça-feira (dia 16) levantámo-nos com grande euforia e reunimo-nos na estação de comboios em Santa Comba Dão, onde esperámos ansiosamente pelo comboio que nos levaria até à Capital.
Para muitos, andar de comboio foi uma experiência nova e bastante agradável, mas para outros nem por isso.

No fim de longas horas de viagem chegámos ao Oriente e deslumbramo-nos com os ares lisboetas, mas ainda nos encontrava-mos longe do nosso destino. Seguidamente percorremos várias estações de metro, onde o calor e a agitação se faziam sentir devido à correria tão habitual para as pessoas Lisboetas. Minutos depois, chegámos ao Saldanha, local onde se localizava a Pousada da Juventude onde iríamos pernoitar.
Já na pousada, guardámos a bagagem e almoçámos numa sala acolhedora, onde nos sentíamos bastante confortáveis devido à decoração juvenil. Já de barriguinha cheia, partimos à descoberta dos recantos de Lisboa. A beleza da estátua do Marquês de Pombal, logo a seguir a avenida da Liberdade, deixaram-nos de máquina fotográfica na mão e num disparar louco de flashes, o que aconteceu também na estátua que elucidava a 1º Guerra Mundial, onde as pessoas lá retratadas pareciam reais.

Percorremos as paredes grafitadas do famoso Bairro Alto de eléctrico e verificámos que este é bem diferente do dia para a noite.
Já em Belém foi-nos feita uma visita guiada ao Mosteiro dos Jerónimos com direito a peddy-paper. E no final, como não podia deixar de ser, fomos à famosa pastelaria de Belém para nos podermos deliciar  com os pastéis de Belém originais.

Quando demos conta já tinha anoitecido e o frio já se fazia sentir, regressámos então à pousada onde nos preparámos para jantar no Atrium Saldanha, mas a noite não terminou aqui. No final do jantar fomos até ao Hard Rock Café onde a decoração era inspirada no Rock.
De regresso à pousada e depois dum dia extasiante fomos dormir nos nossos quartos e sonhar com a beleza que nos tinha sido dada a conhecer  neste 1º dia da visita.

No dia seguinte, por volta das 8h:30m, tomámos o pequeno-almoço e dirigimo-nos, depois da correria dos metros, ao Terreiro do Paço onde as águas calmas do rio Tejo se moviam lentamente. Neste local visitámos uma exposição sobre o Corpo Humano, bastante elaborada.

Depois percorremos a calçada do Terreiro do Paço até ao Castelo de S. Jorge, onde tivemos novamente uma visita guiada por todo o castelo, tendo-nos sido dada a conhecer a sua história.

Seguidamente, fizemos um almoço rápido e dirigimo-nos à pousada onde fomos buscar as nossas bagagens.

Para completar a visita passámos a tarde no centro comercial Vasco da Gama.
Às 18h:30m já o comboio nos esperava, para regressarmos à estação de Santa Comba Dão, e por volta das 21:15h lá esperavam por nós os nossos familiares, para nos levarem de volta às nossas maravilhosas e calmas localidades.
Foi uma viagem interessante e produtiva, mas também muito desgastante, devido ao ritmo elevado da visita.

Na opinião de todos nós foi uma viagem inesquecível!

Raquel Pereira 9ºA nº11
Sara Rita Rodrigues 9ªA nº14
Joana Figueiredo 9ºA nº8


ADRC Parada de Gonta - Nova Página

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PARA OS PARADENSES QUE GOSTAM E COSTUMAM VISITAR OS EVENTOS DESPORTIVOS DA ADRC DE PARADA DE GONTA, FICA AQUI O REGISTO  DO NOVO SÍTIO ONDE FICA ALOJADA A PÁGINA WEB DA ASSOCIAÇÃO.

ESTA PÁGINA TEM LINK AO BLOGUE ONDE FICAM REGISTADAS AS ACTUALIDADES DA ASSOCIAÇÃO.

 


Dádiva de Sangue.

 

 

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Foram muitos os dadores que se deslocaram ao pavilhão da EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto. O feedback deixado pela equipa de Coimbra foi de satisfação pelas dezenas de dadores que fizeram fila à espera da sua vez. Por superar as expectativas a nivel de dadores a recolha foi mais demorada ao qual se pede desculpa a todos por essa mesma demora. O Agrupamento de Escolas da Lajeosa do Dão agradece aos muitos dadores anónimos, comunidade educativa (povo da Lajeosa do Dão) e aos professores e funcionários a sua altruista prestação. Os agradecimentos também à equipa da Farmácia de S. Miguel de Lajeosa do Dão pela sua préstima colaboração.



