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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto! Arte e Educação a minha paixão! Arte sem Arte é uma outra forma de Arte! Família, Amigos, Humor e Bisbilhotices são pilares desta Arte.

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ADD – Quotas?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de ler o artigo no jornal i com o tema “Quotas para melhores professores? Nem todas as escolas precisam delas”, não me parece que seja assim tão simples deixar todos os professores contentes num universo de quotas de 20% para muitobons e 5% para excelentes. Só poderá acontecer se este universo de professores que requereram aulas observadas for inferior ou igual aos 25% do total de professores da escola. Neste artigo fica-se com a impressão que o processo ADD é simples e objetivo e a sua quantificação pode ser medida em critérios que deixem todos satisfeitos.

Também não me parece que assim seja e quem requereu as aulas observadas, condição obrigatória para os Muito Bom e Excelentes, têm a pretensão e acreditam nas suas possibilidades de atingir o patamar mais elevado e mesmo que esses critérios tenham sido discutidos com eles, quando são atingidos nas suas pretensões não ficam satisfeitos.

Não consigo imaginar um concorrente satisfeito se não atingiu aquilo a que se propôs.

Só o facto de haver avaliadores diferentes no mesmo grupo de avaliados, por mais critérios que possam ter sido trabalhados entre os avaliadores, o ser humano por si só é diferente e existirão sempre diferenças no entendimento da observação do que é bom ou excelente.

Dirão depois alguns que certo avaliador foi mais rigoroso do que o outro mais facilitador, gerando insatisfação que até pode ser conflituosa naquele que se acha prejudicado.

Para que esta ADD não tenha gerado conflitos, só poderá ter acontecido nos casos em que o universo de professores a requerer o muito bom ou o excelente tenha sido igual ou inferir às quotas atribuídas, porque se sabe que este processo não era obrigatório e foram muitos os professores que não quiseram sujeitar-se a esta avaliação por discordarem dela, o que dá a entender que tenha acontecido nas escolas mencionadas no artigo acima citado.

Agora numa escola de quarenta e poucos professores, só doze é que não requereram a observação de aulas, condição obrigatória para o muito bom ou excelente, poder-se-á imaginar a quantidade de professores com aspirações e com a legitimidade que lhes assiste, neste momento insatisfeitos.

A ver vamos o que vai acontecer…


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