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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto! Arte e Educação de mãos dadas! Arte sem Arte é outra forma de Arte! Família, Amigos, Humor e Bisbilhotices são pilares desta Arte.

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O bailado dos concursos...

Por muito que se queira em não querer falar do pinóquio Crato, os acontecimentos com tal figura são tantos, que é impossível olhar para o lado e deixar correr como se de nada se tratasse.

A educação nos últimos dez anos tem sofrido com a incompetência dos ministros que se sentam na cadeira do ME, a começar com o governo de Sócrates e a sua ajudante Maria de Lurdes, nos sucessivos ataques ao sistema educativo, seja na desqualificação dos meios e recursos cada vez mais escassos às escolas, seja na desqualificação dos seus profissionais com cada vez mais funções burocráticas ou seja na turbulência com mexericadas que infestam todos os anos as escolas públicas.

Desde o tempo de Maria de Lurdes, que os concursos de professores nunca mais tiveram estabilidade, porque esta senhora quis mudar as regras que até ali tinham funcionado, podiam não ser as ideais mas funcionavam, por outras menos transparentes para concursos públicos. Isto de dizer que é centralismo, concursos feitos no sítio próprio, com listas de graduações através da nota de curso mais a experiência do tempo de serviço, ainda é um mal menor e trás menos injustiças do que fazer concursos baseados em critérios e subcritérios, só para dizer, que as escolas tem mais autonomia e o processo é descentralizado.

É a mania das reformas que grassa na mente dos nossos governantes, mesmo que sejam só asneiras, para eles são reformas.

O recente desastre dos concursos de professores é demasiado grande, nunca tal se vira disto, mesmo para alguém da craveira de Nuno Crato. Se é certo que a utilização de uma lista graduada não corresponde ao sistema ideal, a verdade é que as escolas funcionavam relativamente bem, até ao dia em que os ministros começaram a inventar, as tais ditas reformas, nos sistemas de colocação que só vieram criar problemas onde não existiam.

O que se pode dizer é que o ministro Nuno Crato conseguiu a proeza de ser ainda pior do que as tristes figuras que o precederam na cadeira ministerial. Partindo de uma visão catastrofista, tem contribuído para aumentar o ruido associado à desorganização, mostrando uma incompetência suspeita, que só pode ter interesses em quem não está interessado no sistema público de ensino.

O caricato da situação é que o governo de Sócrates e Maria de Lurdes conseguiram a proeza de ter 100 mil professores a manifestarem-se nas ruas e o de Passos e Nuno Crato, apesar de todo este ruido e um pior desempenho ainda não conseguiu tal proeza.

E esta hein?


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