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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto no que me rodeia! Educação e Arte são a minha paixão! Arte e Educação de mãos dadas! Arte sem Arte é uma nova forma de Arte!. email: ag_silva@hotmail.com

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Diz Passos Coelho: Mais trabalho e menos greves.


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Numa declaração que apanhou todos de surpresa, Passos Coelho atacou a oposição com a afirmação, o país precisa de mais trabalho e menos greves. Isto vindo de um primeiro-ministro que está a liquidar milhares de empregos por dia, num país que atinge cerca de 19% de desempregados fora os que saíram para o estrangeiro, num país que manda os nossos jovens formados trabalhar para o estrangeiro, num país onde existem familias em pobreza extrema devido à falta de trabalho, num país triste e sem esperança, parece que está a brincar ou tem um sentido de humor macabro a ironia do nosso primeiro-ministro, Passos Coelho.


Regresso à normalidade nas escolas e dicas ADD

 

Acabadas as greves às avaliações a paz regressa às escolas com muitas reuniões com atrasos significativos mas que tem de ser feitas para descanso dos alunos, pais e professores. Quanto à greve não é bom contabilizar se houve ganhos ou perdas porque depende do ponto onde se parte. Em relação ao que foi o ano letivo de 2012/2013 nada se ganhou porque eram 35 horas de atividade docente, a mobilidade não existia e a direção de turma pertencia à componente não letiva. Se nos colocarmos no ponto de partida do ministério, aí já houve ganhos significativos em relação à proposta por este apresentada. A componente de trabalho passou a 40 horas mas as 5 horas a mais passam a fazer parte da componente individual de trabalho, a direção de turma retorna novamente a ser contabilizada na componente não letiva e a mobilidade a ter uma extensão máxima de 60 Km e só se aplica a partir de 2015.

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Agora a preocupação é o relatório de autoavaliação que fazendo parte da ADD levanta muitas dúvidas na interpretação do Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, que se traduz nos seguintes princípios:

1- O relatório de autoavaliação tem por objetivo envolver o avaliado na identificação de oportunidades de desenvolvimento profissional e na melhoria dos processos de ensino e dos resultados escolares dos alunos. 

2- O relatório de autoavaliação consiste num documento de reflexão sobre a atividade desenvolvida incidindo sobre os seguintes elementos: 

a) A prática lectiva; 

b) As actividades promovidas; 

c) A análise dos resultados obtidos; 

d) O contributo para os objetivos e metas fixados no Projeto Educativo do agrupamento de escolas ou escola não agrupada; 

e) A formação realizada e o seu contributo para a melhoria da ação educativa. 

3- O relatório de autoavaliação é anual e reporta -se ao trabalho efetuado nesse período. 

4- O relatório de autoavaliação deve ter um máximo de três páginas, não lhe podendo ser anexados documentos;

5. O relatório de autoavaliação dos docentes em regime especial (avaliados pelo diretor) tem de ter no máximo seis páginas, não lhe podendo ser anexados documentos;

6- A omissão da entrega do relatório de auto -avaliação, por motivo injustificados nos termos do ECD, implica a não contagem do tempo de serviço do ano escolar em causa, para efeitos de progressão na carreira docente.

 

OBS: De uma forma sucinta pode-se dizer que (não dispensa a leitura da legislação vigente):

- Dependendo da calendarização das escolas ou agrupamentos todos os professores são obrigados a entregar o relatório de autoavaliação com exceção:

- 9º e 10º escalão, coordenadores de departamento, avaliadores, diretores, subdiretores, coordenadores de estabelecimento, assessores de direção, que o poderão fazer no final do ano escolar anterior ao final de ciclo avaliativo;

- Considera-se ciclo avaliativo o tempo de permanência da última subida de escalão até à próxima subida ao novo escalão (excetuam-se os períodos de congelamento);

- Todos os escalões têm um tempo de permanência de 4 anos com a exceção do 5º que são 2 anos;

- O relatório de autoavaliação é anual;

- Os professores do 9º e 10º escalão, coordenadores de departamento, avaliadores, diretores, subdiretores, coordenadores de estabelecimento, assessores de direção, sujeitam-se ao regime geral da ADD se quiserem a menção de MB ou Excelente, isto é, para Excelente têm que ter observação de aulas e para MB têm que entregar o relatório anualmente;

- os docentes posicionados no 8.º escalão são avaliados pelo coordenador de departamento ou avaliador por ele designado e elaboram, para os efeitos da ADD, um relatório anual (só os futuros 8.º escalão serão avaliados pelo diretor);

- Os professores do 2º e 4º escalão têm obrigatoriamente a observação de aulas por um avaliador externo designado para o efeito.

