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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto! Arte e Educação a minha paixão! Arte sem Arte é uma outra forma de Arte! Família, Amigos, Humor e Bisbilhotices são pilares desta Arte.

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Ministério da Educação limita acesso à Internet nas escolas

Fica o registo em baixo dum email enviado às escolas pelo Ministério da Educação sobre a limitação de acessos à Internet pelas escolas.

Realmente o que se passou em janeiro e em fevereiro nos acessos à internet pelas escolas é no mínimo escandaloso.Não dava para nada.

Dizia-se que o ministério da educação não pagava o que lhe era devido e a  PT aos poucos ia fechando a torneira.

Cada vez era mais difícil ter um acesso normal à internet. Hoje nas escolas quase tudo se faz pela internet. Até os alunos se matriculam através da internet. A maioria das disciplinas funcionam e têm os seus conteúdos ligados à internet. Sem internet as escolas quase não funcionam assim como qualquer empresa.

Com uma mão se tira com a outra se diz que dá. Dizer que o que se limita é no acesso às redes sociais é o mesmo que dizer que se limita também o acesso à internet, porque  são estas mesmas redes as mais utilizadas no sistema de comunicação entre toda a comunidade educativa.

Quantos concursos para alunos, professores e comunidade educativa, a nível de escola têm como plataforma o facebook? O que está em causa é as chamadas novas tecnologias que todos deviam usufruir e já têm limites. As próprias TIC têm os dias contados.

Pois bem, a explicação chegou, não sei é se convenceu. Ou o ministério não paga ou o objetivo é o lucro da PT. O que se sabe são as escolas o elo mais fraco e são elas que vão ter limitações no acesso à internet. 

Nenhuma empresa se vai queixar mas as escolas funcionam como o barómetro da poupança num país que fica melhor consigo próprio e até se percebe do “quanto menos educação menos reivindicação”.

Calam-se já estes….psiu.

 

Email recebido

“Entradas no Facebook ou Instagram só podem ser feitas em determinados horários para melhorar tráfego online nos estabelecimentos de ensino públicos.

O acesso a sites como o Facebook ou Instagram vai ser permanentemente limitado nas escolas. Alunos, professores e pessoal administrativo só podem aceder aos sites durante um horário específico, uma medida explicada pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) com a necessidade de responder à “pressão sobre a rede” que decorre do acesso a páginas que, “de um modo geral, não se revestem de carácter pedagógico”.

Segundo uma comunicação enviada pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) às escolas, na última sexta-feira, e a que o PÚBLICO teve acesso, em Janeiro e Fevereiro houve uma “fraca qualidade de serviço de ligação à Internet”. A DGEEC explica que o caso “está intrinsecamente ligado ao elevado número de ataques DDOS de que a rede foi alvo”. Quando ocorrem estes ataques, é enviada uma grande quantidade de pedidos de acesso a um ponto da rede.

“Paralelamente” e para “melhorar a qualidade do acesso à Internet”, a DGEEC anunciou às escolas limitações à entrada no Facebook, Tumblr, Instagram e lojas Android e Apple, entre as 08h30 e as 13h30. Nas restantes horas há uma limitação de utilização máxima. Atualizações para o sistema operativo Windows só serão possíveis das 17h às 8h do dia seguinte. O YouTube não terá limitação horária mas fica abrangido por um limite de utilização.

A DGEEC espera duplicar a banda total disponível e indica que está a tratar da migração do acesso à Internet para a Fundação para a Ciência e Tecnologia.

O Ministério da Educação confirmou ao PÚBLICO que houve uma “saturação” do tráfego online nos estabelecimentos de ensino públicos nos dois primeiros meses do ano, em determinados horários, devido ao acesso a alguns sites e não aos ataques informáticos. Por as páginas em causa não se considerarem pedagógicas foram “adotadas medidas de priorização do tráfego”.

O ministério de Nuno Crato pretende o “normal funcionamento da Internet nas escolas” e, por isso, as restrições vão ser “permanentes” e afectar todos os utilizadores.

O MEC negou que as restrições decididas agora tenham como meta a poupança ou o objetivo de “qualquer ganho para a PT”, operador de telecomunicações que desde 2008 fornece o acesso à Internet nas escolas."