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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto! Arte e Educação de mãos dadas! Arte sem Arte é outra forma de Arte! Família, Amigos, Humor e Bisbilhotices são pilares desta Arte.

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Há marosca nas colocações?

Que parece ser marosca, parece, mas de quem? Nas colocações de mobilidade interna, foi grosseiro o que se passou. As ultrapassagens decididas (administrativas) não se sabe por quem, foram muitas. Imagine-se um agrupamento de escolas e como todos os agrupamentos deste país, devido às leis que na minha opinião são excessivas e injustas para a estabilidade das escolas, teve que indicar professores que não tinham componente letiva.

Esses professores são integrados numa lista pela dgae, que é graduada segundo as habilitações de cada um  e o tempo de serviço, ficando depois à espera que surja uma vaga de escola para serem retirados dessa lista.

Acontece que, existem professores que foram retirados dessa  lista não se sabe por quem, ultrapassando os mais graduados. E foram muitos os professores retirados da lista sem ser pelas escolas. É um facto que muitos conhecem neste concurso cheio de problemas.

Tudo estaria bem nestas situações se, os retirados e os outros não retirados mas mais graduados, não fossem da mesma escola.

A escola/agrupamento acabaria por ficar com o professor que foi retirado da lista, pois este fica na última escola/agrupamento onde exerceu e acabaria por lhe atribuir alguma função. Ninguém protestaria e tudo ficava bem.

O problema é: como os menos graduados foram retirados da lista antes dos mais graduados e sendo ambos do mesmo agrupamento  e do mesmo grupo de recrutamento, o caldo entorna-se, e então sim, acaba por ser um grande problema para a direção desse agrupamento.

É um grande problema porque o agrupamento (direção) tem condições para abrir uma vaga num certo grupo, devido ao titular se encontrar doente. Se o dá ao professor que foi retirado da lista não se sabe por quem, o outro que até é mais graduado diz que não é justo porque se encontra à sua frente, é menos uma vaga para concurso, acusa a direção se o fizer que está a pactuar com estas infrações.

Neste imbróglio quem perde são os alunos, porque ficam sem professor não se sabe mais quanto tempo, até que haja decisões a nível superior, e não  parece que a decisão seja rápida.

Pois, é um dilema que talvez esteja a ser colocado em muitos agrupamentos.

Os culpados lavam as mãos e nunca são responsabilizados, por outro lado, se não há culpados apetece dizer, será marosca?


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