Normativos legais:

 

- Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro (regulamenta o sistema de avaliação do desempenho do pessoal docente estabelecido no ECD);

- Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro (Estatuto da Carreira Docente).

 

Esclarecimentos provenientes da DGAE:

 

- Questões relativas à ADD (parte 1);

- Questões relativas à ADD (parte 2).

 


Fumo branco entre Sindicatos e MEC.


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Professores suspendem paralisação às avaliações (fonte DN Portugal)


O que ficou acordado e formalizado por escrito entre o MEC e os Sindicatos dos Professores:



a) Qualquer docente que seja transferido por mobilidade que seja do quadro de escola ou agrupamento não poderá ultrapassar os 60 quilómetros, do seu local de residência;



b) A componente de trabalho dos professores passará das 35 para as 40 horas. As 5 horas de acréscimo serão incluídas na componente não letiva, mais especificamente na componente individual de trabalho;



c) A direção de turma é reintegrada na componente letiva;



d) Para os docentes sem componente letiva, serão consideradas componente letiva as seguintes atividades: coadjuvação, apoio educativo, oferta complementar do 1.º CEB, lecionação a grupos de homogeneidade relativa, assim como aulas de substituição;



e) A mobilidade especial não poderá ser aplicada antes do ano letivo 2014/2015;



f) Não será atribuído serviço letivo aos docentes, que tendo requerido aposentação, se encontrem a aguardar o respetivo despacho.



Comentário: Só me irritam que os professores “Nêsperas” usufruam também desta luta que eles não travaram.


Finalmente o acordo entre MEC e Sindicatos dos Professores

Professores suspendem paralisação às avaliações (fonte DN Portugal)

O que ficou acordado e formalizado por escrito entre o MEC e os Sindicatos dos Professores:

 

a) Qualquer docente que seja transferido por mobilidade que seja do quadro de escola ou agrupamento não poderá ultrapassar os 60 quilómetros, do seu local de residência;

 

b) A componente de trabalho dos professores passará das 35 para as 40 horas. As 5 horas de acréscimo serão incluídas na componente não letiva, mais especificamente na componente individual de trabalho;

 

c) A direção de turma é reintegrada na componente letiva;

 

d) Para os docentes sem componente letiva, serão consideradas componente letiva as seguintes atividades: coadjuvação, apoio educativo, oferta complementar do 1.º CEB, lecionação a grupos de homogeneidade relativa, assim como aulas de substituição;

 

e) A mobilidade especial não poderá ser aplicada antes do ano letivo 2014/2015;

 

f) Não será atribuído serviço letivo aos docentes, que tendo requerido aposentação, se encontrem a aguardar o respetivo despacho.

 

Comentário: Só me irrita que os professores “Nêsperas” usufruam também desta luta que eles não travaram.

 

Ver Despacho nº 8248/2013 que dita o Calendário Escolar para 2013/2013


A 100% - a luta continua..

Até agora 100%

Durante o período de avaliações a mensagem deixada por uma escola pequena do interior ( a minha) foi de união na adesão à greve das avaliações em 100%. Nestas 2 semanas de luta foram zero as reuniões realizadas. Foi um pleno de 100%. Algumas turmas já foram adiadas pela 5ª vez.

Os alunos não serão prejudicados só por saírem mais tarde as suas avaliações. Alguns até nem iam a exame por terem reprovado de ano mas como não saem as avaliações podem ir todos a exame e pode ser que aconteça o milagre da passagem.

Mas isto das greves começa a doer e já se nota algum desespero pela continuação desta forma de luta e até me parece que o Ministério de Nuno Crato nem se importa com a continuação da greve às avaliações porque ele também está-se borrifando para as preocupações dos alunos e famílias do ensino básico.

Também me parece que o que o Ministério da Educação mais teme é a greve aos exames e particularmente aos do 12º anos, porque aqui a mossa faz doer. São as universidades que ficam sem alunos, não é como no básico vão todos a exame e pronto, e as famílias aqui começam a mexer-se porque querem os seus filhos com as notas saídas para poderem escolher as melhores universidades conforme as suas capacidades. Os efeitos com greve aos exames são muito mais eficazes do que as atuais greves às avaliações.

Este jogo das greves às avaliações terá que mudar de estratégia porque começa a cansar os atores e os efeitos ainda não se vislumbram.

