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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto e ao que me rodeia! Educação é a minha paixão! Arte e Educação de mãos dadas! email: ag_silva@hotmail.com

Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

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ADRC - Sorteio Cabaz de Páscoa 2012

Foi realizado o” Sorteio Cabaz da Páscoa 2012”, no dia 29 de Abril de 2012, pelas 18.30h, na sede da Associação Desportiva Recreativa e Cultural de Parada de Gonta, Estádio Tomás Ribeiro.

Na presença do Presidente da Direção da ADRC de Parada de Gonta, Presidente da Direção e Presidente da Assembleia da ASSODREC e ainda outros elementos pertencentes a outras associações, foram retirados um a um os bilhetes duma bolsa onde tinham sido colocados e conferidos na sua totalidade.

Começando do 6º para o 1º lugar, a ordenação ficou da seguinte forma:

6º - Número 293 – Boné – Saiu ao Sr. Fernando Silva

5º - Número 357 – Bola – Saiu à Sr.ª Paula Riquito

4º - Número 506 – Camisola – Saiu ao Sr. Fernando Cardoso

3º - Número 505 – Garrafão Vinho – Saiu ao Sr. Carlos Henriques

2º - Número 294 – Queijo – Saiu à Sr.ª Fernanda Vital

1º - Número 252 – Presunto – Saiu ao Sr. José Almeida

Parabéns aos sortudos e um agradecimento por parte dos órgãos sociais da ADRC de Parada de Gonta a todos que colaboraram e ajudaram para que fosse possível este evento.


Despacho n.º5634-F/2012 sobre Agregações.

Carregar na imagem

 

Governo retoma uma resolução do Conselho de Ministros de Sócrates para dar cobertura às agregações que dão origem a mega-agrupamentos  e hiper-agrupamentos. Nada de novo neste  despacho a não ser aquilo que já se ia fazendo. Continuação dos mega-agrupamentos e hiper-agrupamentos com os critérios já anunciados.


Para onde caminhas 25 de Abril de 74?

 

Desenho a lápis de cor e aguarela

 

Foi há 38 anos!..

 

Que se deu o despontar da aurora por entre a penumbra das trevas que amordaçavam o país, deste bem precioso, nasceu a liberdade acabou-se o medo.

 

Foi o eclodir da esperança dum povo de olhos vendados, não tinha direitos, era injustiçado, não tinha liberdade de expressão, não era ouvido, era censurado e psicologicamente amordaçado, não promovia a paz e fazia a guerra sem questionar porquê? Era um povo sem alma.

 

Recordar as conquistas de Abril com o regresso dos políticos exilados, as grandes manifestações com os cânticos de esperança que enchiam qualquer praça, o poder de discutir e dar a sua opinião nas assembleias, o escrever sem medo, o poder de pertencer como homem livre a qualquer órgão ou instituição, lutar pelos direitos do trabalhador, fazem parte do baú que hoje, passados 38 anos da Revolução de Abril, parecem estar a desvanecer.

 

Passados 38 anos a esperança do povo de Abril vai arrefecendo à medida dos anos passados. A sociedade de lazer que estava prometida não chegou. Com o advento da globalização certos direitos começaram a ser postos em causa com o objectivo da produtividade e do lucro, o homem torna-se uma máquina produzindo cada vez mais e, sempre com objectivos de lucro mais elevados, levando a que haja mais produto para vender do que aquele que pode ser comprado, dando-se o colapso e abrindo uma crise financeira que não se sabe quando terminará. A máquina capitalista do lucro fácil estourou e quem vai pagar o seu conserto vão ser novamente aqueles que vivem do trabalho. Os capitalistmo sob a capa da Troika empresta-nos o dinheiro mas exige condições.

 

As conquistas de Abril vão desaparecendo e são postos novamente em causa os direitos dos trabalhadores, o direito ao trabalho, o direito à saúde, o direito à educação, a fome começa a imperar, a liberdade de se expressar a ser questionada, a degradação dos valores morais e éticos é uma constante, a falta de solidariedade, tudo fruto do egoísmo dos homens em favor dum capitalismo selvagem do qual os nossos governantes são os principais responsáveis.

 

Como tudo neste país, vai-se perdendo o verdadeiro sentido de Abril, mas recordo com orgulho o ter assistido a data tão importante (ver a minha 1º lição sobre Abril) e tenho esperança que o verdadeiro significado do 25 de Abril ainda venha acontecer.

 

São 38 anos após o 25 de Abril, ainda restam memórias do sonho que foi esse dia. Para muitos o sonho não passou de um sonho e o que resta é a memória desse sonho. Para mim, o sonho continua a ser sonho e prefiro viver nesse sonho do que viver sem sonhar. Um dia esse sonho chegará numa nuvem de espuma brindando ao som dum trombone um grito de certezas:

 

VIVA a Liberdade, VIVA a Igualdade, VIVA a Fraternidade.

 

 

 

Obs: Poema a Abril que não pode ficar só nos comentários do amigo António Nunes do blogue Dispersamente...

 

António Nunes a 25 de Abril de 2012 às 13:16

 

A chuva cai lentamente
Discursos, ideias ocas
Tanta palavra que mente
Saiamos das nossas tocas

O 25 de Abril está aí
Os cravos onde estão?
Esperanças que perdi?
Digo já e agora: NÃO!