Recolha de Sangue e Rastreio

Mais uma vez como vem sendo hábito, é já no próximo dia 17 de Novembro, (quarta-feira) das 9h às 13h, que a equipa do Centro Regional de Sangue de Coimbra se desloca à nossa Escola (EB 2,3 Prof. Dr. Mota Pinto -  Lajeosa do Dão), com a colaboração do PES (Programa de Promoção e Educação para a Saúde),  para mais uma recolha de Sangue. Em simultâneo, irá decorrer um Rastreio, gratuito, aos níveis de Colestrol, Glicémia e Tensão Arterial, uma parceria com a Farmácia S.Miguel da Lajeosa do Dão.

Dar sangue é salvar vidas!. Dê a oportunidade de viver aos outros...faça como  se fosse consigo.

Venha até cá!..junte-se a nós e vai ver que não custa nada.

 

OBS: Como tem acontecido em anteriores sessões, a generosidade não tem faltado. Uma vez mais apelamos à boa vontade de todos os Pais e familiares dos nossos alunos, Professores, Funcionários e outros Dadores.


S.Martinho No JI e 1ºCEB de Parada

Dia de S. Martinho em Parada de Gonta

No dia 11 de Novembro, fez-se oS. Martinho no recinto exterior do Jardim de Infância …com castanhas e suminho!...  

Projectado como uma forma de articulação, convívio e preservação da tradição, o nosso magusto conseguiu reunir quase toda a Comunidade Educativa desta localidade. Estiveram presentes as crianças do Jardim e da Escola do 1º Ciclo, Educadora e Professoras, o corpo não docente de ambos os sectores escolares, assim como os Pais das crianças envolvidas, o Sr. Presidente da Junta de Freguesia, elementos da Assodrec que gentilmente nos assaram as castanhas e representantes do grupo “Os Amigos”.
O primeiro momento solene foi o de acender a fogueira, seguindo-se o assombroso salto pelo fumo, do qual nenhum se escapou, adulto ou criança!… Cantaram-se algumas canções improvisadas para o evento e apresentou-se a  barraca de Outono confeccionada de mimosas  pelo Jardim de Infância que continha compotas e frutos outonais.
Seguiu-se um memorável lanche convívio com iguarias oferecidas pelos Encarregados de Educação. Não faltaram, também umas deliciosas bolas de sardinha, tão próprias do Povo Português!...

A todos, muito obrigado! Foi um excelente convívio!

                                 

 A Educadora: Mª da Conceição Rei

Parceria com o Jornal On-Line "As Nossas Vozes"



Pagas e não bufas!.

Casa Penafiel- Mau tempo (granizo)

Isto não é ser refilão, é denunciar o Papão do Zé Mexilhão que tudo faz para o sugar.

Ontem fui à minha terra natal, ver a família e passar um bocado com ela em Penafiel. Tinha 2 alternativas de percurso. Parada de Gonta, A24 até Castro-Daire, serra do Montemuro, depois Cinfães, Marco de Canaveses e Penafiel. Estradas sem as famosas portagens e que quase sempre as faço, com excepção do mau tempo ou antes quando se suspeita que o Montemuro tem neve o que eu evito principalmente quando passo de noite. Mas é um percurso com paisagens lindíssimas e são uma boa alternativa às estradas que se pagam até Penafiel. Pois..mas ontem suspeitava-se de neve e mau tempo e decidi ir pelas auto-estradas, A25, A1 e A4,  até Penafiel para evitar alguns contratempos.

Lá vou eu, primeiro pela A25 até Albergaria, depois vou pela A1 até ao Porto e depois pela A4 até Penafiel. Estas estradas, com excepção para já da A25, são pagas, mas até aqui tudo bem, são caríssimas, levam mais de portagem que de gasóleo gasto dum sitio ao outro e todos sabemos que o gasóleo neste país não é nada barato. Novamente tudo bem, quem paga é o Zé, mas o que não se admite é que metade do percurso das auto-estradas estejam em obras com limites de 80 Km, tornando-se perigosas e muito lentas e no final paga-se o mesmo. Nem um desconto pelo atraso na viagem e até pelo perigo que é com chuva e vento (pinos pelo ar) . Nada..nem ninguém para poder reclamar, porque no final das mesmas (A1) aparece o posto com uma máquina onde depositas o dinheiro. Não acredito que outros Zés não tenham reclamado mas pelo que se vê continuam a sugar-nos até ao limite. São estas empresas que mesmo que prestem maus serviços continuam a dar lucros fabulosos para os seus gestores.

Nós é que somos os culpados continuamos a pagar sem bufar.

 

Arte por um canudo 2


A quem andam a enganar?