Até lá a luta continua…


Exames 6º e 9º anos - 2013

Realizaram-se hoje, dia 20 de junho, os exames de Português do 6º e 9º ano. De manhã foi realizado o exame de Português do 6º ano e de tarde foi o de Português do 9º ano.

Do que me apercebi no final junto dos alunos foi que ambos os exames foram muito difíceis. Depois houve a confirmação dos colegas professores de Português realçando que o exame do 9º ano ia muito além das aprendizagens do 9º ano e para comparação disseram que até os alunos do 12º ano teriam dificuldade em responder.

Juntando a estes os exames do 4º ano que também não foram encorajadores a conclusão parece apontar para níveis de classificação dos alunos abaixo da média dos últimos anos.

Parece até que a equipa de elaboração dos exames do ME se esqueceu de proteger os próprios interesses do Ministério da Educação que neste ano letivo fez mudanças no currículo dos alunos, criou mais mega agrupamentos, aumentou o número de alunos por turma, eliminou umas disciplinas e reforçou outras, etc., com a introdução de exames de dificuldade superior ao exigido não acautelando estas mudanças nem avaliando realmente estas ditas "reformas" que o ME introduziu.

Ou por outro lado, da politica tudo se espera, poderá ser uma estratégia política para o ME através de Nuno Crato continuar a introduzir mais medidas penalizadoras aos professores e às escolas, para depois no ano que vem se confirmar a melhoria com exames de dificuldade reduzida.

Será a confirmação em crescendo com resultados positivos das medidas que possa tomar e que agravarão a qualidade do ensino público mas poderão agradar a muitos com a aproximação às campanhas eleitorais que se avizinham.

O que é certo é que foram exames muito exigentes indo para além do nível de conhecimentos do ano que deveriam avaliar. (Exame de Português do 9.º ano com perguntas mais difíceis que o do 12.º) 1

Os prejudicados são aqueles a quem todos dizem que é preciso proteger.

1 Fonte: Público


Entrega da Avaliação e Renovação de Matrículas 2013/2014

ÚLTIMA HORA

Entrega da Avaliação e Renovação de matrículas 2013/2014

Nota informativa - Avisam-se os Encarregados de Educação dos alunos do 1º ciclo e dos 5º, 7º, 8º e 10º anos do Agrupamento de Escolas de Tondela Cândido de Figueiredo que a data de entrega da avaliação dos alunos e renovação de matricula foi alterada.

Calendarização da entrega da avaliação e renovação de matrícula

 

Escola Básica de Lajeosa do Dão

1º Ciclo - 28 de junho (a partir das 9h)
5º, 7º, 8º ano - 4 de julho (a partir das 14h)
6º e 9º anos - 18 de julho (a partir das 14h)


Documentação necessária

RENOVAÇÃO DA MATRÍCULA (2º/3º ciclos/10º ano)

- B.I ou C.C.(a devolver depois de conferido)

- Cartão de utente (a devolver depois de conferido)

- Declaração do Centro de Saúde com vacinas em dia (a devolver depois de conferido)

- Cartão de Beneficiário (Segurança Social, ADSE, etc – a devolver depois de conferido)

- Os alunos que solicitaram subsídio escolar devem entregar uma fotocópia do NIB do Encarregado de Educação

- Os alunos que se vão matricular no 7º ano devem entregar 1 fotografia tipo passe

- Os alunos que têm documentos caducados, deverão fazer a entrega de fotocópia dos novos documentos

 

VER MATRICULAS NA SEDE DO AGRUPAMENTO E SECUNDÁRIA DE MOLELOS


Paulo Portas apresenta moção de estratégia ao congresso do CDS


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Num longo discurso na sic ao país, Paulo Portas apresenta a sua moção de estratégia ao congresso do CDS para a sua reeleição. Falou do seu grande contributo nas melhores medidas que este governo de coligação PSD/CDS tomou. Falou da vinculação do seu compromisso com o governo e nalgumas medidas que contra sua vontade são tomadas. Paulo Portas falou como se fosse o bom policia que vigia e vai dando bons conselhos ao governo, puxando-lhe as orelhas quando se porta mal.


É o lider do CDS, Paulo Portas, ao seu estilo.


O retrato depois da greve dos professores.

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Depois deste dia de greve dos professores e dia de greve aos exames nacionais fica o retrato do ministro e seus secretários de estado que embora derrotados se vangloriaram porque  70% dos alunos conseguiram fazer os exames.

Afinal que equipa é esta que não trata os alunos da mesma forma? Diziam eles que estavam garantidas todas as condições aos alunos para poderem realizar os seus exames.