Tantas ilusões
Tanto entusiasmo
Tantas canções
Agora, este marasmo...

Levantemos a moral
Lutemos com nossas mãos
Arraial, arraial, por Portugal
Voltemos à luta, irmãos!

Agostinho, quando se vive intensamente um ideal, ele nunca morrerá, enquanto tivermos um sopro de vida.

Por esse belo ideal
PORTUGAL, PORTUGAL!

Um abraço, viva a Liberdade, a Fraternidade, a Solidariedade

 

 


Para onde caminhas 25 de Abril de 74?

Desenho a lápis de cor e aguarela

Foi há 38 anos!..

Que se deu o despontar da aurora por entre a penumbra das trevas que amordaçavam o país, deste bem precioso, nasceu a liberdade acabou-se o medo.

Foi o eclodir da esperança dum povo de olhos vendados, não tinha direitos, era injustiçado, não tinha liberdade de expressão, não era ouvido, era censurado e psicologicamente amordaçado, não promovia a paz e fazia a guerra sem questionar porquê? Era um povo sem alma.

Recordar as conquistas de Abril com o regresso dos políticos exilados, as grandes manifestações com os cânticos de esperança que enchiam qualquer praça, o poder de discutir e dar a sua opinião nas assembleias, o escrever sem medo, o poder de pertencer como homem livre a qualquer órgão ou instituição, lutar pelos direitos do trabalhador, fazem parte do baú que hoje, passados 38 anos da Revolução de Abril, parecem estar a desvanecer.

Passados 38 anos a esperança do povo de Abril vai arrefecendo à medida dos anos passados. A sociedade de lazer que estava prometida não chegou. Com o advento da globalização certos direitos começaram a ser postos em causa com o objectivo da produtividade e do lucro, o homem torna-se uma máquina produzindo cada vez mais e, sempre com objectivos de lucro mais elevados, levando a que haja mais produto para vender do que aquele que pode ser comprado, dando-se o colapso e abrindo uma crise financeira que não se sabe quando terminará. A máquina capitalista do lucro fácil estourou e quem vai pagar o seu conserto vão ser novamente aqueles que vivem do trabalho. Os capitalistmo sob a capa da Troika empresta-nos o dinheiro mas exige condições.

As conquistas de Abril vão desaparecendo e são postos novamente em causa os direitos dos trabalhadores, o direito ao trabalho, o direito à saúde, o direito à educação, a fome começa a imperar, a liberdade de se expressar a ser questionada, a degradação dos valores morais e éticos é uma constante, a falta de solidariedade, tudo fruto do egoísmo dos homens em favor dum capitalismo selvagem do qual os nossos governantes são os principais  responsáveis.

Como tudo neste país, vai-se perdendo o verdadeiro sentido de Abril, mas recordo com orgulho o ter assistido a data tão importante (ver a minha 1º lição sobre Abril) e tenho esperança que o verdadeiro significado do 25 de Abril ainda venha acontecer.

São 38 anos após o 25 de Abril, ainda restam memórias do sonho que foi esse dia. Para muitos o sonho não passou de um sonho e o que resta é a memória desse sonho. Para mim, o sonho continua a ser sonho e prefiro viver nesse sonho do que viver sem sonhar. Um dia esse sonho chegará numa nuvem de espuma brindando ao som dum trombone um grito de certezas:

VIVA a Liberdade, VIVA a Igualdade, VIVA a Fraternidade.

 

Obs: Poema a Abril que não pode ficar só nos comentários do amigo António Nunes do blogue Dispersamente...

António Nunes a 25 de Abril de 2012 às 13:16
A chuva cai lentamente
Discursos, ideias ocas
Tanta palavra que mente
Saiamos das nossas tocas

O 25 de Abril está aí
Os cravos onde estão?
Esperanças que perdi?
Digo já e agora: NÃO!

Tantas ilusões
Tanto entusiasmo
Tantas canções
Agora, este marasmo...

Levantemos a moral
Lutemos com nossas mãos
Arraial, arraial, por Portugal
Voltemos à luta, irmãos!

Agostinho, quando se vive intensamente um ideal, ele nunca morrerá, enquanto tivermos um sopro de vida.

Por esse belo ideal
PORTUGAL, PORTUGAL!

Um abraço, viva a Liberdade, a Fraternidade, a Solidariedade

 


Irresponsabilidade na BR 26 (DACL).

Antes da saída das listas da BR 26 e no grupo 100, Pré-Escolar, a escola é avisada que vai ser colocada uma colega que para espanto de todos, verifica-se que a colega já está aposentada. Foi colocada a situação da respectiva professora/educadora por via telefónica à DGRHE e depois por escrito. Até agora nenhuma resposta. Mesmo assim, saiu a lista BR 26 com a professora incluída.

Pouco depois toca o telefone doutra colega que também está em DACL e é dessa escola onde foi colocada a educadora aposentada. Pergunta o porquê desta situação já que a colega apesar de aposentada tinha o número de ordem de colocação superior ao seu. A escola não sabe e diz-lhe que já expôs o caso mas ainda está à espera da resposta.