Sempre fui cauteloso quando ouvia o primeiro-ministro dizer certas coisas e depois não se confirmavam, chegando até acreditar que o Engº Sócrates tinha uma obsessão para dizer o que todos os outros contrariavam.
Mas se muito se denegriu a sua pessoa quando as coisas não saíam conforme ele acreditava, é bom que se lhe dê valor quando acerta nas previsões de melhoria para Portugal contra as maiores cabeças pensantes do mundo da economia.

“Portugal cresceu 0,4 por cento no terceiro trimestre face aos três meses anteriores e 1,5 por cento face ao período homólogo, segundo a Estimativa Rápida do Produto Interno Bruto (PIB) divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE”.

“O Ministério das Finanças já garantiu que os números do crescimento da economia no terceiro trimestre "reforçam a justeza da revisão em alta do crescimento apresentada pelo Governo".

Bem.. se isto se confirmar no 4º e último trimestre, quer dizer que todos os analistas, economistas e outros istas, portugueses e estrangeiros se enganaram e só José Sócrates e o seu Governo é que tinham razão!.

Ninguém acerta nas previsões para Portugal e a grande maioria dos economistas de renome nacional e internacional visionaram uma descida no crescimento da economia portuguesa. Todos erraram e só José Sócrates contra tudo e todos, esgrimiu as suas armas contrapondo as teorias derrotistas, e os dados actuais do INE parecem confirmar a sua visão, dando-lhe razão vencendo esta primeira etapa.

Quando os economistas, nomeadamente portugueses, parece que não ficaram contentes com dados positivos da economia Portuguesa, são chamados a analisar a situação, começam por gaguejar e dizer que estes ainda não são dados fiáveis e que não podemos supor que vai haver crescimento do PIB.

Pois é..mas quem paga é o Zé Mexilhão que esgravata, esgravata e sempre debaixo da pata.

Para Portugal, foi um engano terrível que muitos se estão aproveitar, nomeadamente essas empresas de “rating” que se baseiam na especulação e na mentira para fazer a sua avaliação e castigar os países mais débeis, lucrando muitos milhões com isso.

Para uma Alemanha que em vez de proteger os países do euro, como uma boa irmã, quando propõe medidas é sempre um descalabro e quem paga são aqueles que apesar de terem razão não têm voz que chegue para impor o seu valor.

Quando as economias do euro deviam ser solidárias com as suas parceiras para que juntas consigam fazer frente a outras economias poderosas, vem sempre ao de cima o espírito do predador, acabando os mais fracos por serem comidos pelos mais fortes.

É o mundo dos Pinóquios  “fala-barato” com análises de algibeira e do desenrasca sem olhar a dente.

Desta vez estou do teu lado José Sócrates…

 

Obs: O "rating" é uma opinião sobre a capacidade de um país ou uma empresa saldar seus compromissos financeiros.

 

"Arte por um Canudo 2"


Convívio/Magusto de S.Martinho-2010

Como já vem sendo hábito, realizou-se no dia 11 de Novembro de 2010, na EB 2,3 Prof. Mota Pinto - Lajeosa do Dão, o Convívio/Magusto de S. Martinho. Cada turma tinha a sua mesa com o seu símbolo de identificação e uma toalha construída e decorada pela turma.
Noutros tempos havia um prémio para a melhor mesa decorada, mas os sinais da crise também se notam por aqui. É pena porque era lindo posar-se para a fotografia da escola e vir no jornal com letras garrafais “Esta turma foi a vencedora das mesas de S. Martinho”.
Mas o que mais importava era o recheio, sim o recheio da mesa..havia de tudo. Comecemos pelo chouriço caseiro e assadinho na altura, presunto, broa, castanhas, bolos para todos os gostos e até piza.
Outra coisa engraçada foi aquela mesa do CEF..a forma como ela estava recheada e a sua apresentação era tão bonita, com as frutas em forma de animais, o chouriço entalado nos paus, os combinados de broa com queijo, com marmelada, com chouriço, faziam crescer água na boca mas era uma pena estragar aquela beleza. Mas... quando soou a música para o ataque à comida, a pena ficou com a galinha, porque o apetite era tanto que foi num ápice que tudo desapareceu.
Para além das comidas tradicionais de S.Martinho também havia as bebidas de S.Martinho. O ditado popular mais conhecido de S.Martinho diz “pelo S.Martinho vai-se à adega e prova-se o vinho”. É quando o vinho está no auge e o S.Martinho bem no sabia. Para não fugir à tradição não faltou o vinho novo e a famosa jeropiga levada pelos pais dos alunos que também faziam parte do convívio. Claro que os alunos lá tiveram as suas coca-colas, os sumos e as águas.
Para acabar é de realçar e a escola agradece aos muitos os Pais/Encarregados de Educação que colaboraram nesta Festa/Convívio de S.Martinho.
Foi uma festa linda e até o S. Pedro ajudou.

