
Que rico começo!..
Logo de volta aos papeis da avaliação. Fichas e mais fichas de avaliação, relatórios e planos de aulas e ainda muita tralha que está incluida e que faz parte do pacote da avaliação. Ainda não acabou, não senhor, agora é que vai doer a muitos mais professores. Até ao momento foram os contratados, já estão arrumadinhos, uns contentes com o que lhes foi atribuido, outros a dizerem que não é justo o que lhes aconteceu por causa das cotas ou porque julgam que foram preteridos pelo avaliador. Mas a partir de agora, quando já se fala em mudança dos actuais moldes de avaliação, até parece um alívio, a antiga continua e vai doer, porque são muitos os avaliados que vão ficar de fora das tais menções de MB ou Exc. Vai doer e ainda vai fazer correr muita tinta e dar muitas dores de cabeça.
É o inicio da minha nova temporada como professor e subdirector.
Passei pela Praia da Barra em Aveiro e foi óptimo. Bom tempo e pouca gente na praia, porque dava a impressão que ia chover, o que deu para repousar e pôr alguma leitura em dia. Sempre gostei deste canto de Aveiro e não podia deixar de visitá-lo. Lá se foram as férias..
Tempos de crise…e de médicos.
Hoje, dia 24 de Agosto, fui ao centro de saúde para uma consulta ao médico de família, já marcada no devido tempo, o que vi é de arrepiar para quem cai na desgraça da doença, sofre sem ter a quem recorrer. Acontece que no centro de saúde onde fui fazer a consulta, estava um senhor da minha terra com 80 anos desde as 3 horas da manhã à espera de uma vaga para consulta. Não era só ele, havia também outros que esperavam por uma vaga e também se encontravam lá desde muito cedo. A pergunta obvia, o porquê do que está a acontecer? Resposta: O centro de saúde da Lajeosa não tem médicos, o centro de saúde de Lobão a mesma coisa e aqui que costumavam estar 3 só está 1. Assim, o médico de serviço fica com uma carga descomunal e apesar dos pedidos e avisos da situação ninguém lhe dá respostas para que se resolva a situação. Quem aguenta é o Zé Povinho.
Não bastavam os cortes nos medicamentos, nas taxas moderadoras, agora até nem médicos existem.
Dos 3 centros de saúde com construções recentes e bem apetrechados só 1 funciona em serviços mínimos para cobrir uma extensa área territorial e milhares de utentes. Será que a tutela está a incluir este racionamento nas imposições da troika? Ou a tutela considera a saúde uma gordura do estado para cortar! Por aqui não meus senhores. Vamos olhar para o país real, cuidar dele e deixar para trás o folclore de que os outros são quem têm a culpa do que está acontecer. Com a saúde não se brinca e muito menos se corta.
Apela-se ao bom senso do governo para que haja mais respeito por estas populações.
Arte por um canudo 2
Foi um Domingo para esquecer. No dia 21 de Agosto em Parada de Gonta cerca das 18 horas, depois de um dia quente, veio uma tempestade de chuva, vento e granizo, que durou cerca de 15 minutos mas que acabou por fazer estragos nas culturas, tal era a intensidade do granizo com pedras enormes que rachavam qualquer cabeça dura. A sorte é que foi pouco tempo porque senão nada resultaria das culturas da vinha e do azeite. Resultado foi um Domingo sem luz das 18h às 21.45h, e depois das 0,30 horas. Foi jantar à luz da vela e o apetecível jogo na televisão entre Beira-mar e Sporting para as calendas. Ficam registadas algumas pedras em fotos. Acabando a tempestade e para amainar pensamentos negativos tive a visita de um pássaro que registei tal era a beleza do mesmo.
Comissão de Festas de Santa Ana 2012
Mordomos festa de Santa Ana 2012
Parada de Gonta
PORTUGAL
FRANÇA
ALEMANHA
SUIÇA
CANADÁ
LUXEMBURGO
USA
MORDOMIA FEMININA
OBS: (C) Corrigido o nome no blogue.
Boa sorte são os desejos dos Paradenses.
Que ideal europeu é este?
Sempre o homem sonhou!..
Sonhou com promessas da globalização que foi ouvindo e foi também criando as suas expectativas e esperanças. Só, que em cada etapa que parece conseguida, vem depois o ribombar do fracasso e os gritos do sofrimento da esperança perdida.
Ainda há pouco anos, ouvia-se por essa Europa fora, a voz dos aplausos aos inventores das máquinas cada vez mais sofisticadas e mais capazes que iriam permitir mais descanso, mais qualidade de vida, mais tempos livres para o desporto, o recreio, a cultura e a família.