A Educadora telefona à DGRHE e também lhe dizem para expor a situação por mail. Por telefone ninguém assume os erros. Não se consegue chegar a quem fez ou programou as colocações. É sempre alguém que não está em linha e para isso dão o mail a quem reclama.

Contatou-se com a escola onde a professora aposentada foi colocada para lhe expor o caso e eles logo disseram que na BR anterior também tinham colocado uma educadora que se ia aposentar e agora com a colocação desta já aposentada significa que os alunos vão continuar a ser prejudicados. Isto é uma situação conhecida pelo próprio que a escreve.

Quantas situações e quantos erros neste processo que ninguém assume. Quantos Professores / Educadores serão prejudicados com situações idênticas que ninguém sabe.

Com a vida dos professores/educadores muita gente brinca ..quando acabará?

 

Nota: Em jeito irónico pode-se afirmar que a oferta de emprego na educação é tanta que são obrigados a chamar os reformados, e esta hein??


Postal de Parada de Gonta..100/ ADRC - Final de época 2011/12

ADRC Parada de Gonta 0 - Nelas 4

Realizou-se este Domingo no Estádio Tomás Ribeiro a 26ª Jornada de Futebol da 1ª Divisão zona sul da AF de Viseu, que colocou frente a frente a equipa da casa ADRC de Parada de Gonta e o GD Nelas. A ADRC de Parada de Gonta perdeu com o GD Nelas por 4-0 no seu campo perante pouca assistência, num jogo sem história, sem jogadas dignas de registo tal como o tempo que se apresentava  frio mas bom para a prática de futebol. Ao intervalo o Parada de Gonta perdia por 1-0.

Foi a última jornada da época desportiva de 2011/2012 e a ADRC de Parada de Gonta ficou na penúltima posição da tabela classificativa como o demonstra a página com os resultados e classificação neste link: http://www.zerozero.pt/edicao.php?id_edicao=25859 .

Seguidamente e para a despedida dos jogadores e equipa técnica foi oferecido um jantar de confraternização por 2 sócios paradenses, aos quais a adrc agradece este gesto de amizade.

Um agradecimento também da ADRC de Parada de Gonta, aos atletas e equipa técnica, e a todos os paradenses que participaram e ajudaram a levar a associação a atingir os objetivos com que se comprometeu. A todos obrigado e até à próxima época. 

 


Recado aos Paradenses - Censos 2011

 

POPULAÇÃO RESIDENTE, POPULAÇÃO PRESENTE do CONCELHO DE TONDELA

 

População residente

População presente

Lugar

Zona Geográfica

HM

H

M

HM

H

M

 

1821

Tondela

28946

13741

15205

27746

13056

14690

 

182101

Barreiro de Besteiros

975

462

513

937

441

496

11

182102

Campo de Besteiros

1474

723

751

1398

680

718

7

182103

Canas de Santa Maria

1806

856

950

1745

820

925

4

182104

Caparrosa

805

381

424

765

355

410

16

182105

Castelões

1542

705

837

1479

667

812

5

182106

Dardavaz

782

376

406

729

344

385

17

182107

Ferreirós do Dão

441

209

232

371

174

197

24

182108

Guardão

1490

706

784

1492

702

790

6

182109

Lajeosa

1940

942

998

1877

901

976

3

182110

Lobão da Beira

1124

547

577

1079

518

561

9

182111

Molelos

2346

1099

1247

2222

1041

1181

2

182112

Mosteirinho

217

108

109

200

98

102

25

182113

Mosteiro de Fráguas

590

274

316

563

260

303

20

182114

Mouraz

878

409

469

862

395

467

14

182115

Nandufe

622

294

328

585

277

308

19

182116

Parada de Gonta

754

359

395

711

337

374

18

182117

Sabugosa

545

267

278

526

253

273

21

182118

Santiago de Besteiros

1331

658

673

1287

633

654

8

182119

São João do Monte

862

430

432

805

396

409

15

182120

São Miguel do Outeiro

913

435

478

867

411

456

12

182121

Silvares

136

63

73

131

61

70

26

182122

Tonda

984

460

524

926

427

499

10

182123

Tondela

4508

2086

2422

4360

2007

2353

1

182124

Vila Nova da Rainha

476

226

250

465

219

246

23

182125

Vilar de Besteiros

893

421

472

868

402

466

13

182126

Tourigo

512

245

267

496

237

259

22

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em tempos foi escrito um post com o tema “O Pulsar da Freguesia” e alertava os governantes e cito “Não podemos deixar de alertar os governantes do Concelho para este pulsar da Freguesia que poderá ter efeitos contrários se a terra deixar de ser atractiva e não responder às necessidades dos seus cidadãos.”

Fica a reflexão e analisando os dados do gráfico do concelho de Tondela e da Freguesia de Parada de Gonta, verifica-se que:

Parada de Gonta perdeu alguns habitantes, por exemplo, em 2001 a População Residente era de 812 e em 2011 é de 754 conforme os censos atuais. Em 2001 a População Presente era de 785 e em 2011 é de 711 conforme os censos atuais.

Perdendo num caso 58 e noutro 74 habitantes e das 26 freguesias estamos na 18ª posição a nível de habitantes.

A sua Densidade Populacional passou de 120,7h/km em 2001 para 113h/km em 2011.