 
Parceria com o Jornal On-Line "As Nossas Vozes"

IGE, para que te quero...

 

Inspecção para que te quero…

A IGE mais uma vez visitou a EB 2,3 Prof.Mota Pinto. Este pessoal assentou praça durante três dias na escola e toca a vasculhar tudo que é papel dentro do tema “Gestão Curricular”. Projecto Educativo, Projecto Curicular de Agrupamento, Regulamento Interno, Regimentos, Projectos Curriculares de Turma, Projectos Curriculares de Departamento, Projectos de Clubes, Projectos do PNL, Projectos da Matemática I ou II, Planos de intervenção, Planificações, Articulações desde o pré, passando pelas AEC até ao 3º ciclo, actas das reuniões do Conselho Pedagógico, actas das reuniões dos Conselhos de Turma, actas das reuniões dos Departamentos, actas das NAC, actas das reuniões do Conselho Geral,  actas das reuniões Gerais e Relatórios de toda esta tralha.

Depois da verificação desta tralha, foram constituidos paineis de alunos desde o pré até ao 3º ciclo, de pais e representantes da associação de pais, de auxiliares e monitores, de professores, professores coordenadores e professores directores de turma, da direcção e representantes da autarquia para se responder às questões levantadas pela inspecção baseada na tralha que tinham verificado.

Foi um frenesim acumulado de stress que se foi gerando à medida da entrada dos paineis. É preciso ter em conta que a escola funcionou normalmente e estes professores que iam sendo chamados para responder às questões levantadas pela IGE, nem tempo tinham para reflectir porque acabando o seu painel ( normalmente de 1.30h) iam logo para as aulas. Mas parece que tudo correu pelo melhor.

Pelo feedbaak informal apercebi-me que as coisas estão no caminho certo, mas até à publicação dos resultados são só suposições.

Ainda na semana passada houve uma monitorização ao Curso CEF e sabendo-se que em Janeiro de 2009 também houve uma visita da IGE, parece que esta escola a nivel inspectivo fica com um curriculo de invejar.

Um agradecimentos especial do Agrupamento aos Pais/Enc. de Educação que se deslocaram à escola e se disponibilizaram nos paineis.


Cartaz / Programa de S.Martinho-2010

 

No Próximo dia 11 de Novembro irá decorrer na Escola Sede do Agrupamento, a celebração do São Martinho 2010. (Ver folheto)

PROGRAMA

14:05H - Termo das Actividades Escolares;

14:20h - Início da colocação das mesas;

15:00h às 16:00h - Arranjo e decoração das mesas (Alunos, Pais/Encarregados de Educação, Professores);

16:00h às 17:25h - Magusto Convívio;

17:30h - Transportes escolares.

Foi elaborado pelos alunos o Cartaz e o Programa que assinala a Comemoração de S.Martinho.


Questões sobre Progressão

 

Para que fique registado até porque neste blogue muito se falou sobre o assunto da apreciação intercalar e porque eu fui um dos que a fez e disse qual era a interpretação que a minha escola fazia sobre o assunto. Apesar de todas as notas informativas da DGRHE e das DRE´s as dúvidas levantadas neste blogue sempre foram  na interpretação  correcta ( não fui sozinho) da nota final que hoje está a ser divulgada no blogue "A Educação do Meu Umbigo".

Questões sobre progressão

1 – A apreciação intercalar é para aplicar após 23 de Junho de 2010 a todos os docentes que progridem até 31 de Dezembro de 2010?

Sim, caso complete o tempo de serviço até 31.12.2010 e apresentem 2 avaliações:

Avaliação do desempenho do biénio 2007/2009 com pelo menos Bom

Apreciação Intercalar em 2010 com pelo menos Bom

 

Esta regra aplica-se igualmente aos docentes em condições de progredir ao 3º, 5º e 7º escalão, acrescida de dos requisitos específicos estipulados no n.º 3 do artigo 37.º do ECD (observação de aulas e vagas), caso tenham completado o tempo de serviço entre 1 de Setembro de 31 de Dezembro de 2010.

 

2 – Como proceder no caso dos docentes que em 2010 progridem aos 3º, 5º e 7º escalões?

As regras de progressão aos 3.º, 5.º e 7.º escalões para os docentes que completam o tempo de serviço em 2010 são as seguintes:

 

Para quem completa o tempo até 31.08.2010:

Regra geral do artigo 37.º do DL 75/2010

Avaliação do biénio 2007/2009 com Bom

Apreciação Intercalar com Bom

Não carece da regra estipulada no n.º 3 do art.º 37.º face ao estipulado no artigo n.º 1 do artigo 9.º do DL 75/2010.