Foi o que se viu!..Cerca de 70% dos alunos fizeram exames mas em que condições?

Devido aos cerca de 90% de professores em greve, segundo os sindicatos, teve-se que recorrer a todos os subterfúgios para que o ministro Crato não perdesse este braço de ferro que decidiu travar com os sindicatos dos professores.

Através duma norma mandou os diretores convocar todos os professores para os exames e mesmo os diretores se assim o justificasse teriam que ser vigilantes para assegurar os exames.

São relatos impressionantes do que aconteceu nas escolas: Exames em refeitórios, exames com alunos a manifestarem-se contra, exames com alunos a invadirem os espaços onde os colegas estavam a fazer as provas, exames tendo como vigilantes funcionários e professores da mesma disciplina, exames com professores que nunca tiveram formação sobre o assunto, exames que começaram muito mais tarde, etc, etc.

Como podem ter estes alunos condições psicológicas para realizarem os exames? Depois dos acontecimentos anteriores aos exames, do diz que disse e não disse  sobre o  adiamento dos mesmos e os acontecimentos durante os exames, como se podem concentrar estes alunos no que estão a fazer?

Como pode um ministro da educação ficar contente com cerca de 70% dos alunos terem realizado os exames nestas condições? E os outros? Porventura serão também alguns milhares. Como ficam estes alunos em relação aos seus colegas?

Pode o ministro da educação garantir equidade nos exames se eles não se realizam ao mesmo tempo? Como pode haver equidade se uns não tinham as condições propícias e outros vão ter mais tempo de estudo e talvez sem a perturbação que os outros tiveram? Não, não será a mesma coisa por mais que nos façam valer as suas posições.

Não haverá equidade e uns serão beneficiados enquanto outros prejudicados numa prova que devia ser a mesma, no mesmo espaço temporal e não é!.

Mas serve de lição aos colegas que não fizeram greve e que fizeram com que isto acontecesse.

 


O retrato depois da greve dos professores - 2013


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Depois deste dia de greve dos professores e dia de greve aos exames nacionais fica o retrato do ministro e seus secretários de estado que embora derrotados se vangloriaram porque 70% dos alunos conseguiram fazer os exames.


Afinal que equipa é esta que não trata os alunos da mesma forma? Diziam eles que estavam garantidas todas as condições aos alunos para poderem realizar os seus exames.


Foi o que se viu!..Cerca de 70% dos alunos fizeram exames mas em que condições?


Devido aos cerca de 90% de professores em greve, segundo os sindicatos, teve-se que recorrer a todos os subterfúgios para que o ministro Crato não perdesse este braço de ferro que decidiu travar com os sindicatos dos professores.


Através duma norma mandou os diretores convocar todos os professores para os exames e mesmo os diretores se assim o justificasse teriam que ser vigilantes para assegurar os exames.


São relatos impressionantes do que aconteceu nas escolas: Exames em refeitórios, exames com alunos a manifestarem-se contra, exames com alunos a invadirem os espaços onde os colegas estavam a fazer as provas, exames tendo como vigilantes funcionários e professores da mesma disciplina, exames com professores que nunca tiveram formação sobre o assunto, exames que começaram muito mais tarde, etc, etc.


Como podem ter estes alunos condições psicológicas para realizarem os exames? Depois dos acontecimentos anteriores aos exames, do diz que disse e não disse sobre o adiamento dos mesmos e os acontecimentos durante os exames, como se podem concentrar estes alunos no que estão a fazer?


Como pode um ministro da educação ficar contente com cerca de 70% dos alunos terem realizado os exames nestas condições? E os outros? Porventura serão também alguns milhares. Como ficam estes alunos em relação aos seus colegas?


Pode o ministro da educação garantir equidade nos exames se eles não se realizam ao mesmo tempo? Como pode haver equidade se uns não tinham as condições propícias e outros vão ter mais tempo de estudo e talvez sem a perturbação que os outros tiveram? Não, não será a mesma coisa por mais que nos façam valer as suas posições.


Não haverá equidade e uns serão beneficiados enquanto outros prejudicados numa prova que devia ser a mesma, no mesmo espaço temporal e não é!.


Mas serve de lição aos colegas que não fizeram greve e que fizeram com que isto acontecesse.



Greve dos Professores.