Segundo os censos provisórios de 2011 das 26 freguesias do Concelho de Tondela, só Campo de Besteiros, Ferreirós do Dão e Tondela, aumentaram a sua população e Lobão da Beira manteve. Todas as outras Freguesias perderam população e nalguns casos percentagens bastante acentuadas.

No distrito de Viseu só o concelho de Viseu é que aumentou a sua percentagem de habitantes, ou outros Concelhos todos perderam.

Fonte INE

 

Pegando novamente no tema que foi colocado a reflexão, se deixarmos que as coisas aconteçam e não lutarmos por elas, podemos ter a certeza que que Parada de Gonta ficará sem qualquer graça e sem interesse nenhum. Os jovens fogem e os velhos ficam cada vez mais isolados.

Muitas coisas se podem fazer em Parada de Gonta para que a terra pulse de energia positiva e para isso ainda temos 5 associações que poderão dar alento e motivação aos jovens para que venham visitar a sua terra já que a nível de emprego todos sabemos como é.

Mas a nível dos nossos governantes autárquicos também não podem assobiar para o lado à espera que as coisas caiam no regaço, é preciso lutar por elas e jogar na antecipação, antes que os outros o façam. Acontece com o nome da estação de Parada de Gonta que será um revés para as gentes paradenses se não for colocado lá o nome . Acontece com o Polidesportivo prometido há muito tempo e agora nem se fala. Acontece com muito maior gravidade se encerrar o 1º CEB em Parada de Gonta. Temos que fazer tudo (todas as diligências) para o manter.

Existem 2 cenários sobre a extinção do 1º CEB de Parada de Gonta. Pelo que se ouve parece até que se movimentam forças para que o 1ºCEB seja extinto e os alunos passem para Canas de Santa Maria.

Na minha opinião é um erro fechar a escola, a não ser que seja encerrada por ordem ministerial. Caso encerre, os alunos terão de ser encaminhados para outros lados e também seria um grande erro os pais paradenses trocarem a escola EB 2,3 da Lajeosa do Dão, que tem óptimas condições, com refeitório, com pavilhão desportivo, com espaço de lazer e uma biblioteca muito dinâmica, pela EB de Canas de Santa Maria que não tem estas mais-valias para os alunos. Na EB 2,3 da Lajeosa do Dão os professores terão a coadjuvação dos professores da EB 2,3 nas áreas de Expressões, inglês, Música e Ed. Física, conforme o indicado na nova revisão estrutura curricular. Usufruirão de pavilhão e salas especificas para estas áreas e modalidades.

Falta ainda dizer e segundo informações oficiosas que o Agrupamento de Escolas da Lajeosa do Dão se agregará à Escola Secundária com 3º ciclo de Tondela, o Agrupamento de Escolas de Tondela se agregará à Escola Secundária com 3º ciclo de Molelos e o Agrupamento de Escolas do Caramulo se agregará ao Agrupamento de Escolas de Campo de Besteiros.

Quer isto dizer que os alunos que estiverem agregados à Lajeosa do Dão vão para a Secundária de Tondela e os alunos que estiverem agregados a Canas de Santa Maria vão para a secundária de Molelos.

 


Reuniões Sindicais para Professores Contratados, AEC e Desempregados.

Chegou ao email das escolas a seguinte informação:

Pedimos o favor de informar os colegas contratados, desempregados e das AEC da realização destas reuniões.

Aconselha-se a todos os colegas contratados a irem a estas ações. Se se organizarem até poderão questionar os sindicalistas acerca de alguns tópicos polémicos, levantar dúvidas e pedir esclarecimentos.
 
Deixa-se de seguida a lista das ações que se encontram a esta altura agendadas:
 
PORTO - dia 18 de Abril - 4ª feira -
Sede do SPN - 17h30
AVEIRO - 19 de Abril – quinta-feira -
Escola Secundária Jaime Magalhães Silva (Esgueira) - 17H30

CASTELO BRANCO - 19 de Abril –
quinta-feira - Escola Secundária Amato Lusitano - 16H30
COVILHÃ - 19 de Abril – quinta-feira
- Escola Secundária Qta das Palmeiras - 16H30
COIMBRA - 19 de Abril – quinta-feira
- Escola Secundária José Falcão - 17H30
GUARDA - 19 de Abril – quinta-feira -
Sede do SPRC - 18H00
LEIRIA - 19 de Abril – quinta-feira -
Sede do SPRC - 16H30
VISEU - 19 de Abril – quinta-feira -
Sede do SPRC - 16H30
LAMEGO - 19 de Abril – quinta-feira -
Sede do SPRC - 16H30
LISBOA – 21 de Abril – sábado – Sede
do SPGL – 15H00
PORTALEGRE -19 Abril – quinta-feira -
Delegação do SPZS – 17H30
ÉVORA - 20 de Abril - sexta-feira -
ES/3 André de Gouveia – 17H00
BEJA - 19 Abril – quinta-feira -
Delegação do SPZS – 17H00
FARO - 19 Abril – quinta-feira -
Escola Superior de Sude – 17H30
PORTIMÃO - 18 Abril – quarta-feira -
Escola Nuno Mergulhão - 16H30

Toda a informação sobre Concursos 2012

 

Para lembrar que estão a decorrer os concursos de professores contratados até às 18 h do dia 27 de Abril. 