 

Para quem completa o tempo entre 01.09.2010 e 31.12.2010:

Regra geral do artigo 37.º do DL 75/2010

Avaliação do biénio 2007/2009 com Bom

Apreciação Intercalar com Bom

Acrescida dos requisitos específicos estipulados no n.º 3 artigo 37.º do ECD para estes escalões, desde que não estejam dispensados de vaga por terem tido menção de Muito Bom ou Excelente no ciclo avaliativo de 2007/2009 (para 5.º e 7.º escalões)

 

3 – Quando são reposicionados os docentes, da carreira (categoria) de professor, posicionados no índice 245, que à data da publicação do Dec. Lei no 75/2010, de 23 de Junho, tinham mais de 4 anos de serviço no escalão?

Pode não se tratar, tecnicamente, de um reposicionamento mas de transição ou progressão, havendo portanto que distinguir três situações:

1- Para os docentes que em 24 de Junho de 2010 tinham mais de 4 mas menos de 5 anos de tempo de serviço no índice para efeitos de progressão na carreira (isto é, descontado o tempo relativo ao congelamento de progressão nas carreiras), transitaram para o mesmo índice (245) e o movimento ao índice seguinte (272) é progressão e aplica‑se a regra geral constante do artigo 37.º do ECD;

2- Para os docentes que em 24 de Junho de 2010 tinham mais de5 mas menos de 6 anos de tempo de serviço no índice para efeitos de progressão na carreira (isto é, descontado o tempo relativo ao congelamento de progressão nas carreiras), têm um regime especial de reposicionamento e quando perfizerem 6 anos de permanência no índice e desde que cumpridos os restantes requisitos (pelo menos Satisfaz na última avaliação do desempenho ao abrigo do Decreto Regulamentar n.º 11/98 e pelo menos Bom na avaliação do desempenho do ciclo avaliativo 2007-2009) são reposicionados no índice 299;

3- Os docentes que em 24 de Junho de 2010 tinham mais de 6 anos de tempo de serviço no índice para efeitos de progressão na carreira (isto é, descontado o tempo relativo ao congelamento de progressão nas carreiras), e desde que cumpram os restantes requisitos (pelo menos Satisfaz na última avaliação do desempenho ao abrigo do Decreto Regulamentar n.º 11/98 e pelo menos Bom na avaliação do desempenho do ciclo avaliativo 2007-2009) transitavam para o índice 299.

 

4 – Um docente que sofre de uma doença incapacitante, ou seja, abrangida pelo Despacho Conjunto A-179/89-XI, esteve ausente ao serviço por 36 meses, em que esse período de tempo não lhe foi descontado para efeitos de progressão na carreira e antiguidade. Findo esse prazo a docente continuou em Junta Médica e requereu a aposentação por incapacidade que lhe foi indeferida. Pergunto:

a)   Após completar os 36 meses de ausência ao serviço, as faltas devem-lhe ser descontadas para efeitos de progressão e antiguidade, ou seja, são consideradas faltas por doença, conforme ponto nº2 do artigo 47º do Decreto-lei 100/99 de 31 de Março ou continua a beneficiar do despacho das doenças incapacitantes?

Se o docente já completou os 36 meses não pode continuar em situação abrangida pelo Despacho Conjunto A-179/89-XI (doenças incapacitantes).

O docente declarado incapaz pela junta médica para o exercício de funções docentes, mas apto para o desempenho de outras funções, pode requerer a sua colocação em situação de mobilidade especial ou não o requerendo é submetido a um processo de reclassificação ou reconversão profissional para diferente carreira ou categoria.

O docente declarado incapaz para o exercício de funções docentes que não tenha solicitado a sua colocação em situação de mobilidade espacial ou cuja reclassificação ou reconversão profissional não tiver sido promovida, deve solicitar a sua apresentação à junta médica da Caixa Geral de Aposentações. Caso não o faça., dentro dos prazos legalmente previstos, passará automaticamente para a situação de licença sem vencimento de longa duração.

 

b)   O mesmo docente deve ser avaliado nesse período (2007/2009) de ausência ao serviço, tendo em conta que lhe é contado para efeitos de progressão? Se sim, de que modo?

Só pode optar pela 1.ª avaliação após o regresso ao serviço efectivo, face ao estipulado no n.º 7 do art. 40.º.

 

c)        Poderá o docente usufruir de uma redução da componente lectiva, uma vez que lhe foi diagnosticado uma incapacidade de 80%?

Já não há lugar, legalmente, a redução da componente lectiva.

A Junta Médica pode declarar que o docente se encontra incapaz para o exercício de funções docentes, mas apto para o desempenho de outras.