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Hoje dia 17 de junho é dia de greve dos professores por melhores condições de trabalho, não ao aumento do nº de horas e pela dignificação da escola. Esta greve atinge principalmente os alunos que vão fazer os exames do secundário, depois dum braço de ferro entre Ministério da Educação de Nuno Crato e os Sindicatos dos Professores tendo colocado os alunos no centro da querela. A incerteza existente para a realização dos exames levou o ministério da educação a emitir uma norma que compromete os diretores de escola a realizarem os exames.


Quem perde são os alunos que não têm um minimo de condições psicológicas para realizar estes exames.


Exposição de trabalhos de ET e EV na EB 23 Lajeosa do Dão

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No dia 14 de junho de 2013, no encerramento das aulas, os alunos das novas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica do 5º e 6º ano da Escola EB 23 Prof. Mota Pinto – Lajeosa do Dão, organizaram e fizeram uma exposição dos seus trabalhos elaborados ao longo do ano.

Por esta exposição passaram algumas dezenas de alunos ao longo da tarde desse dia que elogiaram os trabalhos apresentados pelos seus colegas.

Muitos eram os que exclamavam, foi o Santos ou Filipe que fizeram este trabalho? Lá lhes ia respondendo que sim.

Faltam nesta exposição os trabalhos de barro, porque estavam no forno a cozer, devido à falta de tempo para a sua conclusão e ainda uma apresentação dos alunos em powerpoint sobre Reciclagem e Materiais.

Apesar de todas as dificuldades na mudança que houve no currículo do aluno e na introdução destas novas disciplinas com novas metas curriculares e objetivos diferentes à custa da disciplina de EVT, pode-se considerar o ano positivo por parte do professor de ET e EV.

Link para outros trabalhos:  http://evtagostinho.no.sapo.pt/trabalunos.htm


Nuno Crato vs Sindicatos do Professores


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Nuno  Crato, ministro da educação critica os sindicatos por não pôrem fim à greve do dia 17 de junho , aos exames do ensino secundário, numa comunicação ao país depois de mais uma reunião com os sindicatos dos professores. Os sindicatos acusam o ministro de ser inflexivel ao ponto de prejudicar os alunos por não remarcar nova data para os exames. O braço de ferro continua entre as 2 partes...


Neste braço de ferro entre o ministro e os sindicatos dos professores, o ministro apela aos professores para que não façam greve e atropelando o direito à greve, numa norma chegada às escolas mensagem nº 9/JNE/2013 de 14 de junho, impõe aos diretores que façam eles a vigilância aos exames se não houver professores para essa vigilância.


 


Ver mais em RTP/Noticias


Em greve

 

Sou professor e sinto-me indignado!.

Esta é uma luta pela Educação e só os nossos governantes não querem ver em pról duma racionalização de custos que não se compreende. São muitas as mentiras dos opinadores ou fazedores de opinião que grassam nas TVs e em toda a comunicação social. Não entendem ou não querem entender que esta luta não é só pela melhoria das condições de trabalho dos professores mas muito mais pela qualidade de ensino, porque um professor cansado, sem se poder atualizar devido às multiplas horas de trabalho de nada serve aos alunos.

Não é só pelas 40 horas de trabalho que se anunciam que os professores estão contra. É que nestas 40 horas de trabalho não incluem as multiplas reuniões que os professores estão sujeitos todas as semanas, a formação ao fim de semana e o trabalho burocrático. Se incluirem nas 40 horas, todo o trabalho burocrático, as várias reuniões semanais e ainda a formação a que se é obrigado a ter, venham elas de bom grado que todos ficarão contentes.

Ganham os professores, perdem os alunos e calam-se os opinadores da má lingua.


Em greve



Sou professor e sinto-me indignado!.


Esta é uma luta pela Educação e só os nossos governantes não querem ver em pról duma racionalização de custos que não se compreende. São muitas as mentiras dos opinadores ou fazedores de opinião que grassam nas TVs e em toda a comunicação social. Não entendem ou não querem entender que esta luta não é só pela melhoria das condições de trabalho dos professores mas muito mais pela qualidade de ensino, porque um professor cansado, sem se poder atualizar devido às multiplas horas de trabalho de nada serve aos alunos.


Não é só pelas 40 horas de trabalho que se anunciam que os professores estão contra. É que nestas 40 horas de trabalho não incluem as multiplas reuniões que os professores estão sujeitos todas as semanas, a formação ao fim de semana e o trabalho burocrático. Se incluirem nas 40 horas, todo o trabalho burocrático, as várias reuniões semanais e ainda a formação a que se é obrigado a ter, venham elas de bom grado que todos ficarão contentes.


Ganham os professores, perdem os alunos e calam-se os opinadores da má lingua.


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