Toda a informação sobre os concursos 2012.


Ver prazos:

 

Submissão da Candidatura – 16 a 27 de abril de 2012 (9 dias) (18h!)

Validação da Candidatura – 30 de abril a 7 de maio de 2012 (5 dias)

Aperfeiçoamento da Candidatura – 8 a 10 de maio de 2012 (3 dias)

Validação do Aperfeiçoamento – 11 e 14 de maio de 2012 (2 dias)

 

Ligações e Documentos com interesse sobre os concursos{#emotions_dlg.ok}

Links, Códigos de agrupamentos, minutas, etc... 

 

Apresentação do MEC sobre os concursos{#emotions_dlg.meeting}

PDF com indicações sobre os concursos 2012 

 

Concursos para 2012/2013 – Calendário e demais informações{#emotions_dlg.chat}

Informações sobre a reunião FENPROF/DGAE realizada em 11 de Abril de 2012

 

Manual de Instruções{#emotions_dlg.unknown}

Concurso de Contratação (aplicação 2012) 

 

Aviso de Abertura do Concursos 2012{#emotions_dlg.locked}

 

Ver correcção das datas do concurso


Sala de Visitas de Parada de Gonta - Postal de Parada de Gonta...

Sala de Visitas de Parada de Gonta - Pintura de acrilico s/tela com 5x40

 

O chamado Terreiro de Parada de Gonta é o:

 

Lugar onde se situam os 3 solares de Parada de Gonta

Lugar onde se situa o Castelo e a Capela de S.José

Lugar onde se celebram as Festas de Santa Ana

Lugar da feira mensal

Lugar de encontro no recolher das cruzes

Lugar onde a procissão da aldeia dá a volta

 

Lugar que Tomás Ribeiro enaltece nos seus poemas:

"No centro, grave e campeiro,

Se ergue o palácio da aldeia,

Num liso largo terreiro

….E a casa que entre arvoredos

Ali sózinha vivia,

…No centro, por sobre a porta,

Um brasão de fidalguia,

E, para o lado oriental,

Uma formosa capela

Tão vistosa e festival,

Que não se encontra mais bela

Noutra aldeia em Portugal."


Obs: Esta pintura foi oferecida ao paradense e amigo Carlos Alberto.

 

Carregue para ver mais pinturas de Parada de Gonta

 


Do 5.º ao 12º as Turmas passam a ter um mínimo de 26 e um máximo de 30 alunos.

Já não é novidade nenhuma!.Não bastavam os giga-agrupamentos, agora são também turmas maiores. É mais uma ajuda para criar mais  desemprego entre os professores ou com alguma sorte ficarem em DACL. Todos os dias aparecem noticias desencorajadores, são umas em cima das outras,  só não aparece aquela luz ao fundo do túnel que nos dê esperança que as coisas vão melhorar. Aqui vai um resumo, ou seja, copy paste do despacho que regulamenta as matriculas para aprovação em diário da republica.

 

5 – Constituição de turmas:
5.1 – Na constituição das turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica definidos no projeto educativo da escola, competindo ao diretor aplicá-los no quadro de uma eficaz gestão e rentabilização de recursos humanos e materiais existentes e no respeito pelas regras constantes do presente despacho.
5.2 – As turmas do 1.º ciclo do ensino básico são constituídas por 26 alunos, não devendo ultrapassar esse limite.
5.2.1 – As turmas do 1.º ciclo do ensino básico, nas escolas de lugar único que incluam alunos de mais de dois anos de escolaridade, são constituídas por 18 alunos.
5.2.2 – As turmas do 1.º ciclo do ensino básico, nas escolas com mais de um lugar, que incluam alunos de mais de dois anos de escolaridade, são constituídas por 22 alunos.
5.3 – As turmas dos 5.º ao 12.º anos de escolaridade são constituídas por um número mínimo de 26 alunos e um máximo de 30 alunos.
5.4 – As turmas que integrem crianças e jovens com necessidades educativas especiais de carácter permanente, e cujo programa educativo individual assim o determine, são constituídas por 20 alunos, no máximo, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições.
5.5. Nos 7.º e 8.º anos de escolaridade, o número mínimo para a abertura de uma disciplina de opção do conjunto das disciplinas que integram as de oferta de escola é de 20 alunos.
5.6 – Nos cursos científico-humanísticos e nos cursos artísticos especializados, nos domínios das artes visuais e dos audiovisuais, no nível secundário de educação, o número mínimo para abertura de uma turma é de 26 alunos e de uma disciplina de opção é de 20 alunos.
5.6.1 – É de 15 alunos o número para abertura de uma especialização nos cursos artísticos especializados.
5.6.2 – (Revogado).
5.6.3 – Na especialização dos cursos artísticos especializados, o número de alunos não pode ser inferior a oito, independentemente do curso de que sejam oriundos.
5.7 – O reforço nas disciplinas da componente de formação específica ou de formação científico-tecnológica decorrente do regime de permeabilidade previsto na legislação em vigor pode funcionar com qualquer número de alunos, depois de esgotadas as hipóteses de articulação e de coordenação entre escolas da mesma área pedagógica.
5.8 – O desdobramento das turmas e ou o funcionamento de forma alternada de disciplinas dos ensinos básico e secundário é autorizado nos termos definidos em legislação e ou regulamentação próprias.
5.9 – As turmas dos anos sequenciais do ensino básico e dos cursos de nível secundário de educação, incluindo os do ensino recorrente, bem como das disciplinas de continuidade obrigatória, podem funcionar com um número de alunos inferior ao previsto nos números anteriores, desde que se trate de assegurar o prosseguimento de estudos aos alunos que, no ano lectivo anterior, frequentaram a escola com aproveitamento e tendo sempre em consideração que cada turma ou disciplina só pode funcionar com qualquer número de alunos quando for única.
5.10 – Na formação das turmas deve ser respeitada a heterogeneidade do público escolar, podendo, no entanto, o diretor perante situações pertinentes, e após ouvir o conselho pedagógico, atender a outros critérios que sejam determinantes para o sucesso escolar.
5.11 – Na educação pré-escolar os grupos são constituídos por um mínimo de 20 e um máximo de 25 crianças, não podendo ultrapassar esse limite, embora, quando se trate de um grupo homogéneo de crianças de 3 anos de idade, não pode ser superior a 15 o número de crianças confiadas a cada educador.
5.12 – Nos cursos científico-humanísticos será criada nas escolas que para isso disponham de condições logísticas e de modo a proporcionar uma oferta distribuída regionalmente a modalidade de ensino recorrente. O número mínimo de alunos para abertura de uma turma de ensino recorrente é de 30. No caso de haver desistências de alunos, comprovada por faltas injustificadas de mais de duas semanas, reduzindo-se a turma a menos de 25 alunos, a turma extingue-se e os alunos restantes integram outra turma da mesma escola ou de outra.
5.13 – A constituição ou a continuidade, a título excecional, de turmas com número inferior ou superior ao estabelecido nos números anteriores carece de autorização dos serviços do Ministério da Educação e Ciência territorialmente competentes, mediante análise de proposta fundamentada do diretor do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, ouvido o conselho pedagógico.