 

5 – Um docente nomeado a 01/09/2006, que mudou a 01/09/2007 para o 1º escalão, índice 167 do Decreto-lei 15/2007 de 19 de Janeiro, foi abrangido pelo nº 2 do artigo 10º – Transição da Carreira do mesmo de Decreto-lei, permanecendo só 3 anos no 3º escalão, índice 151 do Decreto-lei 312/99, de 10 de Agosto. Completou os 4 anos de permanência no 1º escalão, índice 167 a 14/08/2010, conforme indicação na alínea b) do ponto 6 do artigo 7º do Decreto-lei 270/2009. O docente deve, cumulativamente, obter na avaliação de desempenho referente ao período 2007/2009 a menção qualitativa mínima de Bom e requerer a apreciação intercalar e obter igualmente a menção qualitativa mínima de Bom. Pergunto:

A descrição da situação é bastante confusa e pode demonstrar que neste caso concreto houve um entorse à lei que importa corrigir. Não se compreende como é que o docente «mudou» para o índice 167 em 1/9/2007. Admitindo que ingressou na carreira em 1/9/2006 e que durante esse ano escolar realizou o período probatório (cfr. artigo 31.º do ECD), em 1/9/2007 não poderia transitar do índice 151 para o índice 167 por efeito do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 15/2007. Teria que aguardar no índice 151 até que todos os docentes que já estavam na carreira, e que por efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 15/2007, perfizessem o tempo aí previsto no índice 151 para poderem transitar ao índice 167.

 

a)   No período de 2007/2009 o docente faltou por doença, Junta Médica, sendo só contabilizado 118 dias de tempo de serviço, não foi avaliado pelas escolas onde esteve a leccionar. Deveria ter sido avaliado?

De acordo com o estipulado no artigo 7.º do Decreto-Regulamentar 2/2008, é necessário prestar serviço docente efectivo, durante, pelo menos, um ano lectivo. No entanto, foram dadas orientações para que fosse avaliado desde que estivesse pelo menos 6 meses em serviço docente no 2º ano do ciclo avaliativo 2007/2009 (2008/2009)

 

b)   Deve o docente requerer a apreciação Intercalar?

Não. Só pode requerer a apreciação intercalar quem teve avaliação com mínimo de Bom no ciclo avaliativo 2007/2009.

 

6 – Docentes que progrediram ao abrigo do artigo 7º – Transição de Carreira Docente do Decreto-lei 75/2010 de 23 de Julho. Exemplo: Dois professores titulares, que à data de entrada em vigor do referido Decreto-lei, estavam posicionados no índice 245, um deles com 4 anos e 3 meses e o outro com 4 anos e nove meses, foram ambos reposicionados no índice 272, a 24 de Junho de 2010. Como proceder a contagem de tempo de serviço para mudança de índice 299 dos dois professores? Deve ser considerada a data de 24/06/2010 como início de permanência dos 4 anos no índice 272 para ambos professores?

Sim.

 

7 - Um docente, cuja função é director de um agrupamento e que preencheu o requisito do tempo de serviço no ano civil de 2010, como deve proceder com a sua apreciação intercalar?

Tem de aguardar diploma.

 

8 - Com a entrada em vigor a 08/10/2010 do Despacho nº 15248-A/2010 do Ministério das Finanças e da Administração Pública, deixou-se de proceder a mudança de índice e escalão do pessoal docente?

A DGRHE irá publicitar orientação sobre o assunto.

 

9 - Bolsa de recrutamento/ Contratação:

Aos professores a quem foi renovado o contrato de trabalho para o ano 2010/2011 é aplicado o período experimental ou sendo uma continuidade do contrato efectuado no ano lectivo 2009/2010 não há lugar a período experimental?

Aos docentes a quem foi renovado o contrato não é aplicado o período experimental.

 

10 - Professor titular do grupo 210, posicionada no índice 245 que pretende passar ao índice 272. À data da saída do D.L 75/2010 tinha mais de 4 anos e menos de cinco de serviço. No anterior ciclo avaliativo, do biénio 2007/2009 não tem avaliação por se encontrar em situação de baixa médica prolongada que decorreu de Novembro de 2006 a Novembro de 2009. No fim da mesma ficou dispensada da componente lectiva, ao abrigo do D.L. 224 / 2006 de 13 de Dezembro, nº 2 do art. 8º e do D.L. 124/2008, de 15 de Julho. Das três condições, cumulativamente exigidas, apenas esta se encontra por cumprir, por razões não imputáveis à vontade da docente.

