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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto! Arte e Educação de mãos dadas! Arte sem Arte é outra forma de Arte! Família, Amigos, Humor e Bisbilhotices são pilares desta Arte. email: ag_silva@hotmail.com

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Avaliação a auto avaliação dos A.O.

Esta tarefa é mesmo de deixar os nervos à flor da pele. Deve haver muita gente por aí que gosta de avaliar, mas só se for pelo poder que lhes dá porque quem tem um mínimo de bom senso verifica que a avaliação, dos Assistentes Opercionais,  além de ser injusta cria aborrecimentos, tanto ao avaliado como ao avaliador,  segundo os parâmetros que são impostos na grelha de observação. Objetivos e Competências.

Se a avaliação fosse como medir quantos litros ou quantos kilos ou ainda quantos tijolos foram manuseados no dia, isto sim seria fácil e objetivo. Seria fácil, objetivo e não criava injustiças.

Avaliar é medir, é julgar, é ter algo com que possa comparar, mas como se pode comparar o feitio das pessoas, a vontade das pessoas, a predisposição das pessoas. Como?

Pode-se dizer que se avalia o que elas fazem no seu dia-a-dia! Claro que se pode, mas e distingui-las quando elas todas cumprem! Um Assistente Operacional tem o seu local de trabalho e cumpre todas as tarefas que esse posto requer. Todos eles cumprem, ou quase todos, porque se não cumprem alguém tem de fazer o que esse não fez e assim é denunciado e correrá de boca em boca. Para estes ( os que nada fazem) seria fácil também a avaliação, seriam corridos com desempenho inadequado e alertados para que quando fosse o próximo ciclo de avaliação e se mantivesse o desempenho inadequado  seriam convidados a mudar de profissão.

Agora avaliar todos que cumprem e quando as cotas para um desempenho excelente são mínimas, alguém tem que ficar aborrecido! Será sempre uma injustiça para alguém! Como atenuar! Não sei! Não parece haver antidoto.

É este o dilema de ser avaliador! Ter aborrecimentos à perna sem os ter provocado.

Bisbilhotices


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