 

Um agradecimento aos colegas do blog Ad Duo


Concurso Professores Contratados 2012/13 - 16 de Abril.

Informações sobre a reunião FENPROF/DGAE realizada em 11 de abril de 2012

 

Calendário dos concursos:
 

Contratação16 de abril (início de candidatura) – julho – (manifestação de preferências)

 

Condições específicas - maio de acordo com despacho a publicar oportunamente

 

Mobilidade internajunho (em princípio de acordo com a nova legislação que entretanto deverá ter sido publicada).

 

Reserva de recrutamentosetembro.

 

Oferta de escolasetembro.

 

1. Concurso para contratados abrirá 2ª feira dia 16 de abril. Em princípio o aviso de abertura será publicado na 6ª feira 13 de abril.

2. As regras do mesmo ainda serão as anteriores (constantes do DL 20/2006 com a redação do DL 51/2009);

3. A avaliação (por ter sido revogado o Decreto Regulamentar 2/2010), excecionalmente, este ano, não fará parte da graduação dos concursos;

4. Podem-se repetir escolas e tipos de horários (concorrer para anuais e repetir para anuais e temporários);

5. Em julho será a 2ª parte (manifestação de preferências) do concurso de Contratação Inicial (finalmente ficamos livres de concursos em Agosto);

6. Serão publicadas de listas das colocações em Reserva de Recrutamento;

7. Serão obrigatoriamente publicitados os itens a considerar dentro de cada critério de seleção dos candidatos à oferta de escola (entrevista ou avaliação curricular). É obrigatória a publicitação de listas graduadas dos candidatos.

8. Mobilidade DCE's - (com cuidada verificação de toda a documentação enviada, este DCE decorrerá do artº 68º do ECD e de despacho a publicar, que manterá as condições atualmente previstas na legislação em vigor).

9. Mobilidade interna (atual DACL) - será pedida uma previsão às escolas do número de possíveis candidatos a DACL (por excesso). Em agosto esta previsão pode ser alterada sendo apenas permitida a retirada de candidatos e não o seu acréscimo. Assim estes professores podem optar em ser só candidatos a DACL (1ª prioridade) ou DACL e mobilidade interna (atual DAR).

10. Mobilidade interna (atual DAR) – será permitida este ano, mesmo tendo já sido colocados em DAR em 2009/2010.

 

Lisboa, 11 de abril de 2012


Comunicado APEVT sobre a Reunião com a DGAE - 11/04/2012

 

Comunicado da APEVT que aborda questões essenciais das alterações curriculares e dos procedimentos que se prevêm para a organização do ano letivo 2012/2013 e não apenas dos problemas da disciplina de EVT.