De acordo com o estipulado no n.º 2, alínea b) do artigo 7.º do D.L. 75/2010, os requisitos são cumulativos, pelo que têm que ser preenchidos os dois para poder progredir. A ausência de avaliação, pese embora não seja imputável à docente terá que ser resolvida. A escola teria que proceder a avaliação da docente tendo em conta as funções que desempenhava.

 

11 – O Dec.Lei 75/2010, nas normas transitórias refere sempre a necessidade de formação. Não tendo havido nos últimos anos oferta suficiente, será obrigatório os docentes terem o número de horas necessárias, 25 por cada ano de permanência no escalão?

A DGRHE irá publicitar orientação sobre o assunto.

 

12 - Os docentes que progridem aos 3º, 5º e 7º escalões, não se encontram abrangidos pelo Decreto Regulamentar nº 2/2010, sendo-o apenas no decurso do próximo ciclo de avaliação, pelo que não necessitam  de requerer aulas assistidas no presente ano lectivo de 2010/2011?

O ciclo de avaliação é 2009/2011 e no caso do 3.º e 5º escalões, os docentes têm que ter observação de aulas se pretenderem progredir.

 

13 – Os docentes com direito a progressão após 23 de Junho, podem fazê-lo por Apreciação Intercalar até 31 de Dezembro de 2010?

Sim. Ver resposta 1 e 2.

 

14 – Um docente do 4.º escalão  completou o tempo para progressão ao 5.º escalão em 01/08/2010. Progride no dia 1 do mês seguinte, ou seja, a 1 de Setembro?

Sim. Vence a 1 de Setembro de 2010 mas reporta à data do completamento do módulo (01/08/2010).

 

15 – Um docente do 4.º escalão que preenche todas as condições para progressão ao 5.º escalão em Dezembro de 2010 deve ser avaliado por apreciação intercalar?

O docente posicionado no 4.º escalão e que, presumivelmente, preenche o requisito tempo de serviço em Dezembro de 2010, para poder progredir ao 5.º escalão tem que ter reunidos:

1- Tempo de serviço no 4.º escalão;

2- Avaliação do desempenho do ciclo 2007-2009 (pelo menos Bom);

3- Observação de aulas;

4- Vaga para progressão, salvo se tiver tido Excelente ou Muito Bom no ciclo avaliativo 2007-2009;

5- apreciação intercalar.

 

16 – Um docente Bacharel, posicionado no índice 299, que preenche todas as condições para progredir em 2010, condições essas previstas nas alínas a) e b) do n.º 2 do art.º 9 -Normas transitórias de Progressão na Carreira, constante na Alteração ao Anexo do ECD, Dec.Lei n.º 75/2010, pode progredir?

Sim. Todas as regras se aplicam a licenciados e bacharéis.

 

17 – Um docente Bacharel que completou a licenciatura em Março de 2010, portanto para além do prazo previsto no Dec.Lei n. 15/2007 que seria 31/08/2008), posicionado no índice 299, que preenche todas as condições para progredir em 2010, condições essas previstas nas alínas a) e b) do n.º 2 do art.º 9  -Normas transitórias de Progressão na Carreira, da Alteração ao Anexo do ECD, Dec.Lei n.º 75/2010, pode progredir?

Sim. Ver resposta anterior.

 

18 – Um docente contratado encontra-se colocado no índice 151. Continuando contratado pode progredir ao índice 167? Se sim, em que condições?

Não.

 

19 – Um docente com condições para progredir no presente ciclo avaliativo, 2009-2011, mas sem ter 50h de Formação porque não teve acesso à mesma, irá progredir?

Ver resposta à questão 11.

 

20 – No que infere ao reposicionamento dos professores na carreira, solicito esclarecimento sobre a data a partir da qual deverá ser feita a contabilização do número de horas anuais de formação nos termos da alínea c) do ponto 2 do art. 37º do Decreto-Lei nº 75/2010 de 23/06, para os docentes que reúnem as condições para progredir de escalão até 31 de Dezembro de 2010, ao abrigo das normas transitórias de progressão na carreira previstas nº 2 do art. 9º do anexo da mesma lei. Na situação de não reunirem os requisitos necessários em termos de horas de formação até que data terão de cumprir o número de horas de formação em falta.

Ver resposta à questão 11.

 

21 – No ano de “congelamento” que se avizinha seria bom esclarecer os seus efeitos na natural progressão da carreira, contagem de tempo de serviço e aplicação de eventuais bonificações decorrentes da avaliação de desempenho que em Dezembro de 2011 corresponderá ao fim de dois ciclos de avaliação. Questionamos mesmo a validade de prosseguir com um processo avaliativo que pode ser totalmente anulado pelo processo de congelamento da carreira.

