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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto! Arte e Educação de mãos dadas! Arte sem Arte é outra forma de Arte! Família, Amigos, Humor e Bisbilhotices são pilares desta Arte.

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Mobilidade!.sim ou não?

 

Está na ordem do dia o controverso projeto que o governo enviou em tempos aos sindicatos sobre a mobilidade geográfica dos funcionários públicos, depois foi afirmado pelo Ministro da Educação, Nuno Crato, que não se aplicava aos professores e agora diz que não disse assim mas que pode ser aplicado atualmente se as condições o exigirem.

O que se considera mobilidade? Que não está no mesmo sítio, desloca-se de um lugar para outro, está fora da sua residência habitual, são possíveis enquadramentos de mobilidade. O termo não é novo no quotidiano do professor? Não!. Quem dos professores já não passou por longos anos longe de sua residência devido às colocações que tinha de ano a ano.

Até à estabilidade foram muitos anos com a casa às costas, era mesmo este o termo que davam a um professor. Isto não era mobilidade? Deixem de andar com discussões inúteis e criem empregos e trabalho que é o que precisamos.

Deem condições de trabalho aos professores e eles não se importam de ser aqui ou acolá.

Lembro que noutras profissões, quando deslocados da sua residência têm a respetiva ajuda de custos, dá-se como exemplo, embora eles não sejam exemplo para ninguém, os nossos deputados que até preferem manter casa fora do seu local de trabalho. Claro que não são funcionários públicos como disse hoje o nosso primeiro-ministro, Passos Coelho, a uma interpelação do Bloco de Esquerda.

O que se deve discutir é estas condições que têm os deputados para todas as profissões, porque trabalho é trabalho seja aqui ou acolá.

O que agora chamam mobilidade, para os professores chamava-se andar com a casa às costas e ter trabalho por mais um ano. Todos os anos uma terra nova e um poiso novo. Família num lugar e residência de trabalho noutro. Sempre aconteceu na classe dos professores mesmo que se diga que não é mobilidade, por isso discuta-se é as condições para que essa mobilidade possa acontecer.

Ninguém se importa de ser deputado com casa em Bragança e ter o seu local de trabalho em Lisboa, crie-se é condições iguais também aos professores para a tão propalada mobilidade.

Claro que não sou a favor da mobilidade com as condições existentes, tem é que haver regras e condições para tal e essas deviam ser iguais para todas as profissões.

 


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