COMUNICADO

REUNIÃO de 10 de Abril entre a APEVT e a DGRHE

Nota prévia

Trabalhar sobre os erros do MEC sobre a Revisão da Estrutura Curricular não é abdicar dos princípios que defendemos mas denunciar que as soluções apresentadas não têm consistência e que a única intensão evidente é reduzir despesas com os recursos humanos na educação. Assim, reafirmamos algumas questões que constituem motivos da nossa preocupação:
- A concretização da intenção expressa no âmbito do melhoramento do acompanhamento dos alunos, “… Fomentar, no 1.º ciclo, a coadjuvação nas áreas das Expressões, por professores de outros ciclos do mesmo Agrupamento de Escolas, que pertençam aos grupos de recrutamento destas áreas”;
- A eliminação da disciplina de EVT sendo uma solução inaceitável, pois carece, como sempre dissemos, de fundamentação consistente, surge no plano dividida pelas disciplinas de EV e ET, cada uma com 90 minutos e leccionada por um único professor. Repare-se, contudo, na contradição de criar ET no 2º ciclo e retirar no 3º impedindo a sua continuidade curricular. Por mais esta razão a eliminação da disciplina de ET no 3º ciclo é um verdadeiro absurdo. Esta morte abrupta da ET será, através da Oferta de Escola, uma morte lenta;
A omissão dos grupos de recrutamento/docência levam-nos a antecipar o princípio de que a EV e a ET, deverá ser leccionada por professores recrutados do grupo 240, por forma a manter equidade e a estabilidade nos quadros docentes das escolas. Esta medida determinará consequentemente o modo de leccionação das duas disciplinas com repercussões diretas na elaboração dos programas;
A partir destas questões primordiais apresentamos propostas na reunião com a DGAE (ex-DGRHE), de entre as quais salientamos as seguintes:
• 1º CICLO: Concretização das intenções expressas de Coadjuvação das Expressões no 1º ciclo.
É imprescindível a publicação do quadro da estrutura curricular do 1º ciclo, tal como aconteceu com os planos curriculares dos outros ciclos de estudo. É também necessário regulamentar, nomeadamente no documento Organização do Ano Letivo (OAL), a gestão de horas do plano curricular do 1º ciclo especificando horas a atribuir à coadjuvação, especialmente na área das expressões plásticas e na mobilidade vertical de agrupamento possível para o grupo 240 (refira-se apenas como exemplo que na Região Autónoma da Madeira existe o grupo 140 de Expressão Plástica para o 1º ciclo na sua grande maioria professores de EVT).
Esta medida libertaria horas letivas ao professor generalista do 1º ciclo para trabalho de coordenação das AEC’s, (revindicação antiga dos professores do 1º ciclo). A modalidade desta coadjuvação, assente em projectos de expressão plástica desenvolvidos em conjunto entre os professores, mas cuja leccionação seria realizada pelo professor coadjuvante em blocos de 90 minutos por turma.
• 2º CICLO: Explicitação dos grupos que lecionam EV e ET e regime de docência
Não se vislumbra outra solução senão a EV e a ET serem dadas pelo mesmo professor (à mesma turma) que leciona a EVT, ou seja o grupo 240. Isto permite continuidade e acompanhamento dos alunos; potencia a lecionação articulada entre as duas componentes, (agora designadas disciplinas); e evita um elevado número de turmas a atribuir a cada professor o que se revela pedagogicamente desaconselhável.
Propõe-se também que no quadro do Plano Curricular do 2º ciclo se inclua uma alínea que refira que a ET é dada em regime de par pedagógico, ou em turma dividida em dois turnos anuais de 90 minutos com o mesmo professor, garantindo um rácio de 10-15 alunos por professor em disciplinas com caráter prático e experimental como é o caso.
• 3º CICLO: Oferta de Escola e a disciplina de ET (disciplina estruturada, com quadro de professores, recursos educativos – manuais escolares, salas especificas e materiais e equipamentos específicos….)
Propõe-se que no quadro do Plano curricular do 3º ciclo se inclua uma alínea que refira que a ET deve ser de oferta obrigatória em todas as escolas garantindo a continuidade pedagógica entre ciclos. Deve ser leccionada em turma desdobrada em regime semestral, garantindo um rácio de 10-15 alunos por professor.
Salienta-se, de acordo com o Relatório de Acompanhamento Global da Educação para Todos de 2006, publicado pela UNESCO, a educação para todos é importante e qualquer abordagem à Educação Artística deve ter como ponto de partida o educando. As dimensões da Educação Artística (Musica, Teatro, Artes Performativas …) não se confinam num currículo escolar mas numa oferta extra curricular pois, estruturam-se no estudo, no contacto e na participação do “eu” dos alunos no mundo das artes (exposições, ateliers, concertos etc.).
Assim, propõe-se que no âmbito da Educação Artística, nomeadamente no 3º ciclo, uma modalidade de oferta idêntica à existente para o Desporto Escolar (os grupos/equipa estão para o Desporto Escolar como as parcerias de Arte e Cultura para a Educação Artística e Tecnológica).
• Na Oferta Complementar é absolutamente necessário explicitar os critérios de atribuição do crédito horário de cada escola. Efetivamente o critério vigente de fazer depender o crédito horário do número de horas do artigo 79 não é garantia de horas em número suficiente para “fechar horários”. A utilização da Oferta Complementar para COMPLETAR HORÁRIOS é um aspeto técnico na requisição de serviço docente/elaboração de horários. Se repararmos as cargas horárias curriculares, pela ausência de blocos de 45 minutos, não permitem horários de 22 horas mas sim de 21 ou de 24. Propõe-se um crédito horário correspondente, pelo menos, a cada turma existente.
• Nas Mobilidades entre grupos disciplinares e entre os ciclos de estudo é necessário legitimar os critérios implícitos na requisição de serviço docente. Propõe-se que se explicite, nomeadamente no documento “OAL”, critérios de mobilidade de agrupamento entre ciclos e grupos disciplinares, 240, (240 com habilitação para 1º ciclo), 600, 530 e até 550). O MEC não pode deixar ao livre arbítrio dos diretores a distribuição deste serviço docente. Nem pode fomentar uma guerra entre grupos e professores no seio das escolas e nos agrupamentos.
Sobre a contratação de professores para AEC’s, propõe-se que na definição de critérios de contratação se dê primazia aos professores contratados com mais tempo de serviço e que leccionam no agrupamento.
Por último, mantém-se a dúvida sobre a existência de um calendário de implementação da revisão. Propõe-se que a nova Estrutura Curricular se implemente gradualmente, ou seja 1º, 5º e 7º ano para o próximo ano letivo 2012/2013. Esta proposta tem por base a continuidade pedagógica dos alunos que iniciaram os ciclos de estudo e o amortecimento do impacto socioprofissional das medidas.
O objetivo da reunião convocada pela DGAE visava a receção de propostas tendo em vista soluções para a distribuição de serviço docente e apenas isso. Outras questões por nós suscitadas foram remetidas para uma audição com a DGE (ex-DGIDC), que trata questões do foro de natureza curricular. Ficamos à espera de feedback sobre as nossas propostas e iremos já amanhã solicitar uma audiência com a DGE para colocar questões de caráter conceptual, como são as questões programáticas, os modelos disciplinares, o regime de docência, etc.