A avaliação do desempenho não tem somente como objectivo a consideração para progressão na carreira (cfr. n.ºs 2 e 3 do artigo 40.º do ECD). Quanto ao restante aguardar a aprovação e publicação do OE para 2011.

 

22 – Na situação de apreciação intercalar de docentes que atingiram o tempo para mudança de escalão a partir de 1 de Setembro de 2010 e necessitam de aulas assistidas, esse processo tem de estar concluído quando?

O processo tem que estar concluído até 31 de Dezembro de 2010.

 

23 – Aquisição de outras habilitações – Art.º 54.º do ECD – Os mestrados ou doutoramentos tirados antes de 24 de Junho podem ser considerados para a redução prevista no DL 75/2010?

Estas regras aplicam-se apenas a quem adquira o grau académico de mestre ou doutor, a partir de 24 de Junho de 2010. Às situações anteriores a esta data são aplicáveis as regras estipuladas no artigo 54.º do ECD, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 15/2007.

Assim, aos docentes com a categoria de professor, essa redução nunca se pode aplicar antes da entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 75/2010, uma vez que anteriormente, a redução de 2 e 4 anos, para os docentes com aquela categoria, incidia apenas no tempo legalmente exigido para acesso à categoria de professor titular, concurso esse que não se realizou.


Desporto Escolar - Xadrez-2010

De acordo com o Plano Anual de Actividades, realizou-se no dia 3 de Novembro, quarta-feira, a primeira prova de xadrez da época de 2010-2011. Participaram 22 jogadores, 11 da nossa escola e 11 da Escola Jean Piaget de Viseu. O torneio disputou-se no sistema suiço de 5 sessões, com 10 minutos para cada jogador por partida. A Escola de Jean Piaget conquistou o primeiro lugar, tanto em termos individuais como colectivos. Assim, o grande vencedor deste primeiro encontro foi Simão Souto, com 5 vitórias em 5 jogos. O melhor aluno da nossa escola foi Filipe Videira, do 8º ano, com 4 pontos.  O primeiro aluno foi premiado com uma taça, do 2º ao 5º receberam medalhões e os restantes foram premiados com medalhas. Todos os alunos receberam um certificado de participação e um pequeno lanche. Fica aqui a classificação final da prova.

 

Classificação Individual:

 

1   Simão Souto                       EB 2,3 / S Jean Piaget 5
2   Armindo Gonçalves                 EB 2,3 / S Jean Piaget 4
3   Filipe Videira                    EB 2,3 Mota Pinto      4
4   Tiago Patrício                    EB 2,3 / S Jean Piaget 3.5
5   Gustavo Figueredo                 EB 2,3 Mota Pinto      3.5
6   Jorge Simões                      EB 2,3 Mota Pinto      3.5
7   André Patrício                    EB 2,3 / S Jean Piaget 3
8   Rafael Silva                      EB 2,3 Mota Pinto      3
9   Miguel Figueira                   EB 2,3 Mota Pinto      2.5
10   Bruno Costa                      EB 2,3 / S Jean Piaget 2.5
11   Miguel Silva                     EB 2,3 / S Jean Piaget 2.5
12   Luís Miguel                      EB 2,3 Mota Pinto      2
13   Mauro Almeida                    EB 2,3 / S Jean Piaget 2
14   Sérgio Pereira                   EB 2,3 Mota Pinto      2
15   Gonçalo Lemos                    EB 2,3 / S Jean Piaget 2
16   Alexandre Pais                   EB 2,3 Mota Pinto      2
17   Carlos Pereira                   EB 2,3 / S Jean Piaget 1.5
18   Flávio Martins                   EB 2,3 / S Jean Piaget 1.5
19   Gabriel Figueiredo               EB 2,3 Mota Pinto      1.5
20   Sara Pereira                     EB 2,3 Mota Pinto      1.5
21   Inês Gonçalves                   EB 2,3 / S Jean Piaget 1
22   Davide Ferreira                  EB 2,3 Mota Pinto      1
 

Classificação colectiva:

 
  1   EB 2,3 / S JEAN PIAGET 15.5 
  2   EB 2,3 MOTA PINTO      14   


PACOTE DA ÚLTIMA LEGISLAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Links dirigidos a cada um:

 

ALTERAÇÕES ECD. DEC.LEI 270/2009

TRANSIÇÃO CARREIRA DEC-LEI nº15/2007 DESP.Nº14420/2010-CALENDARIZAÇÃO E FICHAS ADD PADRÕES DE DESEMPENHO ADD ADD-PONDERAÇÃO CURRICULAR/OUT 2010 VERSÃO FINAL ADD DEC.REG.N.º 2/2010, de 23 de Junho DEC-LEI N.º 75/2010 - novo ECD

 

 

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