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Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)

Dar voz ao que sinto! Arte e Educação de mãos dadas! Arte sem Arte é outra forma de Arte! Família, Amigos, Humor e Bisbilhotices são pilares desta Arte. email: ag_silva@hotmail.com

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15º ano.jpg

O Papel da Avaliação Formativa nas aprendizagens!

Flexibilidade Curricular 1.jpg

(Desenho construindo a organização da matriz curricular de Educação Artística e Tecnológica.)

Novos desafios pedagógicos de acordo com o Dec.Lei. nº 55/2018, de 6 de julho: e a ação de Avaliação Formativa, foi o tema.

Hoje, dia 21 de dezembro, no Agrupamento de Escolas de Tondela Cândido Figueiredo foi dia de convocatória para assistir à ação de curta duração do Centro de Formação Planalto Beirão, na escola sede do agrupamento e monitorizada pela formadora Paula Arnault, excelente comunicadora.

O documento a analisar foi o Dec.Lei nº 55/2018, de 6 de julho e uma das suas dimensões que é a avaliação dos alunos. O foco está na avaliação formativa!

Pegando nos grandes títulos plasmados no dec.lei 55, como “O compromisso com a construção de escola” e a “Missão de Escola - fazer com que todos aprendam” chegamos à forma do que devem aprender os alunos , como devem aprender e para que é que aprendem num sistema de 12 anos de escolaridade.

Surge outro titulo que é preciso dar respostas “Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória” e “Competências Essenciais” misturadas numa Autonomia de Escola com a Flexibilidade Curricular.

Para dar resposta a uma saída dos alunos da escolaridade obrigatória com o perfil adequado é preciso repensar a forma de ensinar para se poder avaliar.

Fica o enfoque na Avaliação Formativa como sendo uma avaliação que assume caráter continuo e sistemático, ao serviço das aprendizagens. O que quer isto dizer? Que a avaliação dos alunos deve ser feita continuamente através dos mais variados instrumentos de avaliação, com o feedback necessário até à aprendizagem completa. Embora possa existir a avaliação sumativa deixa de ser a avaliação que dita as regras, passando o enfoque para a avaliação formativa.

Embora agora se diga que todos fazem avaliação formativa (ninguém quer ficar de fora) o que se ouvia nos conselhos de turma e até os pais reclamavam é quanto os seus educandos tinham nos testes (avaliação sumativa) para obter a avaliação final.

Ainda não há muito tempo havia um grupo disciplinar (sem desprimor por outros que também o faziam) que priorizava a avaliação formativa e os seus vários instrumentos de avaliação o comprovam como as grelhas de observação, as grelhas dos registos diários, os registos dos trabalhos dos alunos com o feedback adequado à melhoria, os relatórios, o trabalho de projeto, etc, e que dava poucas ou nenhuma negativa, como agora se pede, mas que por causa disso foi perdendo peso no curriculo até que foi desmantelada. Dizia-se nos conselhos de turma que era facilitismo e que não entendiam o porquê da elevada percentagem de positivas nessa disciplina.

Não era facilitismo mas quem ministrava a disciplina tornava-a fácil devido às várias formas de ensinar com cada aluno traduzidas nos vários instrumentos de avaliação, que hoje se pedem.

Hoje, o que se pede é a metodologia dessa disciplina e a forma de avaliação também, isto digo eu! Mas será que perdem peso também no curriculo? Não! Porque passa a ser regulamentado por dec. lei.

Parece que o ciclo volta atrás e ainda bem..

Bisbilhotices