APEVT 10 de Abril 2012


De novo...a escola!

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Depois das férias da Páscoa..o regresso.

Para todos os Estudantes que passam por este blogue ficam os votos de sucesso académico para o 3º Período, nesta 3ª etapa do ano 2011/2012. Com trabalho tudo se consegue. Nada de facilitar se queremos atingir o objectivo do sucesso académico e com qualidade.

Para os professores medidas graves foram implementadas de acordo com o rumo das politicas educativas deste governo. Aqui fica o que se pode resumir dos vários documentos do governo e ainda dos vários blogues que falam no assunto:

Com a nova revisão estrutura curricular e a extinção das àreas não curriculares (tinha sido àrea de projecto, agora estudo acompanhado e formação civica) e a mudança da carga horária nalgumas disciplinas, a extinção de outras, nomeadamente EVT do 2º ciclo e ET no 3º ciclo,  vão levar ao desemprego segundo os sindicatos a mais de 10.000 professores   que poderão ser muito mais segundo as previsões deste post "nova bomba!..revisão estrutura curricular".

Os  principais visados serão os professores contratados e estes não contam nos números de professores desempregados, porque não foram despedidos mas ficam sem trabalho porque não lhes é renovado o contrato. É a politica do governo quando diz que não há despedimentos.Quanto aos professores do quadro  também serão aos milhares os que ficarão em situação DACL e como se sabe a politica do governo pode mudar a qualquer momento e estes também ficarão no olho da rua.

Mais mega-agrupamentos e giga-agrupamentos. Menos professores e funcionários.

As progressões continuam congeladas. A avaliação de desempenho (em ano neutro, só para contratados), e o o seu faz-de-conta, vai continuar a marcar o dia-a-dia das escolas, criando injustiças e intrigas com as suas cotas. Saíu o novo projeto de diploma sobre concursos, novo diploma sobre a autonomia e gestão, novo ECD e ainda o  diploma sobre a ADD que já tinha saído, todos eles com profundas mudanças.

Continuam os cortes nos salários dos professores com a extinção do 13º e 14º mês (talvez para sempre..).

E ainda a tralha burocrática que vai continuar a moer a paciência aos professores...

A todos os Professores e outros Actores Educativos resta-nos a esperança de que num outro ano as coisas melhorem.

Bom Trabalho!..


Recolha das Cruzes / Postal de Parada de Gonta ..98

 

Hoje, dia 08 de Abril de 2012, foi dia da Visita Pascal em Parada de Gonta.

Pelas 8 horas da manhã começa a missa da ressurreição e pelas 10 horas sai o compasso para percorrer a aldeia. A aldeia tem 46 Avenidas/ruas e para isso a sua cobertura é feita com 2 cruzes sendo o seu recolher cerca das 20 horas. O encontro entre as cruzes no terreiro é um marco já com tradição na aldeia e de seguida a procissão até à Igreja Matriz de Parada de Gonta. O recolher é uma festa e Parada de Gonta já é conhecida pelo recolher das cruzes e a sua famosa procissão.

Quase todas as pessoas da aldeia e muita gente de fora vêm assistir à procissão, esperam no terreiro a união das cruzes para de seguida as acompanharem e fazerem o percurso do terreiro até à Igreja.

É uma romaria com devoção, mas também com muita alegria depois de um dia farto de comida. Lembro, que é típico o cabrito ou borrego assado no forno a lenha, bem regado com um vinho do Dão.

Recolhe o compasso, assiste-se à despedida feita pelo padre, estalam-se uns foguetes e acabou a festa.

Até ao ano...


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