Nos finais do século XX, com a Europa a unir-se em torno de certos valores, parecia que o sonho do homem se concretizava, a família tinha lugar no discurso político, os trabalhadores teriam melhores condições numa Europa sem fronteiras, os vencimentos com moeda única seriam mais equilibrados e as idades de reforma baixariam, para que se justificasse o princípio igualitário duma Europa a uma só voz.
Pura ilusão!..
Depois do advento o que se vê é uma Europa apossada por um capitalismo selvagem a apoderar-se das tecnologias, é a máquina a expulsar o homem, cada empresa precisa de menos homens, criam-se as fusões em prol da melhor eficiência no trabalho, dando origem ao desemprego, à infelicidade nas famílias, ao povoamento das ruas de farrapos humanos, ao engrossamento de legiões de pedintes que sem abrigo povoam as ruas do desespero, à insegurança nos rostos infelizes de um amanhã perdido.
Afinal, onde está a civilização ocidental com valores humanitários, o ideal europeu, que tantos (alguns) apregoam de esperanças de uma vida melhor?
Que Europa é esta que prometeu riqueza, felicidade, trabalho, solidariedade, mais qualidade de vida e que apenas vai criando miséria, infelicidade, insegurança, egoísmo e desemprego?
O que faltará a esta união europeia? Será falta de liderança? Uma coisa é certa, cada líder vê o seu canto como do seu umbigo se tratasse. O sentido de união dos países não ultrapassa as suas fronteiras.
Exigem-se novas soluções. Exige-se que a tal Europa dos valores que tanto se apregoa tem que ser para todos. Esta Europa que estes políticos têm vindo a construir, é boa, sim, mas para as grandes empresas, as multinacionais, a banca, o grande capital e seus correligionários, mas cada dia pior para os cidadãos que necessitam de trabalhar e não têm onde para poderem terem um mínimo de condições.
Assim não!.. é preciso parar, pensar e repensar a Europa que se pretende e para todos.
Arte por um Canudo 2

Em matéria de concursos de professores e legislação, aconselho a visitarem como referência estes blogues:
Colegas incansáveis com a sua partilha e colaboração nestas matérias.Dou-lhes os Parabéns!
Depois das férias (as primeiras duas semanas de Agosto) vem a azáfama das plataformas electrónicas da DGRHE com a introdução de dados sobre Indicação da Componente Lectiva (2ª Disponibilização) e Necessidades Transitórias (Pedido de Horários), ambas abertas de 12 a 17 de Agosto. Começam logo por este prazo, de 12 a 17 de Agosto, até parecem dias suficientes, mas se verificarmos bem, temos que 13 é um Sábado, 14 um Domingo e 15 feriado Nacional, resta o 12, 16 e 17 para introduzir dados que os manuais de instruções pouco esclarecem e quando se solicita um telefonema a quem de direito para esclarecimentos raramente se encontra alguém do outro lado que possa ajudar. Dá vontade de praguejar quando colocam estes prazos, até parece que estão disponíveis aos fim-de-semanas ou aos feriados, já que nos outros dias…
Pois bem, recorre-se a outras escolas, já que um dado mal colocado pode deixar um colega sem trabalho, a conclusão das respostas não é nada animadora, já que as coisas não batem certo. É preciso ver que estamos em pleno Agosto e as escolas funcionam a meio gás, com pessoal que se depara com este problema pela 1ª vez mas que faz o que pode para entender estas plataformas e os seus manuais de instruções. Não entendo porque não se fazem estes concursos em Julho ou noutro mês que não seja o de Agosto?
Vamos aos fatos:
Na plataforma de Indicação da Componente Lectiva (2ª Disponibilização) aparece este quadro para professores contratados em que é solicitado se o professor tem horário completo e se a escola concorda com a renovação.
Se o professor tem horário completo e a escola e o professor estão de acordo na renovação, tudo bem. Mas, se o professor não tem horário completo, o que se pode dizer na renovação? segundo o manual, sem horário completo não há renovação. Então porque continua a manter-se esta indicação? E a justificação? Parece-me que esta indicação pode levar a alguns enganos, já que o professor mesmo sem horário completo pode querer renovar com a escola. Então seria lógico a escola a dizer que sim o que justificaria a abertura de tal indicação na plataforma.
Passando às Necessidades Transitórias (pedido de horários), a questão que se coloca é, se todos os horários dos contratados, completos ou não e que a escola concorde ou não na sua renovação, vão para esta plataforma como necessidades transitórias?
Foram boas as férias e foi óptima a visita aos Açores.
Foram 5 dias fantásticos de visita guiada (Vimatour) por 2 Ilhas dos Açores, S.Miguel e Terceira. Conheci estas 2 Ilhas e fiquei admirado com a sua beleza natural. Paisagens lindíssimas e recursos naturais de uma beleza impressionante que só vistos. As suas igrejas históricas, os seus vales e montes, as suas lagoas, as praias, o seu artesanato e a sua gastronomia fazem destas ilhas um lugar de encantar.